A expectativa de um alívio na guerra no Oriente Médio, que chega ao seu 26º dia, impulsiona os mercados. Mas é uma reação limitada, enquanto os ataques entre Israel e o Irã continuam e uma solução permanente parece distante.
Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, destaca que informações contraditórias sobre as negociações e a continuidade das tensões na região limitaram um movimento mais direcional, mantendo o mercado em compasso de espera. “Nesse contexto, o dólar acabou refletindo um equilíbrio entre forças, com o movimento de natureza mais técnica do que uma melhora estrutural no ambiente geopolítico, diante da incerteza ainda elevada no cenário externo.”