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Os mercados globais fecharam a quarta-feira em clima positivo, apoiados pela percepção de alívio nas tensões geopolíticas. A correção mais intensa do petróleo —com o Brent recuando e permanecendo abaixo dos patamares recentes —reduziu parte do prêmio de risco da commodity e contribuiu para o movimento de queda nos rendimentos dos Treasuries ( títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano).
O dólar exibiu comportamento comedido frente outras divisas, enquanto metais preciosos avançaram no encerramento.
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No Brasil, o Ibovespa acompanhou o tom favorável do exterior e encerrou o pregão em alta, impulsionado por ganhos amplos entre as principais ações. O índice avançou 1,60%, aos 185.424 pontos, com giro financeiro de R$ 27,2 bilhões. A queda do petróleo ajudou a aliviar a curva de juros, que terminou o dia com viés de baixa nos vencimentos curtos.
No câmbio, o dólar recuou 0,67%, cotado a R$ 5,22, devolvendo parte das altas recentes. Entre os setores, bancos e mineração sustentaram o movimento positivo, enquanto o bloco de petróleo e derivados teve desempenho misto diante da pressão sobre a commodity.
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