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Investimentos

O recado do Federal Reserve sobre guerra, inflação e o futuro dos juros nos EUA

Em evento nos EUA, Jerome Powell reconheceu que guerra no Oriente Médio exige postura mais cautelosa; mas defendeu esperar antes de tomar qualquer medida

Por Luíza Lanza

30/03/2026 | 17:29 Atualização: 30/03/2026 | 17:29

Sede do Federal Reserve, em Washington: declarações de Jerome Powell reacendem temores sobre interferência política na política monetária dos EUA e pressionam os mercados. (Foto: Adobe Stock)
Sede do Federal Reserve, em Washington: declarações de Jerome Powell reacendem temores sobre interferência política na política monetária dos EUA e pressionam os mercados. (Foto: Adobe Stock)

Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deu algumas mensagens sobre o momento da economia dos Estados Unidos em evento realizado na Universidade de Harvard nesta segunda-feira (30). No evento, reconheceu que a escalada das tensões no Oriente Médio tende a pressionar os preços de energia, o que piora a batalha contra a inflação.

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O conflito entre EUA e Irã completou seu primeiro mês sem sinal de resolução, com o Estreito de Ormuz ainda fechando impulsionando o preço do petróleo acima dos US$ 100 o barril. Cenário que vai exigir uma postura mais cautelosa da autoridade monetária.

Isso já vem acontecendo. No Brasil, por exemplo, o Banco Central reduziu a magnitude do corte da taxa Selic de 0,50 ponto percentual para 0,25p.p na reunião de março.

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Para Powell, o choque inflacionário causado pela guerra precisa ser entendido como um choque de oferta – nesses casos, a política monetária tem efeito limitado.

“Choques de energia tendem a ir e vir com bastante rapidez”, disse, acrescentando que agir com juros pode ter efeito defasado e inadequado quando o impacto já tiver passado. “Ainda não sabemos quais serão os efeitos econômicos da guerra entre EUA, Israel e Irã”, disse.

O Fed ainda não conseguiu consolidar a inflação do país na meta de 2% ao ano. Agora, com o fator geopolítico na conta, precisa evitar a desancoragem das expectativas inflacionárias. O ponto central, na visão de Powell.

O presidente do Fed acrescentou que tarifas comerciais também têm pressionado os preços, estimando impacto entre 0,5 e 1 ponto porcentual na inflação, embora classifique o efeito como pontual. Diante desse quadro – somando tarifas e riscos geopolíticos – Powell afirmou que a política monetária está “em um bom lugar para esperar e ver” a evolução dos dados e dos desdobramentos no Oriente Médio antes de qualquer ajuste.

Sistema financeiro robusto

O presidente do Fed afirmou que o sistema financeiro dos EUA está mais robusto após reformas implementadas desde a crise de 2008. Segundo ele, os bancos hoje contam com mais capital, liquidez e capacidade de absorver choques, o que contribui para um ambiente mais resiliente. Mas riscos continuam a exigir monitoramento constante.

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Isso vale ainda para o mercado de crédito privado, que vem passando por instabilidades este ano. Como mostramos aqui, investidores começaram a questionar o risco do setor depois de algumas falências de empresas investidas nos fundos serem anunciadas. Muitas gestoras americanas chegaram a limitar os resgates em meio ao pânico.

O chefe da autoridade monetária americana destacou que o segmento é “relativamente pequeno” dentro de um universo amplo de ativos. “É uma parte relativamente pequena de um conjunto muito grande de ativos, mas estamos observando isso com bastante atenção”, afirmou.

*Com informações do Broadcast

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