O Citi ajustou seu modelo de análise para o Fleury (FLRY3) antes da divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026 (1TRI26) e avalia que os números devem vir, em grande parte, em linha com o consenso.
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O Citi ajustou seu modelo de análise para o Fleury (FLRY3) antes da divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2026 (1TRI26) e avalia que os números devem vir, em grande parte, em linha com o consenso.
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Na leitura do banco, as receitas B2C, Business to Consumer, seguem boas, com alta de 12,4% ante o último ano (cerca de 10% excluindo fusões e aquisições), incluindo avanço estável de 8,5% da marca premium Fleury.
Já a frente B2B, Business to Business, deve continuar acelerando, com crescimento de 7,6% na comparação anual, apoiada por uma base de comparação mais fácil no segmento hospitalar.
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Por outro lado, o Citi aponta que novas parcerias devem ser afetadas por uma menor contribuição do Zolgensma, com queda de 15% ante o último ano, o que, segundo o banco, tende a ajudar a melhorar os custos de materiais médicos em aproximadamente 40 pontos-base.
Com isso, a equipe projeta o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 602 milhões e lucro de R$ 179 milhões, limitado por despesas financeiras mais elevadas e depreciação e amortização (D&A).
O Citi aponta que fundamentos resilientes no curto prazo e o caráter defensivo do negócio oferecem um porto seguro, mas ressalta que, com a ação negociada a 13,7 vezes o preço sobre lucro (P/E) estimado para 2026, a avaliação deixa pouco espaço para erro.
Com esse balanço de fatores, o banco mantém recomendação neutra para o papel. O relatório também diz que, com as novas estimativas, o Citi mantém o lucro projetado para 2026 e 2027 inalterado.
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O Citi tem recomendação neutra para as ações do Fleury. O preço-alvo é de R$ 16, o que implica em um potencial de desvalorização de 7,3% ante o último fechamento do papel.
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