• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio

Comunicação estratégica ganha status de alavanca de valor e passa a influenciar crescimento, reputação e valuation das empresas

Por Carol Paiffer

17/04/2026 | 15:13 Atualização: 17/04/2026 | 15:13

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mais do que narrativa, a comunicação estratégica se consolida como ativo de negócio, capaz de impulsionar crescimento, fortalecer reputação e elevar o valuation das empresas. (Imagem: Adobe Stock)
Mais do que narrativa, a comunicação estratégica se consolida como ativo de negócio, capaz de impulsionar crescimento, fortalecer reputação e elevar o valuation das empresas. (Imagem: Adobe Stock)

Durante anos, empresas investiram milhões em produto, operação e crescimento e trataram a comunicação como detalhe. O problema é que, no mercado atual, não vence quem faz mais. Vence quem constrói mais valor.

Leia mais:
  • Negócios que nascem do olhar atento e transformam mercados
  • O maior erro de quem decide empreender no Brasil é abrir um CNPJ sem mudar a mentalidade
  • Agora o ano começou de verdade. E a sua estratégia já começou?
Cotações
19/04/2026 9h16 (delay 15min)
Câmbio
19/04/2026 9h16 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Se tem uma coisa que o último ano me mostrou com clareza é que comunicação não é sobre “contar uma história bonita”, mas sobre construir valor.

Ao longo dos últimos meses, acompanhando de perto a evolução da Bloom 360, empresa especializada em comunicação estratégica e posicionamento, onde sou sócia, ficou evidente que estamos diante de uma mudança mais profunda do que simplesmente um novo posicionamento de mercado. O que está em jogo é um novo modelo mental sobre o papel da comunicação dentro do negócio.

Publicidade

Hoje, não faz mais sentido separar branding de resultado, narrativa de estratégia ou reputação de crescimento. Esses elementos estão completamente integrados e, quando bem trabalhados, funcionam como verdadeiros multiplicadores de valor. Empresas que entendem isso saem na frente.

Não se trata de aparecer mais, mas de aparecer melhor, com consistência, clareza e intenção. Trata-se de ocupar espaços estratégicos, construir autoridade e, principalmente, transformar percepção em ativo econômico. A comunicação, nesse contexto, deixa de ser custo e passa a ser investimento com retorno direto e indireto.

Direto, quando acelera vendas, abre portas e gera oportunidades. Indireto, quando constrói reputação, fortalece marca e aumenta o valor percebido, algo que impacta desde captação de investimento até poder de negociação. O ponto é: isso não acontece de forma isolada, mas com a orquestração de tudo isso a partir de uma visão estratégica única. E é exatamente aí que nasce uma nova lógica de atuação.

Em diversos projetos, vimos marcas com alta visibilidade e baixo valor percebido e outras com menor alcance, mas maior capacidade de conversão, negociação e crescimento. Ao longo desse primeiro ano, o que construímos foi um modelo que integra comunicação, posicionamento e inteligência de negócio. Um formato que não parte da pergunta “como comunicar?”, mas sim “qual é o objetivo estratégico e como a comunicação pode potencializá-lo?”.

Publicidade

Em vez de executar demandas, passamos a construir narrativas alinhadas ao momento da empresa, ao mercado e às oportunidades de crescimento. Em vez de olhar para canais isolados, olhamos para ecossistemas de influência. Em vez de focar apenas em visibilidade, focamos em relevância. Essa relevância, no fim do dia, é o que move negócios.

Esse modelo também responde a uma demanda cada vez mais evidente: a valorização de pessoas como ativos centrais das empresas. Fundadores, executivos e lideranças deixaram de ser apenas operadores do negócio para se tornarem peças-chave na construção de marca e confiança. O mercado investe em pessoas e pessoas bem posicionadas potencializam exponencialmente o valor das empresas que representam. 

Isso é sobre construção de autoridade. É sobre entender quais conversas fazem sentido, quais pautas são estratégicas e como ocupar esses espaços de forma consistente ao longo do tempo. Autoridade não se constrói em um movimento pontual e é resultado de uma presença contínua e bem direcionada. O mesmo vale para as marcas.

No cenário atual, onde a atenção é disputada a cada segundo, é preciso ser lembrado, reconhecido e, principalmente, escolhido. Essa escolha está diretamente ligada à forma como a marca se posiciona e se comunica. Empresas que investem em comunicação de forma estratégica conseguem crescer com mais consistência, mais diferenciação e mais capacidade de se sustentar no longo prazo. Isso tem impacto direto em valuation.

Publicidade

No fim do dia, valor não é apenas o que está no balanço. É também o que o mercado percebe, acredita e projeta sobre aquela empresa. Comunicação, quando bem estruturada, influencia exatamente esse território.

Depois de um ano construindo esse modelo na prática, a principal conclusão é clara: comunicação é estrutura e alavanca. Para empresas e líderes que entendem isso, a vantagem competitiva deixa de estar apenas no que fazem e passa a estar também em como são percebidos, porque, no mercado atual, não vence apenas quem tem o melhor produto, mas quem consegue construir o maior valor ao redor dele.

E valor, cada vez mais, é uma construção estratégica de narrativa, posicionamento e confiança. A pergunta que fica é: qual papel a comunicação ocupa hoje dentro do seu negócio e para onde o seu posicionamento está te levando? No mercado atual, não vence apenas quem tem o melhor produto, mas quem constrói o maior valor ao redor dele.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

  • 2

    Por que a Petrobras (PETR4) impulsiona e trava o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

  • 3

    Irã reabre Ormuz e petróleo tomba ao menor nível em um mês

  • 4

    Carteira favorita do investidor pessoa física rende menos que o Ibovespa em 12 meses

  • 5

    Ibovespa hoje destoa de NY e fecha em queda com tombo do petróleo e pressão da Petrobras; dólar recua abaixo de R$ 5

Publicidade

Quer ler as Colunas de Carol Paiffer em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Logo E-Investidor
4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Imagem principal sobre o Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Últimas: Colunas
Vale do Silício: por que o novo ativo de 2026 não é a IA
Ana Paula Hornos
Vale do Silício: por que o novo ativo de 2026 não é a IA

O cansaço mental virou um risco para o seu patrimônio, assim como a "sustentabilidade humana" se tornou a estratégia de elite para evitar decisões impulsivas

18/04/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?
Fabrizio Gueratto
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?

Empresas brasileiras gastam mais de 1.500 horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias. É tempo que não gera receita, não melhora produto, não atende cliente

16/04/2026 | 14h53 | Por Fabrizio Gueratto
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco
Einar Rivero
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco

Mesmo com melhora na estrutura financeira, empresas listadas na B3 veem encolher o “colchão” entre geração de caixa e juros, o menor em quase uma década

15/04/2026 | 14h41 | Por Einar Rivero
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro
Vitor Miziara
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro

Popular no exterior, o mercado de revisões começa a ganhar espaço no Brasil, mas levanta preocupações sobre o risco de estimular apostas disfarçadas de investimentos

14/04/2026 | 14h18 | Por Vitor Miziara

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador