O dólar hoje opera no campo negativo em meio às tensões no Oriente Médio apesar da extensão do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã. Por volta das 11h10 (de Brasília), o câmbio registrava um recuo 0,26%, a R$ 4,9672.
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O dólar hoje opera no campo negativo em meio às tensões no Oriente Médio apesar da extensão do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã. Por volta das 11h10 (de Brasília), o câmbio registrava um recuo 0,26%, a R$ 4,9672.
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O presidente americano, Donald Trump, afirmou que a pausa permanecerá em vigor até que representantes do Irã “apresentem uma proposta unificada”. O embaixador na Organização das Nações Unidas (ONU), Amir Saeid Iravani, disse que o país está pronto para retomar negociações assim que o bloqueio dos portos iranianos for encerrado.
Ainda assim, o clima segue tenso: pelo menos três navios porta-contêineres foram atingidos por disparos no Estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias Reuters.
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Com o cenário ainda incerto, os investidores monitoram os desdobramentos da guerra à espera de avanços nas negociações. Enquanto isso, pelo menos três navios porta-contêineres foram atingidos por disparos no Estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias Reuters.
Paralelamente, o governo dos EUA anunciou uma nova rodada de sanções e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, declarou que qualquer pessoa ou embarcação que facilite o fluxo de recursos para o Irã poderá ser alvo de sanções. Em meio à guerra e à crise com o Vaticano, a rejeição a Trump atingiu 62%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos.
Ontem, o indicado ao Federal Reserve (Fed, do Banco Central dos EUA), Kevin Warsh, evitou indicar rumo dos juros e disse ser “cético” sobre o guidance do banco central, em audiência na Comissão de Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos do Senado dos EUA.
Warsh disse que a política monetária tem defasagens e exigirá esforço nas próximas reuniões e relativizou pressão de Donald Trump por juros mais baixos. Segundo ele, “minhas diferenças com Powell são em relação aos juros, não por questões pessoais”.
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No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou ontem (21) que, considerando as conquistas alcançadas, os atuais três anos e quatro meses de governo superam os resultados de seus primeiros mandatos, destacando a massa salarial recorde e a menor inflação acumulada em quatro anos.
Aliados do governo, porém, defendem a busca por um novo nome para o projeto de lei que trata do fim da escala 6×1, diante da percepção de que a população não compreende bem a proposta como foi apresentada, uma das bandeiras da campanha de reeleição.
Segundo estudo do Banco Inter, apesar do mérito social ao melhorar as condições de trabalho, a redução da jornada pode provocar uma queda de cerca de 0,82% no Produto Interno Bruto (PIB) no médio prazo.
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