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Dólar cai ao menor nível desde 2024, mas cenário é frágil; veja o que esperar para maio

Rotação de capital para mercados emergentes, a perda de força global do dólar e o diferencial de juros no Brasil ajudaram a pressionar a moeda americana em abril

Por Daniel Rocha

30/04/2026 | 5:30 Atualização: 29/04/2026 | 18:16

Especialistas avaliam a sustentabilidade do câmbio nos níveis atuais, próximo a R$ 5, como frágeis. (Foto: Adobe Stock)
Especialistas avaliam a sustentabilidade do câmbio nos níveis atuais, próximo a R$ 5, como frágeis. (Foto: Adobe Stock)

O dólar deve encerrar em abril no seu menor nível desde março de 2024. Até as negociações de quarta-feira (29), a divisa norte-americana acumulava uma depreciação de 3,41% frente ao real no mês em meio à cautela global provocada pelo impasse nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã para o fim da guerra no Oriente Médio, combinado com o perfil nada diplomático do presidente Donald Trump. Para maio, especialistas avaliam que a dinâmica do câmbio não será muito diferente: continuará pressionado com viés de baixa no curto prazo.

Leia mais:
  • O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro
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“Choques externos e ruído fiscal podem reacender a volatilidade. Há espaço para a manutenção da moeda abaixo de R$ 5 no curto prazo, mas a consistência desse nível é frágil”, diz Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.

A depreciação recente do dólar não reflete apenas um movimento pontual do mercado financeiro com a escalada das tensões geopolíticas. Há outros fatores que contribuíram para a depreciação da moeda norte-americana. Desde a chegada de Donald Trump ao poder, o mundo acompanha de perto a agenda política e econômica da Casa Branca que fragilizou a percepção do papel do dólar como porto seguro e alterou parte do fluxo de capital.

Logo no início do seu mandato, o republicano anunciou um amplo pacote de tarifas de importação que atingiu mais de 90 países. Já em 2026, novos riscos geopolíticos entraram no radar do mercado. Antes da guerra contra o Irã, houve a captura do ditador Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e as ameaças de Trump em usar a força militar para anexar a Groenlândia.

  • Entenda: Instabilidade política nos EUA enfraquece o dólar como porto seguro e beneficia Trump

A sucessão desses eventos, aliada à imprevisibilidade dos seus desfechos, desencadeou um movimento de rotação de portfólio, com os investidores reduzindo suas alocações nos EUA e redirecionando para mercados emergentes, como o Brasil. Em 2026, os estrangeiros aportaram R$ 62,4 bilhões na Bolsa brasileira, até o momento, segundo dados mais recentes da B3– veja os detalhes aqui.

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No cenário local, a taxa Selic ainda em patamares elevados em comparação a outras economias também ajuda a manter os ativos locais atrativos. “O Brasil ainda oferece uma taxa real elevada em comparação às economias centrais, o que mantém o País atrativo para estratégias de carry trade (operação que busca lucros com base na diferença entre a taxa de juros de dois países) e sustenta fluxos para renda fixa local, mesmo em um ciclo de afrouxamento monetário”, diz Jaqueline Neo, especialista em Câmbio e Crédito da Be.smart.

Apesar do cenário favorável, os especialistas avaliam a sustentabilidade do câmbio nos níveis atuais como frágeis. Com a proximidade das eleições 2026, os riscos fiscais devem voltar a atormentar o mercado financeiro e inverter a direção do câmbio. A percepção tem sido incorporada nas projeções do mercado para a moeda. O boletim Focus da última segunda-feira (27) estima o dólar a R$ 5,27 até o fim do ano.

“A tendência de médio prazo ainda está sujeita a riscos como fiscal doméstico, movimento do dólar global e eventuais choques geopolíticos, que podem reduzir a velocidade da valorização do real”, acrescenta Zogbi.

Vale a pena investir em dólar?

A queda na cotação, embora ainda reflita um cenário incerto, abre espaço para os brasileiros ampliarem sua exposição ao dólar a um preço mais acessível em comparação aos últimos meses. Esse movimento ganha mais relevância diante da relação risco e retorno que os ativos dolarizados podem oferecer ao portfólio.

Os títulos soberanos dos Estados Unidos, por exemplo, continuam oferecendo aos investidores retornos acima de 3% em dólar. Segundo especialistas, a rentabilidade, aliada à segurança da economia norte-americana, atua como proteção ao chamado “risco Brasil”. Além disso, os efeitos da guerra ajudaram o dólar a se manter abaixo das projeções do mercado para o curto prazo.

“Comprar abaixo do que o mercado projeta para o fechamento do ano pode representar um ponto de entrada interessante. Além disso, manter parte do portfólio em outras moedas segue como uma estratégia relevante de diversificação”, diz Alexandre Cavalcanti, diretor de tesouraria do Andbank.

  • Saiba mais: Como investir em renda fixa com guerra no Irã e queda da Selic: CDI, prefixado ou IPCA+

Ainda assim, os especialistas ressaltam que tentar acertar o melhor momento para investir em dólar não costuma ser a estratégia mais eficaz. O mais recomendado, segundo eles, é manter aportes graduais (mensal, trimestral ou semestral) para minimizar os impactos da volatilidade do câmbio e equilibrar a exposição do portfólio a uma moeda forte.

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