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Mercado

Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

Menos euforia, mais critério: energia, caixa e resiliência ganham espaço nos portfólios

Por Igor Markevich

05/05/2026 | 10:39 Atualização: 05/05/2026 | 10:39

Carteiras recomendadas de ações para maio mostram um mercado mais seletivo, com foco em energia, geração de caixa e menor exposição a risco. Confira as mudanças de BTG, Genial, Planner, Monte Bravo e Andbank. (Imagem Adobe Stock)
Carteiras recomendadas de ações para maio mostram um mercado mais seletivo, com foco em energia, geração de caixa e menor exposição a risco. Confira as mudanças de BTG, Genial, Planner, Monte Bravo e Andbank. (Imagem Adobe Stock)

Abril terminou com o mercado em um terreno menos confortável do que no mês anterior. Depois de uma arrancada iniciada no fim de 2025, a Bolsa brasileira perdeu fôlego, pressionada por uma combinação incômoda de petróleo ainda elevado, ruído geopolítico persistente e dúvidas renovadas sobre o ritmo de queda dos juros. O Ibovespa tentou sustentar o nível, mas encerrou o mês no negativo, ainda que por margem estreita de 0,08%, enquanto o investidor estrangeiro começou a reduzir o ímpeto comprador.

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No exterior, o contexto não ajudou. O Federal Reserve, banco central dos EUA, manteve os juros estáveis, sem oferecer sinal claro de flexibilização, enquanto o conflito no Oriente Médio seguiu como variável imprevisível, contaminando expectativas e pressionando os preços de energia. O barril de Brent, orbitando a casa dos US$ 110, recolocou o setor de óleo e gás no centro das atenções, mas também elevou o custo global, com reflexos diretos sobre inflação e política monetária.

No Brasil, o corte da Selic perdeu parte do brilho. O Banco Central iniciou o ciclo, mas a inflação voltou a dar sinais de resistência, reacendendo o debate sobre a extensão desse movimento. Em paralelo, o ambiente político mais polarizado adicionou uma camada extra de cautela. Abril se consolidou como um mês de ajuste, com menos euforia e mais reprecificação.

Esse conjunto de fatores molda as carteiras de ações recomendadas de maio. O movimento observado não é de guinada abrupta, mas de reposicionamento cirúrgico. Casas de análise passaram a privilegiar empresas com geração de caixa previsível, exposição controlada a juros e capacidade de atravessar um cenário ainda ruidoso sem grandes sobressaltos.

O que as carteiras de maio estão dizendo

Energia, petróleo e utilities seguem com presença robusta, embalados pelo ambiente de preços elevados e previsibilidade de receitas. Nomes como Eneva (ENEV3), Prio (PRIO3), Axia Energia (AXIA3) e Vale (VALE3) aparecem com frequência, refletindo esse viés mais defensivo com pitadas de exposição a commodities.

O setor financeiro continua relevante, mas com seleção mais criteriosa. Bancos tradicionais como Itaú (ITUB3; ITUB4) seguem nas carteiras, ancorados em rentabilidade e distribuição de dividendos, ainda que algumas casas tenham reduzido exposição tática ao segmento.

Por outro lado, há uma rotação visível fora de papéis mais sensíveis a juros. Construtoras e empresas de consumo discricionário aparecem com ajustes pontuais ou redução de peso, movimento alinhado à percepção de que o ciclo de queda da Selic pode ser mais lento do que se imaginava.

Também chama atenção a entrada de nomes ligados a serviços e eficiência operacional, como Totvs (TOTS3) e Fleury (FLRY3), além de apostas oportunísticas em varejo, caso de Lojas Renner (LREN3).

BTG Pactual: ajustes pontuais e entrada de tecnologia

Na carteira 10SIM de maio, o BTG Pactual promoveu uma troca direta. Sai ITUB4 e entra TOTS3, em um movimento que sugere busca por diversificação setorial sem abrir mão de qualidade.

A carteira mantém Petrobras (PETR4) e Localiza (RENT3) como maiores posições, ambas com 15%, sinalizando confiança em geração de caixa e resiliência operacional. Energia e commodities continuam bem representadas com ENEV3 e AXIA3, enquanto nomes como Embraer (EMBJ3) e Nubank (ROXO34) adicionam uma camada de crescimento e exposição internacional.

A composição final reforça a leitura de equilíbrio. Não há concentração excessiva em um único vetor, mas uma tentativa de navegar diferentes cenários sem depender de uma única tese.

Ações
Petrobras (PETR4)
Nubank (ROXO34)
Axia Energia (AXIA3)
Embraer (EMBJ3)
Eneva (ENEV3)
Localiza (RENT3)
Motiva (MOTV3)
Totvs (TOTS3)
Allos (ALOS3)
Cury (CURY3)

Genial Investimentos: rotação com reforço em commodities e serviços

A carteira Ibovespa 10+ da Genial veio com mudanças mais visíveis. Saíram BTG (BPAC11) e Copel (CPLE3), enquanto entraram JHSF (JHSF3) e GPA (UGPA3). O movimento reduz exposição a financeiro e energia elétrica regulada, ao mesmo tempo em que amplia presença em serviços e distribuição de combustíveis.

A estrutura segue bastante pulverizada, com pesos iguais de 10% por ativo. Permanecem nomes como VALE3, PRIO3, ENEV3 e Vibra (VBBR3), reforçando o eixo de commodities e energia.

Apesar de ter superado o Ibovespa em abril, a carteira ainda fica atrás no acumulado do ano. Isso ajuda a explicar o ajuste mais tático para maio, numa tentativa de capturar novas assimetrias sem romper completamente com a estratégia original.

Ações
Axia Energia (AXIA3)
Copasa (CSMG3)
Eneva (ENEV3)
Itaú Unibanco (ITUB3)
JHSF (JHSF3)
Prio (PRIO3)
SLC Agrícola (SLCE3)
Ultrapar (UGPA3)
Vale (VALE3)
Vibra Energia (VBBR3)

Planner: carteira mais defensiva e foco em previsibilidade

A Planner adota um tom mais cauteloso. Após queda de 0,90% em abril, pior que o índice, a casa ajustou a carteira com foco em empresas consideradas mais resilientes.

Saíram Direcional (DIRR3), PetroRecôncavo (RECV3) e TOTS3. Entraram FLRY3, LREN3 e PRIO3. A troca revela um movimento claro: menos exposição a construção e petróleo onshore mais volátil, mais aposta em consumo organizado, saúde e óleo com maior eficiência operacional.

Entre as posições mantidas, destaque para CPFL (CPFE3), ITUB4, Sabesp (SBSP3) e Telefônica Brasil (VIVT3). São empresas com geração de caixa previsível e histórico consistente de distribuição de proventos, alinhadas ao momento de maior seletividade.

Ações
CPFL Energia (CPFE3)
Itaú Unibanco (ITUB4)
Multiplan (MULT3)
Porto (PSSA3)
Sabesp (SBSP3)
Telefônica Brasil (VIVT3)
Wiz Co (WIZC3)
Fleury (FLRY3)
Lojas Renner (LREN3)
Prio (PRIO3)

Monte Bravo: redução de risco e aumento de convicção

A Monte Bravo optou por mexer nos pesos, mais do que na estrutura. Zerou Cyrela (CYRE3), citando sensibilidade a juros e dúvidas sobre o ritmo do setor imobiliário, e reforçou posições em Nvidia (NVDC34) e Google (GOGL34), dobrando a exposição às gigantes de tecnologia.

Também aumentou participação em SBSP3 e AXIA3, enquanto reduziu VALE3 e Aura Minerals (AURA33). O recado é de ajuste fino: menos exposição a volatilidade de commodities metálicas e mais peso em ativos com drivers mais claros.

A carteira segue dividida entre estrutural, momento e oportunidades, com predominância do primeiro bloco, o que indica visão de médio prazo ainda construtiva, mas com execução mais disciplinada.

Ações
Itaúsa (ITSA4)
Suzano (SUZB3)
Vale (VALE3)
Rede D’Or (RDOR3)
Sabesp (SBSP3)
Axia Energia (AXIA3)
Equatorial (EQTL3)
Mercado Livre (MELI34)
Nubank (ROXO34)
Bitcoin ETF (BIYT39)
Direcional (DIRR3)
Copel (CPLE3)
Iguatemi (IGTI11)
Localiza (RENT3)
Aura Minerals (AURA33)
Nvidia (NVDC34)
Alphabet Google (GOGL34)

Andbank: estabilidade e aposta em dividendos previsíveis

O Andbank manteve sua carteira inalterada. Em vez de reagir ao ruído de curto prazo, a casa optou por sustentar posições em empresas com forte capacidade de distribuição de dividendos.

Entre os destaques estão BB Seguridade (BBSE3), ITUB4, CPLE3 e VALE3, todos com yields (rendimentos) relevantes e fundamentos sólidos. A carteira segue equilibrada entre financeiro, energia e commodities, com potencial de valorização médio estimado em 17,8%.

Ações
Axia Energia (AXIA6)
BB Seguridade (BBSE3)
Bradesco (BBDC4)
Copel (CPLE3)
Embraer (EMBR3)
Itaú Unibanco (ITUB4)
Itaúsa (ITSA4)
Rede D’Or (RDOR3)
Telefônica Brasil (VIVT3)
Vale (VALE3)

 

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