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A semana começou com os mercados globais em modo mais defensivo, com tensões geopolíticas em uma rota relevante de escoamento de energia elevando o prêmio de risco e mantendo o Brent ao redor de US$ 114 por barril.
Com o petróleo reacendendo o debate sobre inflação, os rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) avançaram e o dólar ganhou força no exterior, o que reduziu o apetite por risco e pressionou as bolsas na Europa e em Nova York, que encerraram a sessão em queda.
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No Brasil, o dia foi influenciado pelo mau humor externo, pesando sobre a bolsa brasileira. Nesse contexto, os juros futuros subiram, acompanhando o movimento dos Treasuries e a leitura de expectativas de inflação menos comportadas pela Pesquisa Focus.
Com isso, o Ibovespa fechou em queda de 0,92% aos 185.600 pontos, com um giro financeiro de R$ 26,2 bilhões. Já para o câmbio, o dólar ante o real subiu 0,30% aos R$ 4,97.
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