A BB Seguridade (BBSE3) registrou lucro líquido de R$ 2,219 bilhões no primeiro trimestre de 2026, uma alta de 11,2% em relação a igual período do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, houve queda de 2,9%.
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A BB Seguridade (BBSE3) registrou lucro líquido de R$ 2,219 bilhões no primeiro trimestre de 2026, uma alta de 11,2% em relação a igual período do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, houve queda de 2,9%.
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Em balanço divulgado nesta segunda (4), a companhia afirma que o crescimento foi sustentado principalmente pela BrasilPrev, cujo lucro avançou R$ 136,5 milhões, impulsionado pela alta do resultado financeiro, com redução do custo do passivo, e melhora da eficiência operacional. Também houve contribuição positiva de BrasilCap (+R$ 33,8 milhões) e holdings (+R$ 11,3 milhões); BB Corretora (+R$ 26,4 milhões) e BrasilSeg (+R$ 4,9 milhões)
O resultado financeiro combinado das empresas da BB Seguridade somou R$ 507,1 milhões no balanço, o que representa uma alta de 58,5% ante igual período do ano anterior.
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Segundo balanço divulgado hoje pela companhia, o desempenho é atribuído principalmente à alta da taxa média Selic e à redução do custo do passivo da Brasilprev, esta última favorecida pela deflação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) defasado em 1 mês.
Considerando apenas a nível da holding, o resultado financeiro da BB Seguridade foi de R$ 25,3 milhões, alta de 259,8% em base anual.
Em março, 45,6% dos investimentos das empresas da BB Seguridade estavam em títulos pós-fixados, ou seja, atrelados ao CDI, contra 41,3% em igual mês de 2025. Em seguida, 39,5% estavam em títulos atrelados à inflação no fim do primeiro trimestre, comparado com 43,1% um ano antes. Boa parte deles serve para fazer a gestão do balanço da Brasilprev. Já 14,7% estavam em títulos prefixados, de 15,5% um ano antes.
A Brasilseg, seguradora da BB Seguridade, registrou sinistralidade de 23,9% no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 2,2 pontos porcentuais ante igual período de 2025. O indicador mede o volume de pedidos de sinistros como proporção dos prêmios. No quarto trimestre de 2025, a sinistralidade havia ficado em 20,6%.
Segundo balanço divulgado hoje, a sinistralidade na linha rural fechou o primeiro trimestre em 18,5%, de 24% um ano antes. No segmento agrícola, o indicador caiu 49 pontos porcentuais, a 53,1%, com redução tanto na frequência quanto na severidade de avisos de sinistros na safra verão de grãos, de acordo com o balanço. No vida produtor rural, houve alta de 1 ponto porcentual, para 15,5%, também no confronto anual.
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A sinistralidade da linha prestamista caiu 4,5 pontos porcentuais, a 32,2%. No empresarial/massificados, o indicador passou de 16,6% para 18,9% em igual base comparativa. No segmento vida, houve aumento de 3,4 pontos porcentuais, para 24,1%.
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