As ações da Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11) e Weg (WEGE3) são papéis mais defensivos diante do aumento das incertezas macroeconômicas, tanto domésticas quanto externas, avalia a XP.
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As ações da Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11) e Weg (WEGE3) são papéis mais defensivos diante do aumento das incertezas macroeconômicas, tanto domésticas quanto externas, avalia a XP.
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Em relatório, os analistas Lucas Laghi, Fernanda Urbano e Guilherme Nippes avaliam o posicionamento recomendado em sua cobertura de mineração, siderurgia, papel e celulose e bens de capital. Os nomes da CSN (CSNA3) e Randoncorp (RAPT4) aparecem como os mais bem posicionados para um cenário de apetite a risco.
“Embora a visibilidade sobre o caminho mais provável à frente seja baixa, vemos riscos domésticos crescentes (que devem permanecer elevados ao longo do período eleitoral), bem como uma desescalada mais lenta do que o esperado no conflito no Oriente Médio, como refletido em rendimento (yields) mais elevados nos EUA”, afirmam.
O relatório parte de dois vetores de incerteza que, na avaliação da XP, se intensificaram nas últimas semanas. No Brasil, o ruído político cresceu após pesquisas eleitorais que apontam para uma disputa altamente competitiva e incerteza sobre a formação de coalizões, com os desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro adicionando mais imprevisibilidade ao cenário. No exterior, o conflito entre Estados Unidos e Irã elevou os prêmios de risco globais, com reflexo nos juros americanos.
Com base nesse diagnóstico, os analistas estruturaram quatro cenários e identificaram os nomes mais sensíveis a cada um deles. No pior cenário – escalada do conflito combinada à deterioração da percepção de risco do Brasil -, Suzano, Klabin e WEG são apontados como os mais defensivos, por sua menor dependência do ciclo doméstico e maior previsibilidade de receitas. Num cenário de escalada geopolítica com melhora do risco-Brasil, os analistas preferem Gerdau, Frasle, Usiminas e Marcopolo.
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Já em um cenário de desescalada do conflito com piora da percepção sobre o Brasil, Aura Minerals (AURA33), Embraer (EMBJ3) e Vale (VALE3) aparecem como os mais bem posicionados.
Por fim, no cenário mais favorável, desescalada combinada à melhora do risco doméstico -, CSN, Randoncorp e Tupy (TPIS3) são os nomes com maior potencial de valorização, dado seu perfil de alto beta (volatilidade superior à média do mercado).
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