Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.330,55 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,49%, a 24.428,17 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,07%, a 7.981,76 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,65%, a 48.354,89 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,32%, a 17.697,70 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,19%, a 9.160,30 pontos. As cotações são preliminares.
Apesar do alívio inicial após Donald Trump adiar um ataque ao Irã e sinalizar espaço para negociações, o rali do mercado europeu perdeu força ao longo do dia, com investidores também repercutindo indicadores fracos no Reino Unido e avaliações cautelosas sobre política monetária.
A taxa de desemprego do Reino Unido subiu para 5% no trimestre até março, acima da expectativa do mercado, reforçando dúvidas sobre novos aumentos de juros pelo Banco da Inglaterra (BoE).
Para a Indeed, o conflito no Oriente Médio deve pesar sobre o crescimento britânico nos próximos trimestres, enquanto o HSBC avaliou que mais bancos centrais podem elevar juros para preservar credibilidade diante da persistência das pressões inflacionárias ligadas à energia.
Mineradoras listadas no Reino Unido recuaram com a queda dos preços dos metais, pressionados por dados mais fracos da China. A Rio Tinto cedeu perto de 2,7%, a Glencore caiu cerca de 2,1% e a AngloAmerican recuou por volta de 3%. O setor de mineração europeu recuou cerca de 3%.
O setor de defesa foi um dos destaques do dia na Europa, com alta de cerca de 1,3%. A Saab avançou perto de 4,2% após relatos de que participará do desenvolvimento de sistemas militares navais suecos.
Em Frankfurt, a SAP esteve entre os principais suportes do DAX com alta próxima a 5,5%, enquanto a Rheinmetall subiu cerca de 3% com a demanda por papéis ligados ao setor bélico. Em Londres, a IG Group disparou por volta de 10% após balanço corporativo.
*Com informações da Dow Jones Newswires