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Investimentos

Recuperação judicial da Estrela (ESTR4) afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida da empresa

É a recuperação judicial recente que mais concentra Fundos de Direitos Creditórios, que cresceram fortemente nos últimos anos

Por Marília Almeida

21/05/2026 | 16:25 Atualização: 21/05/2026 | 16:25

Brinquedos Estrelas: reestruturação da empresa está nas mãos dos Fundos de Direitos Creditórios (FIDCs) (Foto: Divulgação)
Brinquedos Estrelas: reestruturação da empresa está nas mãos dos Fundos de Direitos Creditórios (FIDCs) (Foto: Divulgação)

A lista de credores da recuperação judicial da fabricante de brinquedos Estrela (ESTR4), anunciada nesta quarta-feira (20), chama a atenção por não conter bancos de primeira linha, com exceção do Santander (SANB11), e poucos bancos menores, como o Sofisa. Os protagonistas da lista são 26 Fundos de Direitos Creditórios (FIDCs), produto em forte ascensão no mercado financeiro nos últimos dois anos.

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Juntos, os FIDCs respondem por mais de 70% da dívida da empresa (R$ 112 milhões), segundo um levantamento feito pela consultoria de reestruturação Excellance. Todos os fundos foram procurados pelo E-Investidor. Até o horário de publicação, dois deles responderam (veja abaixo). O espaço continua aberto.

Não apenas a quantidade de FIDCs chama a atenção quando se analisa recuperações judiciais recentes que atingiram esses fundos, como também os valores investidos na Estrela. O American Bank aparece como credor de R$ 19 milhões (16% do total), enquanto o IOX investiu R$ 17,7 milhões (16% do total) na empresa e o ADGM aplicou R$ 9 milhões (8% do total).

  • Leia mais: Primeiro FIDC para pequenos investidores alcança R$ 1 bilhão em patrimônio

Mas aqui cabe uma ressalva: quando um FIDC representa mais do que 10% de uma recuperação judicial, isso sinaliza que ele pode pertencer a uma gestora de special sits, ou seja, especializada em ativos problemáticos. Esse fundo provavelmente comprou o ativo com grande desconto, apostando na recuperação da companhia, mas, na lista de credores, a operação aparece com o valor cheio.

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A listagem dos fundos na recuperação judicial também considera o valor cheio de cada operação feita entre o FIDC e a empresa, mas não necessariamente o valor que o fundo tem a receber da empresa atualmente. Por exemplo, se um fundo já recebeu quase a totalidade dos recebíveis da empresa, a recuperação judicial do grupo não terá praticamente nenhum impacto sobre a aplicação.

 

Procurado, o fundo Evolut diz que está tomando as medidas necessárias para a recuperação de crédito e diz que o valor do débito não afeta suas suas operações.

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Já a M8 tem três fundos com operações de recebíveis da empresa de brinquedos com um patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão, sendo que os recebíveis dos três FIDCs somados detém R$ 8,1 milhões em operações da Estrela e, portanto, representa 0,5%. Também destacam que o valor de R$ 7,1 milhões possui garantia de alienação fiduciária, que não é atingida pela recuperação judicial. Dessa forma, o valor em risco cai para R$ 1,1 milhão, representando 0,07% do patrimônio líquido (PL) dos fundos. “Ou seja, o impacto é quase zero nos nossos fundos.”

O FIDC costuma ser diversificado. Nesse caso, uma empresa representa apenas uma fatia de até 10% do patrimônio total do fundo, que geralmente conta também com uma estrutura de subordinação, com recursos investidos pelos originadores do crédito para garantir um esforço maior na eventual recuperação dos ativos. Além disso, o produto pode trabalhar apenas com recebíveis performados, que, mesmo em caso de recuperação judicial, continuam sendo pagos ao fundo.

O que acontece agora

Como a dívida está pulverizada entre os FIDCs, a empresa provavelmente terá de negociar com os maiores fundos. Já os menores podem ter de se deparar com descontos na dívida. Contudo, por a maior parte da dívida estar concentrada nos fundos, Max Mustrangi, sócio da Excellance, acredita que a empresa será cautelosa, já que está muito dependente desses instrumentos de captação.

Mustrangi acredita que a maior parte dos FIDCs tenham garantias e concederam o crédito à Estrela ciente de que se tratava de uma operação de maior risco. Em compensação, cobraram taxas caras por recebíveis de curto prazo.

  • Leia mais: Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos

No entanto, o consultor não descarta que entre os fundos existam desavisados, que entraram mais recentemente na operação e podem não ter tido tempo nem de recuperar o principal do empréstimo, o que pode ter maior impacto sobre o fundo. Não é possível saber se existe entre eles algum fundo aberto para o investidor de varejo: a estimativa é de que a maioria seja destinado a investidores qualificados, que tenham mais de R$ 1 milhão para investir, ou institucionais.

Segundo o executivo, o fato de ter poucos bancos na lista de credores mostra que os problemas financeiros já eram conhecidos há muito tempo.

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Bancos costumam acompanhar a saúde financeira das empresas de forma mais ampla e periódica. A cada trimestre, analisam balanços, fluxo de caixa, nível de endividamento, geração de lucro e outros indicadores para avaliar se a companhia segue capaz de honrar suas dívidas. Ou seja, o foco está na situação financeira da própria empresa tomadora de crédito.

Já os FIDCs têm uma dinâmica diferente. Como compram recebíveis, o monitoramento tende a se concentrar na qualidade desses créditos: inadimplência dos clientes, prazo médio de pagamento, concentração de sacados e fluxo de liquidação das duplicatas. Em tese, se os clientes da empresa continuam pagando em dia, a carteira aparenta estar saudável.

O alerta levantado por Mustrangi é que esse modelo pode deixar escapar problemas estruturais da companhia originadora dos recebíveis. Mesmo que as duplicatas performem bem no curto prazo, a empresa pode enfrentar deterioração operacional, perda de vendas, pressão de caixa ou aumento de dívidas. Nesses casos, o risco não está necessariamente nos clientes que pagam as duplicatas, mas na própria empresa que gera esses créditos.

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