• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Bolsa x dólar: todo cuidado é pouco

Tudo indica que 2025 será um ano mais inflacionário, sem ajuste fiscal e com juros nas alturas

Por Marco Saravalle

04/02/2025 | 17:27 Atualização: 04/02/2025 | 17:27

Receba esta Coluna no seu e-mail
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)
Mercado financeiro (Foto: Adobe Stock)

Em janeiro, a bolsa subiu 4,86% e o dólar caiu 5,54%. Nesta situação, muitos podem se animar, acreditando que as ações engataram uma trajetória de alta, e o dólar, de queda. É justamente aí que mora o perigo.

Leia mais:
  • Vale (VALE3): é um bom momento para investir nas ações da mineradora?
  • Onde investir em 2025 diante dos desafios macroeconômicos?
  • O poder da estratégia conservadora em 2024: dividendos robustos e valorização expressiva das ações
Cotações
18/04/2026 0h29 (delay 15min)
Câmbio
18/04/2026 0h29 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Por enquanto não houve nenhuma melhora de fundamento macroeconômico interno que justifique este movimento. A queda do dólar decorreu principalmente da percepção de que o protecionismo de Trump será menor e menos generalizado do que o anunciado anteriormente. Já a alta das ações brasileiras se justifica pelo fato de elas estarem muito baratas, principalmente quando o dólar operava acima de R$ 6,10.

No entanto, qualquer soluço externo poderá elevar o dólar novamente para cima de R$ 6,00 e penalizar a nossa Bolsa. Aliás, a primeira segunda-feira de fevereiro provou isso, após Trump anunciar um tarifaço contra México, China e Canadá. Rapidamente o dólar bateu R$ 5,90, mas depois recuou para R$5,81, após Trump recuar em relação ao México.

Publicidade

O ponto é que a nossa moeda está extremamente volátil e sujeita às flutuações externas, justamente porque os fundamentos macroeconômicos do Brasil estão frágeis.

Para 2025, não há expectativa de melhora fiscal. Pelo contrário, R$28 bilhões de despesas entrarão no Orçamento, anulando a economia do já frágil pacote fiscal. Para piorar, o governo já sinalizou que lutará pela isenção de IR para pessoas que ganham até R$ 5 mil, mesmo que não haja compensação de corte de gastos suficiente, e o presidente Lula falou com todas as letras que, se depender dele, não terá ajuste fiscal.

Além da questão fiscal, a projeção de inflação para 2025 está em 5,51%, de acordo com o relatório Focus, e a Selic deverá terminar o ano em 15% a.a.

Tudo indica que 2025 será um ano mais inflacionário, sem ajuste fiscal e com juros nas alturas. Com esse cenário, o crescimento de 2,06% projetado pelo mercado fica até excessivamente otimista.

Publicidade

É claro que a expectativa de uma safra agrícola recorde pode sempre nos ajudar, mas por enquanto os fatores negativos de risco pesam mais do que os positivos.

Como se já não bastassem os riscos internos, há também possiblidade de a China crescer menos do que o esperado e os EUA terem mais inflação, por conta da imposição de medidas protecionistas por Donald Trump.

Se o cenário mais inflacionário dos EUA se confirmar, a elevação dos juros por lá, ou a manutenção do Fed Fund Rate a 4,5% a.a por um período mais prolongado, se tornará inevitável. Juro mais elevado nos EUA traz pressões para o nosso câmbio, pressionando a inflação e a Selic por aqui.

Outro ponto de atenção é o risco político. Com a queda de popularidade de Lula, o presidente poderá dobrar a aposta para 2026, e pisar no acelerador do gasto, a fim de evitar uma desaceleração ainda maior da economia.

Publicidade

Com todos esses riscos na mesa, é necessário cautela nos investimentos. Ativos de renda Fixa de menor risco de crédito, como títulos públicos, continuam uma excelente pedida, com prêmios muito atrativos.

É claro que há ações muito baratas, mas os ganhos só viriam, quando ocorrer fundamentos para a queda dos juros (desaceleração da inflação e ajuste fiscal), o que deverá acontecer provavelmente no próximo governo.

É inegável também que muitos ativos nos EUA estão caros, mas ainda é possível encontrar boas promoções. E, mesmo caros, investimentos atrelados ao dólar, principalmente em momentos de incerteza no Brasil, são sempre uma boa pedida.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Dolar
  • Donald Trump
  • Economia
  • EUA
  • Inflação
  • mercado

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Por que o Ibovespa anda em duas direções? Entenda o que mantém o índice em alta enquanto ações locais caem

  • 2

    Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

  • 3

    Irã reabre Ormuz e petróleo tomba ao menor nível em um mês

  • 4

    Carteira favorita do investidor pessoa física rende menos que o Ibovespa em 12 meses

  • 5

    Por que a Petrobras (PETR4) impulsiona e trava o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marco Saravalle em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de empréstimos podem renegociar atrasos, mas em uma situação específica
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para mães autorizarem filhos a movimentar o dinheiro pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para encontrar um ponto de revenda no app Meu Social
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Imagem principal sobre o Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Imagem principal sobre o IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade da restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade da restituição?
Imagem principal sobre o 5 benefícios que idosos podem solicitar sem sair de casa
Logo E-Investidor
5 benefícios que idosos podem solicitar sem sair de casa
Imagem principal sobre o Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Logo E-Investidor
Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Últimas: Colunas
De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio
Carol Paiffer
De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio

Comunicação estratégica ganha status de alavanca de valor e passa a influenciar crescimento, reputação e valuation das empresas

17/04/2026 | 15h13 | Por Carol Paiffer
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?
Fabrizio Gueratto
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?

Empresas brasileiras gastam mais de 1.500 horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias. É tempo que não gera receita, não melhora produto, não atende cliente

16/04/2026 | 14h53 | Por Fabrizio Gueratto
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco
Einar Rivero
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco

Mesmo com melhora na estrutura financeira, empresas listadas na B3 veem encolher o “colchão” entre geração de caixa e juros, o menor em quase uma década

15/04/2026 | 14h41 | Por Einar Rivero
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro
Vitor Miziara
Bets travestidas de previsões invadiram o mercado financeiro

Popular no exterior, o mercado de revisões começa a ganhar espaço no Brasil, mas levanta preocupações sobre o risco de estimular apostas disfarçadas de investimentos

14/04/2026 | 14h18 | Por Vitor Miziara

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador