• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O que os fundos mortos têm a dizer

Muitos estudos sobre desempenho ignoram que estes fundos têm muito a revelar

Por Rafael Paschoarelli

23/12/2020 | 8:00 Atualização: 23/12/2020 | 10:10

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

A indústria de fundos no Brasil cresce ano a ano, tanto em número de produtos como na diversidade de suas estratégias. Um bom exemplo deste crescimento é a oferta de fundos domésticos que servem como espelhos de fundos internacionais.

Leia mais:
  • Conheça 10 fundos de investimentos com nomes bizarros
  • Os fundos de sustentabilidade com melhor desempenho
  • Como investir nos fundos imobiliários de melhor desempenho do mundo
  • Ações ou fundos de ações: confira as vantagens de cada aplicação
Cotações
15/02/2026 5h30 (delay 15min)
Câmbio
15/02/2026 5h30 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Há não muito tempo o investidor brasileiro tinha que mandar o dinheiro para fora para depois alocar em famosos fundos domiciliados em Luxemburgo, Irlanda ou qualquer outro lugar. Com a chegada ao mercado destes fundos espelho, os brasileiros passaram a ter a comodidade de investir lá fora usando veículos constituídos aqui dentro.

Porém, nem tudo são flores. Muitos fundos e gestoras ficaram pelo caminho encerraram suas atividades, particularmente quando o desempenho ficou aquém do esperado, frustrando os cotistas que depositaram suas economias nas mãos dos gestores.

Publicidade

Falando especificamente de fundos de ações (FIAs), já existiram cerca de 6 mil FIAs com registro na CVM, sendo que aproximadamente 3 mil ainda estão em funcionamento normal. Ou seja, apenas a metade está viva.

Isto é explicado, pelo menos em parte, porque quando o fundo vai mal, a gestora pode descontinuá-lo mantendo apenas os que estão indo bem. Seria uma espécie de “seleção natural forçada”. Contudo, fundos mortos deixam rastros.

Este fato é interessante pois muitos estudos sobre desempenho de fundos “se esquecem” de averiguar o que estes fundos mortos “têm a dizer”. E eles têm muito a revelar.

Estudo proposto

A ideia do estudo é, para cada gestora, verificar a proporção dos FIAs que bateu o IBOV, considerando o rendimento do fundo entre a sua primeira e última cota.

Se o fundo estiver ativo, a última cota é a mais recente publicada. Se o fundo estiver morto, usa-se a última cota válida do fundo.

Publicidade

Alguns detalhes metodológicos a se ter em mente:

  • Serão considerados todos os FIAs de todas as gestoras em que a primeira cota do fundo seja posterior a 31/12/1999;
  • Serão considerados tanto os fundos vivos como os mortos;
  • Serão consideradas tanto as gestoras vivas como aquelas que já não estão mais entre nós;
  • O retorno do fundo considerado no estudo é dado pela variação entre a primeira cota do fundo e a última. Logo, trata-se de um estudo price return since inception;
  • O benchmark empregado será o IBOV. O retorno do IBOV corresponde ao mesmo período dado entre a primeira e a última cota de cada fundo.

Resultados:

Na primeira bateria de testes, considerei apenas gestoras que têm/tiveram pelo menos 20 Fundos de Ações.

A ATMOS, por exemplo, dos 33 fundos de ações que entraram no estudo, 32 apresentaram retorno durante suas vidas superior ao do IBOV.

Já no caso da NUCLEO, dos 35 fundos de ações que entraram no estudo, 31 apresentaram retorno durante suas vidas superior ao do IBOV.

Publicidade

São resultados excelentes!

Por outro lado, nestes 20 anos de estudo, mais de 170 gestoras de FIAs não tiveram sequer um fundo que batesse o IBOV considerando o retorno desde o início até a sua última cota.

Também fiz outros recortes considerando gestoras que tiveram de 10 a 20 fundos e de 5 a 10 fundos, e que por falta de espaço não os divulguei aqui.

Em relação às gestoras que já tiveram entre 10 e 20 fundos, um destaque é a gestora STK. Nossos estudos indicam que ela possui 14 FIAs, 7 ativos e 7 descontinuados. Mas, todos estes 14 fundos renderam mais que o IBOV nas suas respectivas vidas.

Publicidade

Por último, se eu pudesse resumir as vantagens da abordagem feita neste levantamento, eu citaria duas:

  1. O recorte é por gestora de fundos de ações;
  2. São considerados fundos vivos e mortos de modo que o estudo fica vacinado contra à famosa tática de “matar” fundos que não possuem bom desempenho.

Consigo enxergar algumas fragilidades no estudo. Uma que me incomoda é o fato de não detectar gestoras que fecharam e abriram com outro nome/CNPJ. Mas isso é um excelente ponto para novas pesquisas.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Exterior
  • Fundos de ações
  • Ibovespa

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Análise do resultado da Vale no 4T25: prejuízo de US$ 3,8 bi contrasta com forte operação; o que fazer com VALE3

  • 2

    Vai para os blocos de carnaval? Veja como se proteger de golpes

  • 3

    Ações da Braskem (BRKM5) se recuperam após notícia sobre balanço do BB (BBSA3); entenda

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com dados do varejo brasileiro, inflação nos EUA e resultado da Vale (VALE3)

  • 5

    Bitcoin volta a subir com dados do CPI e fica próximo dos US$ 70 mil; ciclo de baixa está perto do fim?

Publicidade

Quer ler as Colunas de Rafael Paschoarelli em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: veja o calendário de sorteios
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível receber o pagamento pelo Pix?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: como gerar o Documento de Arrecadação
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: como gerar o Documento de Arrecadação
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como funciona o resgate do benefício?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como funciona o resgate do benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Complementar (BCO)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Complementar (BCO)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: beneficiários têm direito a valores extra; saiba como
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: beneficiários têm direito a valores extra; saiba como
Últimas: Colunas
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar
Samir Choaib
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar

O Projeto de Lei Complementar 5/2026 reacende o debate sobre taxar grandes fortunas e evidencia a escolha política de ampliar a arrecadação em vez de controlar despesas públicas

14/02/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?
Eduardo Mira
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?

Com dívida perto de 85% do PIB, déficit nominal ao redor de 8% e juros reais acima de 6%, País enfrenta riscos; entenda

13/02/2026 | 14h36 | Por Eduardo Mira
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor
Einar Rivero
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor

Os quatro bancos desembolsaram R$ 78,6 bilhões apenas em 2025, o equivalente a 36,3% de tudo o que foi pago em cinco anos

12/02/2026 | 16h09 | Por Einar Rivero
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre

Investidor busca ganhos elevados, mas rejeita a volatilidade e o risco que acompanham retornos acima da média, repetindo erros que minam a própria performance

12/02/2026 | 14h44 | Por Fabrizio Gueratto

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador