• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Chegou a hora de rever a sua carteira de investimentos. Veja como decidir

Último elatório Focus já trouxe uma redução significativa da taxa de juros para os próximos meses

Por Vitor Miziara

08/08/2023 | 12:42 Atualização: 08/08/2023 | 12:42

Receba esta Coluna no seu e-mail
Ações recomendadas pelo Itaú BBA (Foto: Shutterstock/NicoElNino/Reprodução)
Ações recomendadas pelo Itaú BBA (Foto: Shutterstock/NicoElNino/Reprodução)

Investir no Brasil é um trabalho geralmente fácil tanto para os investidores quanto para os assessores de investimentos, isso porque aqui o nosso maior produto exportado é o juro, sonho de todos que possuem uma estratégia de longo prazo.

Leia mais:
  • “O Brasil está voltando para os holofotes”, diz Inter Invest
  • Fitch rebaixa nota dos EUA: investidor brasileiro deve se preocupar?
  • 5 empresas valorizam mais de 160% no ano. Vale investir?
Cotações
28/05/2026 17h31 (delay 15min)
Câmbio
28/05/2026 17h31 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Sem muito esforço ou invenção a gente hoje ainda ganha quase 1% ao mês líquido, mas esse cenário deve mudar nos próximos meses e por isso as carteiras de investimentos devem se ajustar também. A grande questão aqui: para onde correr e manter o rendimento alto e com segurança?

Quando falamos em investimentos fazemos separação por classes de ativos, sendo renda fixa, crédito privado, ações, cambio e outros. Nessas “caixinhas” que devemos fazer conta de risco versus retorno e adequá-las ao nosso perfil de investidor para visualizar qual porcentual alocar em cada uma. Esse é o primeiro trabalho ao se investir.

Publicidade

O segundo, mas não menos importante, fica com o rebalanceamento de tempos em tempos, a depender do perfil.

Mudanças em curso

O relatório Focus – a pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com diversos agentes de mercado – já trouxe nesta segunda-feira (7) uma redução significativa da taxa de juros para os próximos meses, terminando 2023 em 11,75%, enquanto 2024 tem previsão de 9% e 2025, perto de 8,5%. Ou seja, o “amanhã” parece piorar para a renda fixa e com isso já devemos prever o que fazer com nossos investimentos de médio e longo prazos.

O ajuste nas expectativas colhidas no relatório Focus reflete a percepção do do mercado de que a inflação está caindo e deve permanecer baixa por um longo tempo. A meta do BC para esse indicador é de 3%, algo que não me parece ser sustentável, já que o governo atual tem um perfil expansionista e isso resulta em aumento de custos para a cadeia como um todo (começando por impostos).

Hoje, ao olhar os títulos de renda fixa mais longos e prefixados, por exemplo, já vemos uma queda relevante nas taxas pagas pelo emissor, é logico. Todo titulo de longo prazo reflete e acompanha o que o mercado espera, mas nem por isso a renda fixa deixou de ser atrativa.

Daqui pra frente devemos começar a ver um fluxo de dinheiro migrando de investimentos de renda fixa para ativos de mais risco em busca de maior retorno, tentando sempre completar a renda esperada do sonho brasileiro, o “1% ao mês”. Agora, vale correr esse risco?

Publicidade

O juros atual ainda está em 13,25% e mesmo que caia para 9% em 2024 a média seria um número alto, provavelmente mais perto de 11% do que de 10%. Correr mais risco em um cenário deflacionário e com um governo expansionista não me parece a melhor opção.

E a renda fixa?

Li nesse último fim de semana diversos artigos com chamadas como “A renda fixa morreu?” e “Onde investir agora com a queda de juros?”. Calma lá, os juros ainda estão altos e vão continuar altos por muito tempo.

Olhar apenas o número bruto da taxa de juros pode nos cegar para o fato da inflação estar baixa mas, como resultado dessa situação, o juro real do nosso investimento aumenta.

O que vale mais? Ganhar 12% ao ano na renda fixa com uma inflação (aumento de custos) de 8% ou ganhar 9% na renda fixa com uma inflação de 4%?

A conta de juro real versus aumentar o risco na carteira é a pergunta que você deve se fazer como investidor. Até onde vai seu apetite por risco para aumentar o retorno? Até onde novas posições de risco estão de acordo com seu perfil de investidor?

Publicidade

Fato é que os juros vão cair acompanhando a queda da inflação e o mercado inteiro deve se ajustar à nova realidade, mas isso não quer dizer que você também precisa sair correndo e fazer mudanças.

Todo dia trago dados e indicadores macro no meu grupo de Whatsapp que corroboram uma visão mais pessimista de médio e longo prazos, com alertas sobre situações que podem fazer a inflação voltar a subir, os juros não caírem como esperado ou a economia andar mal e os ativos de risco performarem no campo negativo – tanto deixando de agregar retorno como tirando parte da rentabilidade que poderíamos obter caso ficasse quieto na renda fixa.

Pra mim a renda fixa não morreu. A inflação, talvez, no curto prazo sim, mas no longo prazo sabemos o histórico do Brasil e, por isso, correr risco nesse cenário ainda me parece desnecessário.

Perfil do investidor

Sabe aquele perfil do investidor que você preenche ao investir? Recomendo voltar a ler as perguntas e verificar se realmente você concorda com aquilo que preencheu um tempo atrás. Além disso – e para ajudar –, vou incluir algumas perguntas no meu grupo para fazer um “pente fino” e dar mais visibilidade sobre o que é realmente correr risco e se você está nessa fase ou não.

Lembre-se de que não fazer nada (ou manter a carteira como está em épocas de incertezas) também é uma tomada de decisão. O rebalanceamento ou a calma para os investimentos se provam muitas vezes mais eficazes para um retorno maior do que correr riscos apenas acompanhando as mudanças no cenário.

Publicidade

Se você estava esperando “a dica” para rebalancear sua carteira, me desculpe. No entanto, é a minha incerteza que faz eu ter um perfil mais conservador e tomar decisões mais assertivas no longo prazo.

Essa é a dica de hoje.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Banco Central
  • Inflação
  • Investidores
  • Investimentos
  • Juros
  • Renda fixa
  • Risco
  • Segurança

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

  • 2

    Títulos públicos americanos batem recorde, mas valem mais do que a renda fixa brasileira? Veja simulação

  • 3

    Novas regras do FGC entram em vigor em junho e mudam cenário para bancos e CDBs

  • 4

    Os motivos que fazem investidores de Wall Street temerem o IPO da SpaceX, de Elon Musk

  • 5

    Ibovespa fecha em queda em dia de novos ataques dos EUA ao Irã; dólar sobe a R$ 5,02

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: ganho R$ 5 mil, qual casa consigo comprar?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: ganho R$ 5 mil, qual casa consigo comprar?
Imagem principal sobre o O idoso não consegue ir até à Farmácia Popular? Entenda se alguém pode comparecer no lugar
Logo E-Investidor
O idoso não consegue ir até à Farmácia Popular? Entenda se alguém pode comparecer no lugar
Imagem principal sobre o Idosos podem sacar valores do PIS/Pasep? Entenda como funciona para a terceira idade
Logo E-Investidor
Idosos podem sacar valores do PIS/Pasep? Entenda como funciona para a terceira idade
Imagem principal sobre o Motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar carros com juros mais baixos; veja as regras
Logo E-Investidor
Motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar carros com juros mais baixos; veja as regras
Imagem principal sobre o Move Brasil: 3 carros que motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar
Logo E-Investidor
Move Brasil: 3 carros que motoristas de aplicativos e taxistas podem financiar
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Últimas: Colunas
Bancos perdem espaço no crédito — e deixam de ter exclusividade
Einar Rivero
Bancos perdem espaço no crédito — e deixam de ter exclusividade

Com mais de US$ 2,5 trilhões em ativos, o crédito privado cresce no mundo e pressiona o domínio histórico dos bancos no financiamento corporativo

27/05/2026 | 14h36 | Por Einar Rivero
Vitor Miziara: O Ibovespa pode até subir, mas talvez não compense o risco
Vitor Miziara
Vitor Miziara: O Ibovespa pode até subir, mas talvez não compense o risco

Mesmo com potencial de alta, índice levanta dúvidas sobre risco e tempo de retorno frente aos juros elevados no Brasil

26/05/2026 | 14h09 | Por Vitor Miziara
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom
Marco Saravalle
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom

Mesmo após o corte da Selic para 14,50%, juros longos dispararam, fluxo estrangeiro perdeu força e o mercado passou a exigir prêmio maior para carregar risco brasileiro

25/05/2026 | 14h37 | Por Marco Saravalle
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda
Samir Choaib
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda

Entenda as regras que continuam confundindo e assustando investidores brasileiros em 2026

24/05/2026 | 07h00 | Por Samir Choaib

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador