• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Wall Street está finalmente conseguindo acesso à China. Até quando?

Bancos de Wall Street ganham terreno na China no momento em que uma crise imobiliária está se formando

Por E-Investidor

20/11/2021 | 7:00 Atualização: 19/11/2021 | 20:58

Sistema financeiro chinês começa a cambalear e bancos americanos aproveitam oportunidade (Foto: glaborde7/Pixabay)
Sistema financeiro chinês começa a cambalear e bancos americanos aproveitam oportunidade (Foto: glaborde7/Pixabay)

(Lananh Nguyen, The New York Times) – Durante décadas, os bancos americanos estavam ansiosos para expandir seus negócios na China, a segunda maior economia do mundo. Finalmente, estão conseguindo o que querem – exatamente no instante em que uma espiral de crise de dívida corporativa ameaça abalar o sistema financeiro do país e o governo central da China adotou uma mão mais forte com as grandes empresas.

Leia mais:
  • Evergrande alivia credores, mas é bom momento para investir na China?
  • A desaceleração econômica da China pode afetar a economia do Brasil?
  • Criptos: Mulheres ignoradas por Wall Street tentam história diferente
Imagem de background da newsletter Imagem de background da newsletter no mobile
News E-Investidor

Assine a nossa newsletters e receba notícias sobre economia, negócios e finanças direto em seu e-mail

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em julho, o Citigroup se tornou o primeiro banco estrangeiro a obter a aprovação para abrir um negócio de custódia na China, atuando essencialmente como um banco para fundos chineses de investimentos. Em agosto, o JPMorgan Chase conseguiu permissão das autoridades chinesas para assumir a totalidade de seu banco de investimentos e negócios comerciais no país – um século depois de ter aberto sua primeira loja no país. O Goldman Sachs recebeu sinal verde para um empreendimento semelhante em outubro.

À medida que as aprovações chegavam, a mensagem de Pequim ficou clara: queria que os credores americanos trouxessem mais investidores estrangeiros para a China e ajudassem os chineses a comprar ativos no exterior.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Empolgados por não terem mais que dividir os lucros com parceiros locais para serviços como subscrição de negociações de ações ou consultoria para empresas, os bancos de Wall Street estão correndo para cumprir com as determinações. Eles querem intermediar mais transações, ajudar empresas chinesas a levantar fundos e administrar dinheiro para a classe endinheirada que cresce rapidamente no país. A riqueza total das 100 pessoas mais ricas da China chegou a US$ 1,48 trilhão em 2021, em comparação com US$ 1,33 trilhão um ano antes, de acordo com a Forbes.

“Obviamente, o que podemos fazer na China é principalmente ditado pela forma como o governo chinês nos permite operar”, disse David M. Solomon, presidente-executivo do Goldman Sachs, em uma entrevista no mês passado. “Estamos animados pelo fato de que, após um longo tempo, eles estão permitindo que administremos nossa joint venture.”

Não obstante, ele acrescentou, “o relacionamento bilateral EUA-China, a política que envolve a China vai ser complicada”.

Crise imobiliária

Os bancos de Wall Street estão ganhando terreno na China no momento em que uma crise imobiliária está se formando e seu sistema financeiro está começando a cambalear sob o peso de um boom corporativo alimentado por dívidas de muitos anos. A incorporadora imobiliária Evergrande, com cerca de US$ 300 bilhões em dívidas atrasadas, tornou-se a garota-propaganda desses problemas.

Embora tenha evitado por pouco a inadimplência de seus títulos no mês passado, a situação perigosa da Evergrande está causando pânico em outras incorporadoras, o que pode perturbar a economia chinesa em geral. E, embora os problemas da dívida possam criar novas oportunidades bancárias, também criam a imprevisibilidade.

Publicidade

A China está abrandando as restrições à propriedade estrangeira de firmas de serviços financeiros porque concordou com essa ação como parte de um acordo comercial com o governo Trump. “Mas o país poderia facilmente barrar aquelas empresas”, disse Dick Bove, veterano analista bancário do grupo Odeon Capital.

“Vamos dar um ano para eles resolverem seus problemas financeiros”, disse Bove. Depois disso, “eles não mais precisarão dos bancos americanos e podem manda-los embora”.

Os bancos também precisam levar em consideração o tenso relacionamento entre os EUA e a China, embora suas economias estejam profundamente interligadas. A China foi o maior parceiro comercial dos EUA em produtos no ano passado, com US$ 559.2 bilhões em mercadorias trocando de mãos entre as duas nações, de acordo com o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos. Foi o terceiro maior mercado de produtos exportados dos EUA.

O fluxo de bens e serviços tem continuado, apesar da guerra comercial contínua que se intensificou em 2018 depois que o presidente Donald Trump impôs tarifas sobre uma enorme faixa de produtos chineses. O presidente Joe Biden realizou uma cúpula virtual com o presidente Xi Jinping da China na segunda-feira em meio a atritos sobre comércio, ameaças cibernéticas e Taiwan, entre outros assuntos.

Tensões geopolíticas

Tensões geopolíticas envolvendo Taiwan e temores de que manobras militares possam se transformar em hostilidades que sacudiriam os mercados financeiros também pesaram nas mentes dos executivos de finanças.

Publicidade

Seis executivos de bancos de Wall Street, que se recusaram a falar publicamente sobre alguns aspectos de seus negócios por causa das sensibilidades políticas, disseram que, embora tenham saudado os recentes passos da China em direção à abertura financeira, estavam cientes de que o governo chinês poderia a qualquer momento revogar seus direitos de estrangeiros de conduzirem seus negócios. Eles observaram que suas empresas tinham outras bases na Ásia, como Cingapura ou Tóquio, caso precisassem se afastar do continente.

Os banqueiros citaram a repressão de Pequim às empresas de tecnologia, incluindo a gigante do transporte por aplicativo, Didi, a potência da internet, Tencent, e a gigante do comércio eletrônico, Alibaba, como exemplos de outras mudanças de política que podem irritar empresas e investidores estrangeiros. A iniciativa “prosperidade comum” de Xi para resolver a lacuna de riqueza do país, que alertou muitos magnatas locais, também preocupa as empresas estrangeiras.

No ano passado, os reguladores chineses cancelaram o IPO do Ant Group, empresa financeira e de internet controlada por Jack Ma, cofundador do Alibaba. O bilionário e celebridade manteve um perfil discreto e prometeu, junto com outros magnatas dos negócios, bilhões de dólares para instituições de caridade.

Não obstante, os bancos estão avançando. Estão assumindo total controle de joint ventures ou encontrando novos parceiros de negócios. O JPMorgan e o Goldman pretendem expandir suas operações na China, desde a subscrição de ações e ofertas de dívida até o aconselhamento em negócios internacionais e o desenvolvimento de atividades comerciais. O Goldman também tem um vínculo com o ICBC Wealth Management, player local, que lhe dá a chance de administrar recursos monetários para alguns dos 26 milhões de clientes pessoais do ICBC e 730.000 clientes corporativos.

Publicidade

O Bank of America, que tem sido mais lento do que seus rivais em construir uma pegada na China, planeja solicitar permissão para abrir uma corretora. O Morgan Stanley está esperando que os reguladores chineses aprovem um aumento na porcentagem de sua propriedade de sua corretora de valores mobiliários chinesa para 90 por cento. O banco também está tentando aumentar sua participação em uma joint venture de gestão de fundos para 85%.

E ,em setembro, a BlackRock, a gigante da gestão de ativos, levantou US$ 1 bilhão de investidores chineses para o primeiro fundo mútuo estrangeiro do país, três meses após as autoridades darem o aval.

O Citigroup está se concentrando na construção de seus negócios de gestão de patrimônio. Mesmo com a eliminação de algumas operações de banco de consumo no continente, o banco pretende dobrar o quadro de funcionários de seu banco privado na Ásia e se concentrar no atendimento a clientes ricos, inclusive na China, disse Ida Liu, chefe global de banco privado do Citi.

Mas o credor também monitora as políticas chinesas “de perto” e explicou aos clientes que as tensas relações entre os EUA e a China podem trazer mais volatilidade às suas carteiras, disse Liu em uma entrevista em outubro.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
O que este conteúdo fez por você?

Informe seu e-mail

Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • China
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Wall Street
Cotações
31/08/2025 7h56 (delay 15min)
Câmbio
31/08/2025 7h56 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Imposto de Renda 2025: é possível saber em qual lote vou receber a restituição? Saiba como

  • 2

    Golpe do “Pix errado”: veja como funciona e como não ser enganado

  • 3

    Imposto de Renda 2025: a partir de qual valor é preciso declarar?

  • 4

    Imposto de Renda 2025: como saber em qual lote vou receber a restituição?

  • 5

    Os 12 melhores cartões de crédito de 2025 com milhas, cashback e anuidade zero

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Lotofácil da Independência 2025: qual é o horário limite para apostar?
Logo E-Investidor
Lotofácil da Independência 2025: qual é o horário limite para apostar?
Imagem principal sobre o Lotofácil da Independência 2025: faltam quantos dias para o sorteio de R$ 220 milhões?
Logo E-Investidor
Lotofácil da Independência 2025: faltam quantos dias para o sorteio de R$ 220 milhões?
Imagem principal sobre o Quais alimentos da cesta básica estão mais baratos? Veja a lista
Logo E-Investidor
Quais alimentos da cesta básica estão mais baratos? Veja a lista
Imagem principal sobre o Lotofácil da Independência 2025: qual o palpite da IA do Google para o sorteio de R$ 220 milhões?
Logo E-Investidor
Lotofácil da Independência 2025: qual o palpite da IA do Google para o sorteio de R$ 220 milhões?
Imagem principal sobre o Aos 30 anos, quanto dinheiro devo guardar? Confira o valor ideal
Logo E-Investidor
Aos 30 anos, quanto dinheiro devo guardar? Confira o valor ideal
Imagem principal sobre o Quanto preciso ter em economias para a aposentadoria?
Logo E-Investidor
Quanto preciso ter em economias para a aposentadoria?
Imagem principal sobre o Lotofácil da Independência 2025: qual o palpite do Chat GPT para o sorteio especial?
Logo E-Investidor
Lotofácil da Independência 2025: qual o palpite do Chat GPT para o sorteio especial?
Imagem principal sobre o Biometria passa a ser exigida para quem recebe benefícios sociais; veja prazos
Logo E-Investidor
Biometria passa a ser exigida para quem recebe benefícios sociais; veja prazos
Últimas: Comportamento
Buffett ignora diplomas: descubra o que o megainvestidor valoriza em um líder
Comportamento
Buffett ignora diplomas: descubra o que o megainvestidor valoriza em um líder

Buffett rejeita a ideia de que diplomas de elite definem líderes e defende caráter e talento natural como critérios centrais para o sucesso nos negócios

26/08/2025 | 18h11 | Por Ashley Lutz, da Fortune
Tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos eleva aversão a risco de investidores brasileiros
Comportamento
Tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos eleva aversão a risco de investidores brasileiros

Crise ampliou o interesse dos investidores por ativos internacionais e pelo mercado de renda fixa, diz pesquisa da XP

22/08/2025 | 10h58 | Por Daniel Rocha
Aposentadoria em risco: maioria dos brasileiros chega à maturidade sem planejamento financeiro
Comportamento
Aposentadoria em risco: maioria dos brasileiros chega à maturidade sem planejamento financeiro

71% dos entrevistados com mais de 45 anos não têm previdência privada e 32,4% dos não aposentados nunca se planejaram

21/08/2025 | 14h00 | Por Igor Markevich
Moedas mais negociadas em julho: procura do brasileiro por viagem barata e neve coloca surpresa em ranking
Comportamento
Moedas mais negociadas em julho: procura do brasileiro por viagem barata e neve coloca surpresa em ranking

Dólar, no entanto, segue na liderança pelo 10º mês consecutivo, na frente de euro e libra esterlina

14/08/2025 | 13h09 | Por Manuela Miniguini

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2025 Grupo Estado

Logo do 'News E-Investidor'

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade do Estadão e com os Termos de Uso.

Obrigado por se inscrever! A partir de agora você receberáas melhores notícias em seu e-mail!
notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador