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Criptomoedas

Há 12 anos, Bitcoin Pizza Day revolucionava as criptomoedas

De lá para cá, ativo teve valor elevado; empresas do setor têm promoções para celebrar a data

Por Luíza Lanza

21/05/2022 | 6:30 Atualização: 20/05/2022 | 20:22

Em 12 anos, o bitcoin deixou de valer menos que um centavo para alcançar os US$ 30 mil.  (Foto: Envato)
Em 12 anos, o bitcoin deixou de valer menos que um centavo para alcançar os US$ 30 mil. (Foto: Envato)

Quem acompanha o mercado de criptomoedas há pouco tempo e está acostumado a ver o bitcoin valendo dezenas de milhares de dólares pode não acreditar que um dia os ativos foram utilizados para comprar duas pizzas. Isso não só aconteceu como foi um marco para a comunidade BTC, que há doze anos comemora em 22 de maio o Bitcoin Pizza Day.

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Tudo começou em 2010, um ano depois que o bitcoin foi criado com a proposta de ser uma moeda digital e totalmente descentralizada. À época, entusiastas do projeto se conectavam por meio de um fórum de discussões on-line, o Bitcointalk.org. E foi lá que o programador húngaro Laszlo Hanyecz ofereceu, no dia 18 de maio, 10 mil bitcoins em troca de 2 pizzas.

O BTC era adquirido por meio da mineração dos ativos e ainda não possuía valor frente ao dólar; por isso parecia ousado propor que fosse utilizado com qualquer fim comercial. Mas, quatro dias depois, outro usuário do blog embarcou na ‘brincadeira’ e mandou duas pizzas do Papa John’s, rede de pizzarias dos Estados Unidos, para a casa de Hanyecz na Flórida.

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Em troca, ele embolsou os 10 mil ativos no que seria a primeira transação da história envolvendo bitcoin. “É a primeira vez que o bitcoin teve um preço na história, por isso é tão relevante. Até então, era só um experimento tecnológico”, diz Fabricio Tota, diretor de Novos Negócios do Mercado Bitcoin e colunista do E-Investidor.

Como as duas pizzas custaram US$ 41 e foram compradas com 10 mil bitcoins, cada ativo valia US$ 0,0041 em 2010.

Hoje, essas mesmas pizzas custariam ao menos US$ 292,7 milhões, o equivalente a R$ 1,4 bilhão de acordo com a cotação de sexta-feira (20).

Para além do preço, o mais importante foi como a transação deu o pontapé para que os detentores da até então única criptomoeda do mercado começassem a entender o potencial do ativo. “Foi o primeiro grande passo para a aceitação do bitcoin enquanto meio de pagamento. Desde então, não só seu valor, mas também seus fundamentos e propostas foram cada vez mais adotados pela sociedade”, explica Michelle Mafra, gerente sênior de Blockchain e Criptoativos da Bybit no Brasil.

Da pizza aos milhares de dólares

Além de precificar o bitcoin pela primeira vez, a história de 2010 marca o início de uma trajetória de desenvolvimento do bitcoin. Até alcançar a máxima histórica de US$ 68 mil em outubro de 2021, a criptomoeda enfrentou ciclos de altas e baixas para consolidar a tecnologia e as negociações dos ativos.

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Para Ney Pimenta, fundador e CEO da BitPreço, um dos dois principais motivos que permitiram a ascensão da criptomoeda é o protocolo de segurança que permaneceu seguro nestes 12 anos.

O outro parte de um questionamento sobre o poder do Estado de imprimir papel moeda, principalmente após a crise do subprime e a grande desvalorização do dólar em 2008. “Aos poucos, o bitcoin foi se mostrando como um mecanismo mais inteligente e democrático, uma vez que tira esse poder da mão do governo. Muitas pessoas foram entendendo a ideia e apoiando a cripto cada vez mais”, explica Pimenta.

E isso foi se refletindo no preço dos ativos aos poucos. Entre junho e julho de 2010, logo após o episódio das pizzas, o bitcoin subiu para US$ 0,10 até chegar, em 2011, pela primeira vez na casa de US$ 1. Em 2013, quebrou a barreira das centenas de dólares e chegou a valer US$ 1 mil.

O primeiro momento de grande destaque do bitcoin, porém, só foi acontecer em 2017, ano em que a criptomoeda saltou de US$ 1 mil para quase US$ 20 mil. Mas o período deu sequência a um “inverno cripto”, diz Felipe Medeiros, analista e sócio da Quantzed Criptos, escola de tecnologia e educação financeira para investidores.

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Ele conta que, durante os anos de 2018 e 2019, o bitcoin variou entre US$ 3 mil e US$ 10 mil, enquanto todos os outros mercados no mundo continuavam a subir. “A mudança ocorreu logo após o “crash” de covid-19, entre fevereiro e março de 2020, que derrubou o bitcoin novamente para a faixa dos US$ 3 mil. Depois disso, o bitcoin emplacou 14 meses quase de alta quase que interruptamente, atingindo a marca de US$ 64 mil dólares em março de 2022”, explica Medeiros.

A volatilidade faz parte da trajetória do ativo e o momento atual não é diferente. De março até meados de maio, o bitcoin já perdeu mais de 50% de seu valor, penalizado por um movimento de aversão global ao risco. Mas a tese da cripto segue intacta. “Entre um ciclo de alta e outro, é muito comum se ver um ciclo de baixa muito grande, que é o que provavelmente estamos vivendo agora. Isso deve se prolongar por cerca de um ano até iniciarmos a próxima alta”, diz Pimenta, da BitPreço.

No entanto, o preço dos ativos é somente uma das formas de analisar o desenvolvimento do bitcoin. Para os especialistas, é muito provável que voltemos a presenciar momentos históricos para a evolução da cripto como foi o Pizza Day.

“O bitcoin vem crescendo, mas ainda não cresceu tudo o que tem potencial. O número de usuários ainda é muito baixo comparado à quantidade de investidores de ações, por exemplo”, destaca Rocelo Lopes, CEO da Smartpay.

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Regulamentações, adoção por investidores institucionais, popularização dos ativos – muita coisa ainda pode acontecer na indústria. “Ainda é um mercado super novo, muitas outras datas relevantes virão. Essa história da pizza vai ficar para os velhinhos de criptos, muita coisa grande ainda vai acontecer”, brinca Tota, do Mercado Bitcoin.

Promoções para a comunidade cripto

Os entusiastas das criptomoedas também têm motivos para comemorar o Pizza Day, com diversas empresas realizando ações promocionais para o dia, que vão de cashbacks a descontos em cerveja.

Confira as oportunidades:

No Mercado Bitcoin, quem indicar a exchange para amigos até o dia 29 de maio pode ganhar até R$ 150 em bitcoin a depender do número de novas contas abertas que essa indicação gerar. E os indicados também ganham R$ 30 em BTC se movimentarem ao menos R$ 100 na carteira do MB.

Já a BitPreço lançou um desafio nas redes sociais aberto a qualquer pessoa. A ação premiará com uma carteira de R$ 10 mil em bitcoin quem desvendar os 19 enigmas relacionados à cripto escondidos nas ilustrações do artista cearense Abner Dangelo. Para participar, é preciso acompanhar as postagens do ilustrador no Instagram e validar as charadas no site da campanha.

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O Mercado Pago também entrou na onda e vai conceder R$ 10 de cashback a quem abrir conta e fizer a primeira compra de criptomoedas na plataforma, seja em Bitcoin, Ethereum ou Pax Dollar (stablecoin da Paxos). O valor da transação precisa ser de no mínimo R$ 50, e o dinheiro de volta será disponibilizado como saldo em até dois dias.

A hi, empresa global de blockchain que acaba de desembarcar no Brasil, celebra o Pizza Day oferecendo US$ 15 em Bitcoin aos 100 seguidores da comunidade da hi_português no Telegram, que postarem no feed do Instagram ou Twitter o infográfico da empresa sobre o Bitcoin Pizza Day, marcando o perfil @hi_portugues.

No marketplace de criptomoedas Bitfy, os usuários do aplicativo da empresa (SuperApp) que obtiverem o maior número de operações realizadas com criptomoedas no período da campanha, que vai até o dia 22, serão premiados com cupons de desconto nos valores de R$ 150, R$ 120 e R$ 90 na rede Pizza Hut. Para participar, o usuário deve possuir uma conta com cadastro completo e ao menos uma carteira de qualquer criptomoeda aberta.

E para quem mora na cidade de São Paulo e gosta de cerveja, a cervejaria Dogma oferece no domingo 10% de desconto para pagamento em bitcoin em todas as unidades da franquia.

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