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Criptomoedas

Bitcoin a US$ 150 mil vai ficar para 2026? Veja o que dizem os analistas

Incertezas no ambiente macroeconômico minam o apetite a risco dos investidores e impedem o BTC alcançar novas faixas de preço

Por Daniel Rocha

06/11/2025 | 11:04 Atualização: 06/11/2025 | 11:49

Analistas avaliam a cotação atual de bitcoin como oportunidade de investimento (Foto: Adobe Stock)
Analistas avaliam a cotação atual de bitcoin como oportunidade de investimento (Foto: Adobe Stock)

As incertezas no cenário macroeconômico minaram parte das expectativas dos analistas que enxergavam o bitcoin a US$ 150 mil na reta final de 2025. A possibilidade parecia possível com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, que prometeu criar um ambiente favorável às criptomoedas, e com a perspectiva de queda dos juros americanos. Alguns desses eventos até se concretizaram, mas não foram suficientes para sustentar o apetite a risco dos investidores por muito tempo.

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Nesta semana, o bitcoin chegou a ser cotado abaixo dos US$ 100 mil pela primeira vez desde junho deste ano. A depreciação reflete a imprevisibilidade quanto à continuidade da política de flexibilização monetária nos Estados Unidos. No último dia 29, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) reduziu os juros americanos para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, após anunciar o corte de 0,25 pontos percentuais das taxas.

No entanto, Jerome Powell, presidente do Fed, disse à jornalistas que “talvez este seja o momento em que deveríamos esperar pelo menos um ciclo” antes de considerar novos cortes. As declarações surgiram como um ‘banho de água fria’ para a indústria cripto que resultou em uma nova precificação dos ativos de risco. Dados da SosoValue, plataforma de dados de criptomoedas, mostram que os ETFs (Exchange Traded Fund) de bitcoin à vista já registraram uma saída líquida de US$ 901,2 milhões.

A sinalização de que os juros podem permanecer elevados por mais tempo tem pressionado os ativos digitais e reduzido a disposição dos investidores em assumir posições mais agressivas, diz Sarah Uska, analista de criptooativos do Bitybank.

Há ainda o ‘shutdown’ (paralisação da máquina pública) nos Estados Unidos que dura quase 40 dias e passou a ser considerado o maior da história. As estimativas do Escritório de Orçamento do Congresso americano, divulgadas no fim de outubro, apontam que a esta paralisação pode ter um impacto negativo de US$ 7 bilhões a US$ 14 bilhões na economia dos EUA.

  • Leia também: COEs de bitcoin + ouro com proteção e ganho ilimitado: investimentos são oportunidade ou cilada?

O recente ataque hacker ao protocolo Balancer, que causou um prejuízo de mais de US$ 100 milhões em ativos digitais, também azedou o humor dos investidores.

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Para Rony Szuster, head de research do Mercado Bitcoin, o quadro atual – embora não seja o dos melhores – representa mais como um episódio de estresse passageiro do que o início de um inverno critpo (períodos longos de queda).

“A maioria dos fatores em jogo é conjuntural e emocional, mais relacionada ao medo do que a uma deterioração real dos fundamentos”, afirma Szuster.

Ainda assim, esta percepção não torna possível o bitcoin alcançar o patamar dos US$ 150 mil até o fim de 2025, como esperava parte do mercado no início do ano. Para que isso ocorresse, a cotação do ativo digital precisaria subir cerca de US$ 47 mil em menos de dois meses, uma alta considerável em meio às circunstâncias atuais do mercado.

“É importante ser realista: diante da volatilidade atual e das incertezas econômicas globais  alcances tão altos em pouco tempo são improváveis”, afirma Guilherme Prado, country manager da Bitget. “É uma possibilidade acontecer em 2026, mas vai depender do cenário macroeconômico”, acrescenta.

Oportunidade ou cilada no portfólio?

Na manhã desta quinta-feira (6), o bitcoin segue sendo negociado a US$ 102,8 mil, segundo dados da CoinMarketCap. O patamar atual, na avaliação dos analistas, cria uma oportunidade de investimento para os investidores com perspectivas de retorno no longo prazo. A análise se baseia na seguinte perspectiva: o desempenho do BTC pode mudar de direção com a melhora no cenário macroeconômico, especialmente quando o shutdown dos EUA for solucionado.

“Em algum momento, isso vai passar. O governo dos EUA não vai parar totalmente. Quando o shutdown finalizar, o bitcoin deve voltar a subir pelo aumento de liquidez no mercado”, diz André Franco, analista de investimentos cripto e CEO da Boost Research

A paralisação da máquina pública dos EUA iniciou em outubro em função da falta de consenso no Congresso sobre o orçamento de 2026. Na prática, esses eventos resultam a suspensão de trabalhos não essenciais dos órgãos federais, deixando milhares de funcionários públicos sem salário até que o problema seja resolvido. Embora impacte o apetite a risco dos investidores, a situação fortalece o valor de sistemas resilientes e descentralizados, que sustentam a economia cripto, no médio e longo prazo.

“Esse período de incerteza estimula estratégias diversificadas e a adoção global à medida que os investidores buscam estabilidade em alternativas descentralizadas”, avalia Gracy Chen, CEO da Bitget.

Além disso, Trump voltou afirmar que pretende transformar o país em uma “superpotência” do setor cripto e de inteligência artificial (IA) para enfrentar a China na corrida tecnológica global, ao discursar no fórum America Business nesta quarta-feira (5), em Miami.

Com informações do Broadcast

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