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Criptomoedas

FTX: Ex-CEO Sam Bankman-Fried confessa: ‘Erramos muito’

Em entrevista, ex-executivo foi perguntado se usou dinheiro de clientes na empresa-irmã Alameda Research

Por Steven Zeitchik, Bloomberg

02/12/2022 | 13:35 Atualização: 02/12/2022 | 13:35

Sam Bankman-Fried, CEO da FTX Foto: Bloomberg Images
Sam Bankman-Fried, CEO da FTX Foto: Bloomberg Images

Na quarta-feira, em uma cena nada comum para um magnata das finanças falido, o ex-CEO da FTX, Sam Bankman-Fried, tentou parecer arrependido pelo prejuízo de bilhões de clientes, mesmo dizendo que não tinha muita ideia do que estava acontecendo com a empresa que fundou.

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“Não misturei fundos de forma consciente”, disse Bankman-Fried durante uma entrevista para o New York Times transmitida ao vivo, em uma tentativa de resposta para a grande questão em torno da FTX: ele usou o dinheiro dos clientes da plataforma de criptomoedas para financiar as transações na Alameda Research, empresa-irmã da firma que ele construiu?

“Eu não estava administrando a Alameda. Não sabia o que estava acontecendo”, disse. “Muito do que estava acontecendo só fiquei sabendo no mês passado.”

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Bankman-Fried fez os comentários durante o DealBook Summit, organizado pelo New York Times em Nova Iorque, onde foi entrevistado por Andrew Ross Sorkin, colunista do jornal. O empresário de 30 anos, que deu apenas algumas entrevistas por áudio e por escrito desde a falência de sua outrora bem-sucedida empresa no início deste mês, participou de forma remota, vestindo uma camiseta preta e falando de um local não revelado nas Bahamas, onde vive.

Parecendo um pouco nervoso enquanto vez por outra bebia um gole de uma lata de água com gás da La Croix, Bankman-Fried falou num tom de responsabilização individual durante toda a sessão.

“Veja só, estraguei tudo. Eu era o CEO da FTX. Não canso de repetir. Isso significa que tinha uma responsabilidade. Nós erramos muito”, afirmou.

Mas depois passou grande parte da entrevista fugindo da responsabilidade, dando explicações sobre por que ele não devia receber a culpa pelos clientes da FTX serem impedidos de sacar seu dinheiro. “Acho que estava com medo, nervoso por causa do conflito de interesses”, disse a respeito de sua ignorância declarada em relação a como a Alameda realizava e financiava seus negócios. Porém, Ross Sorkin insistiu e questionou como isso era possível, já que ele até vivia com algumas das pessoas no comando da Alameda.

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A FTX deve mais de US$ 3 bilhões aos credores, de acordo com os recentes documentos da solicitação de falência, e muitos vão tentar recuperar seu dinheiro em um processo que pode levar anos para ser concluído.

Quando questionado de onde vinha dinheiro de suas generosas doações para campanhas eleitorais, Bankman-Fried disse que a FTX não era a fonte. “Basicamente, lucros”, respondeu.

O evento proporcionou uma cena incomum: geralmente, alguém no centro de inúmeras investigações não aparece para um bate-papo em público. Quando Ross Sorkin perguntou se os advogados dele achavam uma boa ideia dar entrevistas, Bankman-Fried disse: “Não muito”. Mas ele contou que não queria “sumir do mapa” porque tem “o dever de explicar o que aconteceu e a obrigação de tentar ajudar [os clientes]”. No entanto, não especificou o que esses esforços acarretavam.

Bankman-Fried disse que seu patrimônio pessoal foi liquidado. Ele agora tem apenas um cartão de crédito, contou. “Investi tudo o que tinha na FTX”, afirmou, negando ter guardado quaisquer recursos.

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Quando perguntado se havia mentido no passado, disse: “Não lembro de nenhuma vez em que menti”, acrescentando que, às vezes, “atuava como um representante, um marqueteiro, para a FTX”. Ele disse que com frequência se perguntava: “Como posso, de uma forma sincera, falar da FTX do modo mais convincente possível?”.

“Sem dúvidas gostaria de ter gasto mais tempo refletindo sobre os aspectos negativos”, afirmou.

Demissões

Os comentários do ex-CEO da FTX aconteceram no mesmo dia em que a plataforma de criptomoedas Kraken anunciou uma redução drástica de efetivos. A empresa – a terceira maior exchange em volume – disse que iria demitir 1.100 funcionários, cerca de 30% de sua equipe.

“Desde o início deste ano, fatores macroeconômicos e geopolíticos atormentaram os mercados financeiros. Isso resultou em volumes de negociação bem mais baixos e menor participação de clientes”, escreveu o CEO Jesse Powell num post do blog da empresa. “Infelizmente, as influências negativas nos mercados financeiros continuam.”

A notícia surgiu quando o bitcoin, indicador de investimentos em criptomoedas, ultrapassou os US$ 17 mil pela primeira vez desde que a FTX declarou falência há quase três semanas. Entretanto, o ativo digital continua em baixa de 16% este mês.

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No mesmo dia, também no DealBook Summit, a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse que “continua bastante cética” sobre as criptomoedas como investimento e chamou a falência da FTX de “momento Lehman” do setor, referindo-se ao banco cuja falência desencadeou um efeito dominó em 2008. “Este é um setor que precisa de verdade de uma regulamentação adequada”, disse ela. “Mas não tem.”

Tradução de Romina Cácia

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