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Direto da Faria Lima

Urânio, terras raras e defesa: gestora Global X dobra de tamanho com teses pouco comuns no Brasil

Gestora foca em BDRs de ETFs para trazer ativos com liquidez e temas em alta no exterior para a B3; no pipeline, vê espaço para novos lançamentos ainda neste semestre

Por Luíza Lanza

09/03/2026 | 5:30 Atualização: 10/03/2026 | 13:29

Flávio Vegas, especialista de produtos da Global X. (Foto: Divulgação/Global X com arte de Victoria Fuoco)
Flávio Vegas, especialista de produtos da Global X. (Foto: Divulgação/Global X com arte de Victoria Fuoco)

Quando um produto de investimento ganha tração no mercado, ele vai levando junto todos os players daquele mercado, até os considerados mais nichados. Foi o que aconteceu em 2025 com os Exchange Traded Funds (ETFs) brasileiros, que em 2025 receberam R$ 22,8 bilhões, a quarta maior captação líquida de toda a indústria de fundos ano passado.

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Esse fluxo ajudou também os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) de ETFs, uma sopa de letrinhas usada para se referir aos ativos emitidos e listados na B3, que possuem como lastro cotas de ETFs emitidos no exterior. É o nicho da Global X, que viu o patrimônio sob gestão mais do que duplicar no ano passado até os atuais US$ 35 bilhões.

A casa é especialista em produtos temáticos e viu a captação crescer apoiada nos BDRs de ETFs de commodities, principalmente urânio, prata e cobre, além de inteligência artificial e um ativo de Argentina.

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“A maioria dos ETFs de commodities no Brasil replicam a variação do material. Os nossos dão exposição a empresas mineradoras ou de refinamento, é uma alocação diferente e que teve bastante demanda”, explica Flávio Vegas, especialista de produtos da Global X. “O investidor brasileiro usa bastante commodities no portfólio e queremos que, quando ele procure por esse tipo de exposição, saiba que a Global X oferece essas estratégias. Fazer isso via ETF ou BDR de ETF é mais simples.”

Não são ativos que vão representar a maior parte dos portfólios; e a gestora tem ciência disso. Mas acredita que há espaço para uma parcela de 10% da alocação nas estratégias temáticas, como uma maneira de aumentar o alfa da carteira e também oferecer maior descorrelação de riscos. “São temos que não seguem necessariamente o ciclo econômico tradicional”, explica.

Para continuar a crescer na esteira do bom momento desse mercado, a gestora vem trabalhando a marca, com esforços de relacionamento para se aproximar de assessores, consultores e escritórios de agentes autônomos. É um trabalho para crescer a marca Global X no País e chegar aos profissionais que são a ponte com o investidor final. Nessa jornada, a gestora percebeu que muitos deles sequer sabiam da existência de ativos temáticos, listados há anos, no Brasil, conta Vegas.

A popularização dos modelos fee-based, em que o serviço é cobrado por uma taxa fixa mensal e não sobre comissão dos produtos recomendado, tende a ajudar. No exterior, esse foi um dos principais gatilhos para destravar a indústria de ETFs. Aos poucos, essa transição começa a acontecer no mercado brasileiro também.

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É uma pauta que as gestoras de ETFs têm encabeçado juntas, independente do nicho específico de atuação. “O mercado vem trabalhando iniciativas em conjunto para fornecer esse educacional”, diz Vegas. “Todo mundo está tentando trazer o dinheiro. Só depois, quando ele começar a entrar de verdade, cada um vai fomentar as estratégias específicas. É preciso que o bolo cresça antes de tentar dividir.”

As mega tendências temáticas

Depois do boom de 2025, boa parte das gestoras está trabalhando nas estratégias de renda fixa para continuar a crescer. Contamos sobre essa tendência aqui. 

Mas a Global X não quer perder o foco daquilo que faz de melhor: os ativos temáticos, com teses que dificilmente o investidor consegue acessar no Brasil se não for pelos BDRs de ETFs.

Por ser uma asset internacional, a sede brasileira não precisa de estrutura robusta, com backoffice, gestores, analistas de execução para fazer o rebalanceamento das carteiras, criação ou destruição de cotas. Tudo isso acontece nos EUA. O papel do escritório no Brasil é fazer a curadoria dos mais de 400 ETFs da Global X no exterior e selecionar aqueles que podem fazer sentido na composição do portfólio do investidor brasileiro para trazê-los para a B3 via BDR. A régua é por relevância do tema e liquidez – só são listados aqui aqueles ativos que lá fora negociam mais do que US$ 1 milhão por dia.

Esse modelo tem uma vantagem tributária: a gestora não cobra taxa de administração sobre os BDRs, o cotista paga apenas a taxa do fundo original listado lá fora. Não há uma cobrança dupla, como acontece com alguns ETFs locais que compram ETFs lá fora. Mas o diferencial mesmo – onde a Global X quer se posicionar como pioneira para capturar o crescimento desse mercado no País – são os temas.

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Para o primeiro semestre de 2026, está no pipeline expandir a prateleira de estratégias com quatro novos BDRs. Todos eles, raros na grade da B3. Os lançamentos devem ser ligados a defesa e tecnologia, exploradoras de ouro, terras raras e um produto da Colômbia.

“São temos muito em alta no exterior e queremos que o investidor não precise sair do Brasil para acessar. Dá para fazer pela B3”, diz Flávio Vegas.

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