A XP está lançando três carteiras recomendadas voltadas ao mercado de ETFs (fundos de índices) listados na B3. As carteiras, que terão divulgação mensal, serão divididas em Seleção Conservadora, Moderada e Sofisticada.
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A XP está lançando três carteiras recomendadas voltadas ao mercado de ETFs (fundos de índices) listados na B3. As carteiras, que terão divulgação mensal, serão divididas em Seleção Conservadora, Moderada e Sofisticada.
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Na seleção conservadora para maio, o maior peso está na classe pós fixado, com 72,5%. Dentro deste porcentual, 30% é recomendado em LFTX11, que utiliza como referência o Índice Tesouro Selic Low Turnover B3, outros 20% é indicado em LTBX11, lastreado no ITBR 760 – Índice Teva ITBR Target 760, outros 17,5% estão no NLFA11, com referência no Índice Letras Financeiras da Anbima, enquanto 5% foi recomendado no GICP11, lastreado no Índice Teva Debêntures DI Quality High Beta.
Ainda na composição do portfólio conservador, 12,5% ficou alocado em inflação, dividido em 6,5% em XB3011 e 6% no XB3511, que utilizam como referência o Índice Idex NTN-B 30 e o Índice Idex NTN-B 35, respectivamente. No prefixado, a escolha foi pelo PREX11, lastreado no IRF – M P2.
Outros 2,5% estão na renda fixa global, por meio do HGBR11, que utiliza como referência o iBoxx USD Liquid Investment Grade BRL Hedge Carry Index, mais 2,5% da carteira ficou em renda variável global, no ETF SPXH11, lastreado no Índice S&P 500 Futures Quanto USD-BRL Currency Adjusted Index e 3,5% em fundos listados, por meio do XFIX11, baseado no IFIX-L.
O portfólio moderado para este mês é composto por 32,5% em pós fixado, dividido por 19% em LTBX11, 9% em NLFA11 e 4,5% em GICP11. Outros 34% estão em inflação, sendo 17% em o ETF XB3011 e o mesmo porcentual para XB3511. Prefixado ficou com 10%, sendo o ETF escolhido o PREX11.
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A carteira tem ainda 9% em renda variável Brasil, sendo 6% em DIVO11,que utiliza como referência o Índice de Dividendos da B3 (IDIV), e outros 3% em PIBB11, lastreado no IBRX-50. Com 4% para cada ETF, a carteira conta com o SPXH11 na renda variável global, o XFIX11 em fundos listados e o GOLX11, lastreado no Índice Futuro de Ouro B3, em alternativos. A renda fixa global, por meio do HGBR11, ficou com 2,5%.
Na carteira de adota um pouco mais de risco, o maior porcentual ficou com a inflação, com 37,5%, dividido em 19% para o XB3011 e 18,5% para o XB3511. O pós fixado cai para 12,5% de peso na carteira, sendo 7% em LTBX11, 3% em NLFA11 e 2,5% em GICP11. Na renda variável Brasil, o portfólio tem 17,5% de peso, sendo 12% em DIVO11 e 5,5% em PIBB11. Fundos listados tem 9,5%, com o ETF XFIX11, 7,5% em prefixado com o PREX11, 7% em alternativos com o GOLX11, 6% em renda variável global, com o SPXH11 e 2,5% na renda fixa global, por meio do EFT HGBR11.
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