• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Direto da Faria Lima

O plano do Family Office dos sócios do Patria para conquistar 10% do mercado nacional de gestão de patrimônio

Tera Capital quer bater R$ 40 bilhões sob gestão até 2030, sem perder a qualidade do serviço hoje prestado a 14 famílias; aquisições na América Latina estão no radar

Por Luíza Lanza

20/01/2026 | 9:37 Atualização: 28/01/2026 | 19:21

Em ordem: André Penalva, Ana Paula Rizzo, João Paulo Vaz, Fábio Vidigal, Sérgio Mattar e Jonas Rinaldelli, da TERA Capital. FOTO: Felipe Rau/Estadão
Em ordem: André Penalva, Ana Paula Rizzo, João Paulo Vaz, Fábio Vidigal, Sérgio Mattar e Jonas Rinaldelli, da TERA Capital. FOTO: Felipe Rau/Estadão

A TERA Capital nasceu em 2015 para gerir o patrimônio dos quatro sócios fundadores do Patria Investimentos. Aos poucos, foi aceitando novos clientes até atingir os atuais R$ 12 bilhões em ativos sob gestão. Agora, a meta é atingir R$ 40 bi em AuM (assets under management) até 2030 e se consolidar como o family office de referência no País.

Leia mais:
  • Os planos para 2026 da gestora que triplicou de tamanho em 2025 com ETFs
  • A estratégia da Manchester Investimentos para chegar a R$ 100 bilhões sob custódia
  • A armadilha da renda fixa: por que o CDI engana e empurra fortunas de famílias para o exterior em 2026
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O termo “referência” é utilizado pelo CEO Fábio Vidigal para ilustrar o objetivo de não ser só uma vitrine para o mercado de multi family offices brasileiro, mas um ponto de apoio na vida dos clientes ultra high net worth, aqueles com patrimônio acima de R$ 300 milhões. “Temos uma expertise na parte de investimento, mais ainda na parte internacional, que é difícil em outras casas. E entendemos que para esse cliente é necessário uma oferta global de serviços, com uma visão multigeracional”, diz.

Mas o caminho para mais do que duplicar o patrimônio sob gestão não vem necessariamente de ampliar a base de clientes – hoje, são 14. E sim de escalar o patrimônio que já está dentro de casa.

Publicidade

Invista com o apoio de conteúdos exclusivos e diários. Cadastre-se na Ágora Investimentos

Assim, a TERA não perde o o DNA de serviço boutique, feito no acompanhamento dos investimentos, mas também da vida tributária e familiar dos clientes. “A escalabilidade acaba tendo um impacto negativo na qualidade quando se tem um número muito grande de clientes. Não perdemos isso de foco, não é R$ 40 bilhões a qualquer custo”, destaca o sócio-executivo Jonas Rinaldelli.

Para conseguir essa dobradinha – manter a qualidade do serviço e crescer –, desde 2024 o escritório vem reforçando o time com a chegada dos sócios João Paulo Vaz, CIO e responsável pela gestão global de portfólios de longo prazo; e Sérgio Mattar, especializado em clientes ultra high net worth. No ano passado, a TERA trouxe André Penalva como sócio sênior e head of international affairs, que ficará no escritório em Nova York para reforçar a ponte com o mercado americano, um dos focos da alocação. Hoje, cerca de 85¨% dos ativos são investidos no exterior.

Aquisições também não estão fora do radar. O foco é a América Latina, em mercados como Chile, Peru e Colômbia.

Nos investimentos, private equity e FIDCs

Na gestão de fortunas, a alocação costuma ter um objetivo único: perpetuar o patrimônio dos clientes por gerações. Cada casa adota uma estratégia específica, mas, no geral, é preciso construir uma carteira de investimentos que sobreviva por diversos ciclos econômicos.

Na TERA, essa descorrelação de riscos vem em grande parte de investimentos alternativos, principalmente o private equity. O MFO tem cerca de 25% do portfólio na classe, com um programa próprio que prevê investimentos mínimos de US$ 70 milhões por ano, uma carteira que já soma US$ 600 mi e um advisor externo contratado para monitorar a gestão dos fundos investidos e dados desse mercado.

Publicidade

Via private equity, a casa consegue acessar empresas maduras, de setores da economia relevantes, mas que não estão presentes na Bolsa. Fugindo da concentração dos índices de ações, como o S&P 500 ou o Nasdaq. “O investimento privado beneficia pela capacidade de capilaridade do investimento, diversificando o portfólio de maneira muito estratégica. A ideia do programa não é apostar em um ambiente, em um ano, mas a cada safra pesar a mão em alguma subclasse de private equity para conseguir entregar um portfólio que capture o melhor tipo de retorno para o cliente”, explica Sérgio Mattar.

É ao contrário, como o João bem colocou, tem uma série de empresas que estão no setor privado, que não conseguem se tornar público. Não estão listadas, é um estágio muito maduro, cobrindo alguns setores da economia e tecnologia, que não estão presentes na Bolsa. Quando você compra o S&P, você não captura nada disso. O investimento privado, ele te beneficia justamente por essa capacidade de capilaridade.

Não é como se a casa não tivesse nada de Brasil nas carteiras. No país da renda fixa, é o crédito privado que chama a atenção, mas com a seletividade para não expor os clientes a qualquer risco; especialmente ao risco ruína.

Com os spreads dos títulos de dívida corporativa muito comprimidos, a casa prefere originar o próprio crédito via Fundo de Investimento em Direitos Creditório (FIDCs). Assim, corta o intermediário, em uma estrutura eficiente em termos de tributação, mas com controle total do portfólio, podendo fazer o batimento das carteiras, monitorar os movimentos de cessão e a liquidez, o que reduz a possibilidade de exposição a fraudes.

Publicidade

As cotas subordinadas e mezanino ficam com os clientes. As sênior, com institucionais, com aportes de nomes como Itaú e Bradesco – uma via positiva de mão dupla para a TERA, já que, além do dinheiro, o aporte dos institucionais trazem credibilidade ao trabalho que está sendo feito.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Family Office
  • Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs)
  • Patria Investimentos
  • Private equity
Cotações
06/03/2026 10h41 (delay 15min)
Câmbio
06/03/2026 10h41 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    “Da Conta Delas” estreia com debate sobre dinheiro, autonomia e os tabus que cercam as mulheres

  • 2

    Carteiras recomendadas de março: bancos e corretoras apostam em seletividade após rali de 17% do Ibovespa

  • 3

    Guerra no Oriente Médio muda rumo do dólar e pressiona o Brasil; cotação pode chegar a R$ 5,50

  • 4

    Ibovespa hoje tem 2ª maior queda diária do ano e só 7 ações fecham em alta

  • 5

    Dinheiro é poder: especialistas explicam como a autonomia financeira amplia a liberdade das mulheres

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: qual grupo recebe hoje (06)?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: qual grupo recebe hoje (06)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é disponibilizado o comprovante de rendimentos?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é disponibilizado o comprovante de rendimentos?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 8 despesas médicas que não são dedutíveis
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 8 despesas médicas que não são dedutíveis
Imagem principal sobre o Saque calamidade do FGTS: moradores de locais com deslizamentos de terra têm direito ao saque?
Logo E-Investidor
Saque calamidade do FGTS: moradores de locais com deslizamentos de terra têm direito ao saque?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos?
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (05)?
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (05)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o informe de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o informe de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo CAIXA Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo CAIXA Cidadão
Últimas: Direto da Faria Lima
Fleury chega aos 100 anos com geração de caixa recorde; CEO revela planos para 2026
Direto da Faria Lima
Fleury chega aos 100 anos com geração de caixa recorde; CEO revela planos para 2026

Em entrevista exclusiva ao E-Investidor, Jeane Tsutsui e o CFO José Filippo falam sobre controle de custos, crescimento orgânico e oportunidades de M&A, apesar do cenário macroeconômico adverso

06/03/2026 | 09h59 | Por Anderson Figo
Após deixar Nord, Bruce Barbosa vai abrir casa concorrente
Direto da Faria Lima
Após deixar Nord, Bruce Barbosa vai abrir casa concorrente

Ex-sócio da casa de análises vai montar a Atlas Valorum nos moldes do antigo negócio

05/03/2026 | 16h07 | Por Marília Almeida
Após IPO, Agibank abre gestora e mira mercado de FIDCs
Direto da Faria Lima
Após IPO, Agibank abre gestora e mira mercado de FIDCs

Agi Asset terá governança independente do banco e quer focar sua atuação no segmento de crédito, em que a empresa já é especializada; primeiro fundo deve ser lançado ainda este mês

05/03/2026 | 12h42 | Por Luíza Lanza
Kelly Gusmão, da Warren, cria multifamily office para atender mulheres
Direto da Faria Lima
Kelly Gusmão, da Warren, cria multifamily office para atender mulheres

Ella Wealth ainda tem entre suas sócias Ana Toledo, CEO da gestora Hyperion, e Liana Selles, ex-Stone e Loggi

04/03/2026 | 08h00 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador