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Educação Financeira

Como e quando falar sobre dinheiro com os filhos?

Em tempos de preços altos e corte de gastos, essa se torna uma tarefa ainda mais importante para os pais

Por Daniel Reis

28/05/2022 | 6:00 Atualização: 27/05/2022 | 12:55

Para especialistas, não há uma idade correta para se começar a discutir sobre dinheiro. Foto: Envato Elements.
Para especialistas, não há uma idade correta para se começar a discutir sobre dinheiro. Foto: Envato Elements.

Apesar de não ser fácil educar financeiramente as crianças, as orientações sobre como administrar o dinheiro devem começar desde cedo. Em tempos de preços altos e corte de gastos, essa se torna uma tarefa ainda mais importante para os pais. Em abril, 77,7% das famílias brasileiras encerraram o mês com alguma dívida, a máxima histórica já registrada, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

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Para especialistas, não há uma idade correta ou ideal para se começar a discutir sobre o tema. As informações devem ser introduzidas pouco a pouco, acompanhando o desenvolvimento dos pequenos. “O dinheiro faz parte da nossa vida e deve ser abordado de forma bem natural”, diz Carol Stange, educadora em finanças pessoais.

Ela indica que, no início e meio do período correspondente à primeira infância, os responsáveis pela criança abordem sobre a necessidade de tomar cuidado com o dinheiro, explicar que não se trata de um brinquedo e deve ser guardado.

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Já aos cinco anos, é possível introduzir a criança nos processos, deixando que ela pergunte quanto custa o valor de algo ou pedindo o troco em alguma eventual compra. Até que ela tenha maturidade para, de fato, fazer as próprias escolhas com o dinheiro.

“Quando a criança começa a externar alguns desejos, os pais podem começar a dar um dinheiro de forma eventual. Se ela tem interesse em comprar coisas para si, um jogo, um álbum de figurinhas, um gibi ou um doce fora de hora”, afirma Stange. Ela recomenda que esse passo seja dado a partir dos seis anos de idade.

A necessidade de ensinar a criança a fazer escolhas é citada pelos especialistas como parte relevante do processo de educação financeira. Segundo Marcia Dessen, planejadora financeira e diretora da Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar), é importante falar que o dinheiro é finito e que o consumo deve ter um limite. “O desafio dos pais aumenta muito quando a sociedade estimula esse consumo desenfreado”, aponta Dessen.

Ela cita ainda que o cartão de crédito é, muitas vezes, o vilão para saber encontrar esse limite. “A criança tem que entender isso. Quantas vezes ouvimos a mãe dizendo que não tem dinheiro e a criança sugerindo a compra no cartão? Não há mágica”, diz a diretora da Planejar. Em abril, 88,8% das famílias que contraíram dívidas utilizaram esse método de pagamento.

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“Queremos comprar tudo, mas em limites vamos quebrar. Muitos adultos só aprenderam isso depois de  ter o próprio nome sujo”, diz Carol Stange.

A educadora em finanças pessoais entende que as “semanadas” ou “mesadas”, dependendo da idade, podem ser uma forma educativa de fazer a criança entender que é necessário administrar os recursos, mesmo que o valor inicial seja muito pequeno.

“Começa dando uma semanada, que é mais fácil para a criança administrar. É um valor baixo, um dinheiro de aprendizado, e a criança não deve ter necessidade de comprar algo mais do que isso. O valor indicado é o da mesma idade da criança”, afirma Stange.

Segundo ela, a quantia não pode ser elevada. Isso porque, nesse caso, a escassez ensina mais do que a fartura e, se sobrar dinheiro na mão da criança mesmo após ela satisfazer todas as vontades, o intuito educativo não está sendo cumprido.

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Já na adolescência, o indicado é que seja aplicada a “quinzenada”. “O valor é muito subjetivo, vai depender das necessidades. Precisa refletir a finalidade também”, diz Stange.

Adélia Glycerio, advogada e educadora financeira, aconselha que, durante todas as idades, os pais também incentivem as crianças a economizar. Segundo ela, é necessário fazer o pequeno entender a importância de guardar 10% ou 20% para uma compra futura. “Dessa forma, ela vai virar um adulto consciente disso. Vai levar esse hábito de economizar para a vida”, diz Glycerio.

De acordo com a advogada, as questões financeiras também devem ser compartilhadas com os filhos, pois o diálogo faz parte do processo educativo. “Não é bom omitir a situação financeira da família. Às vezes dá para soltar mais, outros momentos tem que apertar o cinto”, recomenda.

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