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Educação Financeira

Criptomoeda: o que é, como funciona e se vale investir

Apesar de atrativas, moedas digitais exigem cautela em trocas comerciais

Por Lucas Baldez

21/03/2020 | 20:33 Atualização: 07/10/2022 | 11:19

Bitcoin é uma das principais criptomoedas (Foto: Michael Wuensch/Pixabay)
Bitcoin é uma das principais criptomoedas (Foto: Michael Wuensch/Pixabay)

Hoje em dia quase ninguém mais anda com moedas no bolso. De uns anos para cá, o dinheiro em espécie está circulando cada vez menos. Além dos cartões de crédito e débito e de smartphones, as transações financeiras do século XXI também passaram a ser feitas com moedas digitais, conhecidas como criptomoedas.

Leia mais:
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O que é criptomoeda?

A criptomoeda é uma moeda digital, com lógica similar a do dinheiro em espécie. Ela auxilia na compra e venda de bens e serviços por meio de transações virtuais. O nome vem do sistema de criptografia que confere as transações e tem como maior objetivo a segurança. A mais conhecida das criptomoedas é o Bitcoin.

Como funcionam as criptomoedas?

Entenda as fases do processo de produção das criptomoedas até chegar ao uso em transações.

1. Produção

Apesar de ter características comuns a outras moedas por ser um meio de troca, as criptomoedas têm distinções bem marcantes. O detalhe mais importante é que elas não são produzidas nem reguladas pelo banco central de um governo. Quem as produz são os próprios usuários (mas isso vamos explicar mais adiante).

2. Comercialização

As transações financeiras com criptomoedas não precisam de um intermediário (como os bancos), igual ocorre em movimentações de moedas como o dólar, o euro e o real.

Dessa forma, uma pessoa pode transferir dinheiro ou realizar um pagamento a outra pela internet sem a ajuda de terceiros. Além da agilidade, esta nova lógica de movimentação financeira reduz também o custo das operações.

3. Comprovantes de transações

Em vez dos bancos, há um sistema chamado blockchain, onde ficam registradas publicamente as transações realizadas em criptomoedas. Porém, todas as informações sobre as “contas” de cada usuário são sigilosas e guardadas com segurança.

4. Moeda virtual, carteira virtual

As moedas adquiridas ficam armazenadas em uma carteira virtual e protegidas com criptografia. Como uma espécie de conta de cada um, os usuários utilizam códigos com letras e números para as transações. Depois da transferência, assim como costuma ocorrer com a maioria das transações bancárias, o negócio não pode mais ser desfeito.

Principais tipos de criptomoedas

As principais moedas digitais do mercado atualmente são as seguintes:

  • Bitcoin;
  • Ripple;
  • Litecoin;
  • Ethereum;
  • Zcash.

Algumas delas foram criadas como uma possível alternativa ao Bitcoin, outras com o objetivo de concorrer com a mais famosa, mas cada uma delas possui suas particularidades e variações.

Por que investir em criptomoedas e riscos?

O mercado de criptomoedas acaba sendo bem atraente para investidores pela possibilidade de gerar lucros superiores a 1.000% em determinados períodos.

Mas esta é uma faca de dois gumes. Os prejuízos podem ser enormes também. Por isso, é importante estar sempre antenado a informações precisas sobre este mercado para saber quando, quanto e quais criptomoedas comprar.

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Dessa forma, não há segredo, para minimizar os riscos de perder dinheiro, é preciso estudar e conhecer bem como o mercado funciona. Com isso, você saberá quando é hora de comprar e vender ativos ou ajustar sua carteira de investimentos.

Valores das criptomoedas

As cotações de moedas digitais são muito voláteis. Porém, no comparativo dos últimos anos, é possível ver que houve uma valorização em relação a diferentes criptomoedas.

Na tabela, a seguir, você pode conferir qual foi o valor da cotação de 3 principais criptomoedas no mesmo período dos anos de 2020, 2021 e 2022.

Criptomoeda

31/03/2020

31/03/2021

31/03/2022

Bitcoin (BTC)

US$ 6.319,20

 US$ 59.021,72

US$ 226.416,75

Ethereum (ETH)

US$ 132,48

 US$ 1.914,15

US$ 3.275,79

Riple XRP (XRP)

US$ 0,17

 US$ 0,57

US$ 0,87

A história do Bitcoin

A primeira criptomoeda da história, o Bitcoin nasceu sem valer nada e só ultrapassou a barreira de 1 dólar em 2011. Com uma crescente demanda nos anos seguintes, chegou ao patamar de US$ 67.392,84 em novembro de 2021. Seu valor é bastante volátil e depende exclusivamente da oferta e da demanda deste mercado.

Mistério por trás da moeda

Tudo começou com um artigo publicado em 2008 com a misteriosa assinatura de Satoshi Nakamoto, considerado o pai do Bitcoin, primeira moeda virtual do mundo, que foi lançada no ano seguinte.

Diz-se “misteriosa” porque a identidade do criador nunca foi confirmada na vida real.

Até hoje não se sabe se este é apenas um codinome de alguém ou se representa um grupo de pessoas. O fato é que, mesmo virtual, a moeda é uma realidade e já movimentou mais de R$ 50 trilhões desde que foi criada.

Competição por Bitcoin

O negócio funciona da seguinte maneira: computadores conectados à rede criada por Nakamoto competem em desafios matemáticos por dias para conquistar o acesso a blocos de Bitcoin.

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O processo, chamado de “mineração”, é estruturado para que a moeda seja produzida de forma gradual, chegando ao total de 21 milhões de unidades no ano de 2140. A produção foi pensada para crescer aos poucos e só terminar daqui a 120 anos.

Em 2009, qualquer interessado podia acessar o sistema para conquistar a moeda. Mas, com a popularização do Bitcoin, a disputa ficou mais acirrada e agora só computadores mais potentes e os desenvolvidos especificamente para este fim conseguem receber moedas com a “mineração”.

Outro caminho para ter a criptomoeda é, claro, comprando. Para isso, é preciso procurar corretoras que realizam o negócio, da mesma maneira como se adquire ações.

Ainda, não se pode esquecer que outra maneira “simples” de ter acesso aos Bitcoins é aceitando a moeda como meio de pagamento em transações virtuais.

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