• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Como renegociar a dívida do financiamento do seu carro

Peça uma pausa, pesquise o mercado e só então renegocie o contrato

Por Thiago Lasco

12/05/2020 | 14:00 Atualização: 04/06/2020 | 17:38

Imagem ilustrativa de homem dirigindo um carro (Foto: Pixabay)
Imagem ilustrativa de homem dirigindo um carro (Foto: Pixabay)

O setor automotivo é um dos mais impactados pela crise do coronavírus. Com as atuais restrições de deslocamento e as incertezas econômicas para o futuro, o País teve o pior quadrimestre em 14 anos na venda de veículos novos, com queda de 75,9% dos negócios só no mês de abril. Porém, além de não conseguir comprar, muitos brasileiros estão com dificuldades de terminar de quitar o financiamento do carro que já possuem.

Leia mais:
  • Como renegociar a dívida do financiamento da casa própria
  • Como negociar a dívida do cartão de crédito
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Por isso, o E-Investidor conversou com Carlos Castro, planejador financeiro CFP pela Planejar, e Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos, sobre como o consumidor deve proceder para renegociar essa dívida.

O primeiro conselho dos dois especialistas é: não espere o vencimento da próxima parcela para tomar uma providência. O ideal é procurar a instituição financeira assim que perceber que terá dificuldades em honrar os pagamentos.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O banco tem um sistema de pontuação para discernir os bons e os maus pagadores. Quando atrasa o pagamento, você vai pontuando negativamente e sua situação fica mais difícil”, explica Simone.

Pior ainda é simplesmente parar de pagar e ficar em silêncio, sem fazer contato algum com o banco. Isso poderá acionar o mecanismo contratual que levará à perda do bem. É preciso encarar o problema de frente.

Peça uma pausa e se reorganize

A primeira providência a ser tomada, no curto prazo, é pedir uma pausa no financiamento. Como as dificuldades trazidas pela crise atingiram um grande número de pessoas, as principais instituições financeiras passaram a oferecer aos clientes a possibilidade de interromper os pagamentos das prestações, sem aplicar multas ou elevar os juros do financiamento.

Esse benefício não é automático: o cliente precisa fazer contato com o banco e deve estar em dia com suas obrigações. Os prazos de carência variam: Itaú, Bradesco e Santander oferecem pausas de 60 dias, enquanto na Caixa é possível pleitear até 90 dias.

“A pausa serve para você se organizar financeiramente. Examine o seu orçamento, seus custos e suas receitas e veja qual é o valor de parcela que você pode efetivamente pagar”, orienta Castro.

Busque outras opções de financiamento

Já sabendo quais são suas reais possibilidades de pagamento, ainda não é hora de rediscutir a dívida com o credor. Antes disso, você deve sondar o mercado em busca de outras opções de financiamento.

Publicidade

“Se você for negociar sem ter um plano B na manga, será mais difícil obter uma redução nos juros. Mas, se já chegar com outra proposta, o banco irá ouvir e tentar negociar internamente para equiparar as condições”, afirma o planejador financeiro.

Simone diz que a pesquisa do devedor não deve se limitar aos cinco grandes bancos de varejo. Há alternativas, como as fintechs, que também merecem ser consideradas.

“Sonde todo o mercado. Há sistemas online em que você pode simular financiamentos. Faça uma cotação, depois faça contato com a plataforma e confirme se as condições que você viu estão corretas. Vá falar com o seu banco com a lição de casa já feita”, aconselha.

Ao negociar, veja se a dívida não ficou mais cara

Na renegociação de uma dívida, há dois caminhos possíveis. Um deles é a redução da taxa de juros; o outro é o alongamento do prazo do financiamento, para reduzir o valor das prestações.

Se você tomou o crédito alguns anos atrás, provavelmente a taxa de juros do contrato é mais alta que a praticada hoje pela instituição. Afinal, a própria taxa Selic caiu bastante ao longo do período. Isso significa que o banco tem “gordura” para queimar. E, no longo prazo, qualquer redução de meio ponto percentual na taxa de juros fará muita diferença no montante final pago.

Publicidade

“Por outro lado, ainda que os juros estejam em trajetória de queda, o aumento da inadimplência está cobrando seu preço, com uma tendência de elevação dos juros nos financiamentos”, observa Castro. “Isso pode acabar até anulando a economia que se poderia obter com a queda da taxa Selic.”

A economista-chefe da Reag ressalta que, durante a negociação, o novo valor da parcela tem que caber no bolso do devedor, mas não é a única preocupação. “Preste atenção na taxa efetiva de juros, para o banco não acabar oferecendo um crédito ainda mais caro que o anterior”, alerta.

Portabilidade é último recurso

Se você não conseguiu condições melhores no seu próprio banco, levar a dívida para outra instituição é sempre uma possibilidade. Antes de tomar a decisão, porém, é preciso olhar com atenção o custo efetivo total, e não apenas a taxa de juros.

“Às vezes a taxa de juros é mais baixa, mas no final o custo efetivo total é o mesmo. Como a migração da dívida tem custos (para alterar a documentação do carro), a portabilidade pode acabar não compensando”, explica o planejador financeiro.

Castro pondera ainda que esta mesma crise que está levando os bancos a oferecer carência para o pagamento das dívidas pode dificultar a portabilidade.

Publicidade

“A pandemia provocou o aumento do desemprego, que traz o crescimento da inadimplência. Como o risco de crédito das pessoas aumentou, fica mais difícil para os bancos aprovarem a portabilidade.”

Contrair um empréstimo para quitar o financiamento do veículo não é uma boa ideia. Por definição, o empréstimo já é uma dívida mais cara que o financiamento, porque não tem garantia real (no financiamento, o próprio carro garante a dívida, reduzindo o risco do credor, o que barateia a operação).

Além disso, ao tomar um empréstimo hoje, você não conseguirá tomar crédito com juros tão baixos como os do contrato de financiamento, que é mais antigo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Coronavírus
  • Negociação de dívida
Cotações
20/04/2026 11h31 (delay 15min)
Câmbio
20/04/2026 11h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Acumular grandes quantidades de dinheiro garante a grandeza? Veja o que diz Buffett

  • 2

    Domicílio fiscal: os 7 países mais vantajosos — e o que cada um tributa

  • 3

    Pagar menos IR ou buscar mais retorno: o que realmente aumenta a rentabilidade da carteira?

  • 4

    Imposto de Renda 2026: veja como consultar seu lote de restituição

  • 5

    Bancos, B3, Pix e outros serviços: o que funciona no Feriado de Tiradentes 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Logo E-Investidor
Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Imagem principal sobre o Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Logo E-Investidor
Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Imagem principal sobre o Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Logo E-Investidor
Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Imagem principal sobre o 4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Logo E-Investidor
4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para pais autorizarem filhos a movimentar a conta pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: estes idosos não têm direito ao valor em 2026
Últimas:
Lotomania 2914: sorteio dos R$ 2,5 milhões acontece nesta segunda (20), véspera de Tiradentes? Entenda
Loterias
Lotomania 2914: sorteio dos R$ 2,5 milhões acontece nesta segunda (20), véspera de Tiradentes? Entenda

O Espaço da Sorte permite que o público acompanhe presencialmente os sorteios das loterias

20/04/2026 | 11h11 | Por Jéssica Anjos
A Quina está acumulada: tem sorteio dos R$ 30 milhões hoje (20), véspera de Tiradentes? Entenda
Loterias
A Quina está acumulada: tem sorteio dos R$ 30 milhões hoje (20), véspera de Tiradentes? Entenda

A loteria segue acumulada após nenhuma aposta cravar as cinco dezenas nas edições anteriores

20/04/2026 | 10h50 | Por Jéssica Anjos
Abertura de mercado: reescalada das tensões entre EUA e Irã impacta Bolsas, câmbio e petróleo
CONTEÚDO PATROCINADO

Abertura de mercado: reescalada das tensões entre EUA e Irã impacta Bolsas, câmbio e petróleo

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos
Investimentos
Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos

Revisões no Focus elevam projeções de inflação e Selic, pressionando títulos prefixados e IPCA+ e mudando o humor do mercado

20/04/2026 | 10h23 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador