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Investimentos

O que tem de verdade sobre acordos e situação financeira da Embraer

Fabricante de aeronaves brasileiras começou junho com as ações em alta

Por Isaac de Oliveira

01/06/2020 | 13:02 Atualização: 01/06/2020 | 16:46

Incerteza sobre variantes do coronavírus afeta desempenho de empresas ligadas ao turismo e à aviação. Foto: Pixabay
Incerteza sobre variantes do coronavírus afeta desempenho de empresas ligadas ao turismo e à aviação. Foto: Pixabay

A Embraer (EMBR3) tem sido posta no centro das atenções com uma série de notícias sobre negociações e empréstimos, o que acaba impactando no valor de suas ações na bolsa de valores. Na última semana, a possibilidade de negócios com China, Índia e Rússia deram fôlego aos papéis da fabricante de aeronaves, que teve resultado positivo em maio no Ibovespa, ante saldo negativo em um ano e nos cinco primeiros meses de 2020.

Leia mais:
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Nesta segunda-feira, 1º, a empresa brasileira divulgou seu balanço financeiro do 1º trimestre. A companhia informou que registrou um prejuízo de R$ 1,28 bilhão no período, além de queda de 8% na receita líquida na comparação anual.

Apesar disso, seus papéis operam em alta nesta segunda, com oferta máxima de R$ 7,49 até o meio dia. Na sexta-feira, 29, o papel fechou o pregão cotado em R$ 7,15.

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O que de fato já se sabe até o momento sobre a situação da empresa e como tem reagido o mercado frente a essas notícias? O E-Investidor traz as respostas a seguir:

Empréstimo de US$ 600 milhões

Na última terça-feira, 26, a Bloomberg afirmou que a Embraer negocia um empréstimo de US$ 600 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros bancos privados, incluindo o Banco do Brasil, o Santander e o Bradesco.

A linha de crédito que será liberada, de acordo com fontes, será no modelo pré-embarque, em que se financia o produtor local do produto/ativo que será vendido no exterior, e a operação terá garantias para dar suporte à operação.

“O financiamento combinado entre os bancos tem garantias, ele vai direto para a Embraer e não para os compradores das aeronaves. Não é no modelo pós-embarque, e sim pré- embarque”, afirmou uma fonte.

A fabricante de aeronaves brasileira confirmou que negocia propostas de financiamento com o BNDES e outros bancos, no Brasil e no exterior, mas não detalhou o tamanho da transação. Os bancos não comentaram sobre o assunto. 

Negócios com China, Índia e Rússia

Na sexta-feira, 29, a Reuters informou que empresas da China, Índia e Rússia estariam interessadas na empresa brasileira, após o fracasso do acordo com a Boeing.

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Fontes disseram à agência de notícias internacionais que a chinesa Comac e a russa Irkut estariam interessadas em uma cooperação com a unidade comercial da terceira maior fabricante de jatos do mundo. A Índia também estaria estudando a possibilidade.

Contudo, a Comac e o ministério da aviação civil da Índia não responderam à Reuters, e um porta-voz da Irkut negou o interesse ou uma conversa sobre a empresa  brasileira.

Na manhã desta segunda-feira, 1º, a Embraer afirmou que não há quaisquer tratativas no momento com a chinesa Comac ou empresas da Rússia ou da Índia, mas que regularmente avalia potenciais parcerias e oportunidades de negócios.

Neste domingo, 31, a Abradin, associação que representa os acionista minoritários das empresas, se manifestou negativamente às supostas tratativas.

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“A Abradin está atenta às possíveis negociações envolvendo a (chinesa) Comac e tomará as medidas necessárias para que fraudes contra investidores sejam perpetradas. É absolutamente inadmissível que qualquer negociação seja conduzida pelos mesmos elementos que conduziram de forma fraudulenta as negociações com a Boeing. A Boeing usará, sem dúvida, em sua defesa, as fraudes elencadas pela Abradin em sua representação junto à União Europeia para justificar desfazer o negócio”, disse o presidente da associação, Aurélio Valporto.

Fracasso com a Boeing

Em 25 de abril, a Boeing anunciou que encerrou as negociações para comprar a divisão de aviação comercial da Embraer. As empresas haviam anunciado o acordo de US$ 4,2 bilhões em julho de 2018.

O mercado já vinha aventando a possibilidade de a transação não ser concluída. Entre os entraves, além da crise do coronavírus que prejudica a situação de caixa da companhia, estavam a capacidade de a empresa americana pagar os US$ 4,2 bilhões pelos quais o acordo foi fechado e os dois acidentes com os aviões 737 MAX, que mataram 346 pessoas e levaram o modelo a parar de operar.

Balanço do primeiro trimestre

A fabricante de aeronaves brasileira apresentou queda de 8% na receita líquida na comparação anual, somando R$ 2,874 bilhões no primeiro trimestre. Segundo o balanço, a companhia teve queda em praticamente todos os negócios, com exceção da aviação executiva.

O prejuízo líquido ajustado da empresa foi de R$ 434 milhões nos primeiros três meses deste ano. No mesmo período do ano passado, a queda foi de R$ 230 milhões.

Já o prejuízo líquido total foi de R$ 1,276 bilhão de janeiro a março de 2020, ante R$ 160,8 milhões negativos no primeiro trimestre de 2019.

Embraer na Bolsa

A última semana foi de volatilidade para a Embraer, devido às notícias de empréstimos e tratativas internacionais. Nesta segunda-feira, 1º, a empresa abriu a semana com o papel operando em alta, com oferta máxima de R$ 7,49 até o meio dia.

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A sexta-feira, 29, também foi de resultado positivo, com a notícia de negócios com empresas da China, Rússia e Índia. Naquele dia, as ações encerraram o pregão em R$ 7,15, mas a máxima do dia chegou a R$ 8,28.

A Embraer estreia junho com alta de 3,62%, até o meio-dia desta segunda-feira. O resultado positivo contrasta com os saldos negativos registrados no último mês (-15,14%), no acumulado de 2020 (-62,80%), e em um ano (-61,27%).

O que dizem os analistas?

José Francisco Cataldo, superintendente de Research da Ágora Investimentos, diz que no momento a recomendação é de venda, ao menos no curto prazo, uma vez que considera o cenário atual pouco positivo pra empresa brasileira.

“Hoje ela está sendo negociada em pouco mais de R$ 7 e, a gente vê isso até acima do que a gente acha um valor justo, considerando o cenário, sem uma nova negociação de fusão. Sem mencionar a pandemia, onde o setor aéreo foi um dos mais afetados”, avalia Cataldo.

Para o analista da Ágora, a Embraer ainda deverá vai enfrentar um cenário desafiador pela frente por conta devido à queda de pedidos de aeronaves, à concorrência com a francesa Airbus e à redução dos custos fixos durante a pandemia de covid-19.

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“Além disso, o fluxo de caixa operacional del (Embraer) foi negativo no primeiro trimestre, o que foi atribuído principalmente a maiores estoques, levantado preocupações sobre como gerenciar o capital de giro”, acrescenta.

O analista Henrique Esteter, da Guide Investimentos, explica que captação de empréstimo de quase US$ 600 milhões traz ânimo, mas a falta de clareza sobre os efeitos da pandemia de coronavírus leva a Guide Investimentos a uma posição neutra em relação a compra ou venda do papel da Embraer no momento.

“A gente viu resultados negativos do resultado (do balanço financeiro), que foi um primeiro trimestre impactado pela crise e por esse acordo desfeito com a Boeing. Acho difícil vislumbrar o tempo e a quantidade de aeronaves que a empresa deixará de alocar, quantas serão devolvidas”, observa Henrique.

Além disso, o analista lembra que a alta do dólar também traz impactos à fabricante brasileira. “Tem impacto diretamente nos custos. Mas também é de se observar que algumas das clientes, por exemplo, alguma companhia aérea que esteja alocada em um país com uma renda mais fraca, tenha cada vez mais dificuldade para fazer os pagamentos para a Embraer, com a depreciação do câmbio”, conclui.

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