• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Energia elétrica: transmissoras são as mais resistentes a crises

De acordo com levantamento da Teva Indíces, as transmissoras de energia tiveram melhor performance neste ano

Por Daniel Rocha

18/11/2021 | 10:00 Atualização: 18/11/2021 | 10:45

As empresas transmissoras de energia elétrica são mais resistentes às volatilidades do mercado e crise econômica (Foto: Envato Elements)
As empresas transmissoras de energia elétrica são mais resistentes às volatilidades do mercado e crise econômica (Foto: Envato Elements)

As companhias responsáveis pela transmissão de energia elétrica costumam ser as mais resistentes diante da volatilidade do mercado financeiro e também das crises hídricas, que sempre afetam a produção de energia no País. De acordo com o levantamento da Teva Indices, a pedido do E-Investidor, o desempenho das empresas que representam esse subsetor registrou alta de 0,5%, no acumulado do ano até o último pregão do mês de outubro.

Leia mais:
  • Energia elétrica mais cara impacta nas ações da Bolsa?
  • Conta de luz alta? Descubra se a energia solar vale a pena
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo analistas, as razões estão relacionadas ao serviço dessas companhias. Por terem a funcionalidade de apenas transmitir a energia das geradoras para as distribuidoras de energia elétrica, as empresas não costumam ser afetadas pela crise energética que permanece no País. “As empresas de transmissão de energia elétrica não têm risco hidrológico. Por isso que tiveram o melhor desempenho do setor”, ressalta Luiz Fernando Araújo, CEO da Finacap Investimentos.

Mas esse não é o único fator. As condições de contratação do serviço também garantem a geração de receita para essas empresas mesmo em tempos de crise. Araújo até compara as ações dessas companhias com os investimentos em renda fixa.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A explicação, segundo o analista, está no funcionamento do contrato de concessão de transmissão dessas companhias. “As empresas instalam a linha de transmissão e realizam um leilão para definir o preço que vai cobrar para disponibilizar essa infraestrutura. E durante 30 anos (período de concessão), ela vai receber o valor (definido no leilão) corrigido pela inflação”, afirma.

E como a inflação do Brasil segue em alta, as companhias transmissoras de energia se beneficiam ainda mais com a crise econômica do País. “Algumas empresas, inclusive, tinham contratos atrelados ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) que disparou por causa do dólar”, acrescenta.

Mario Goulart, analista da O2 Research, traz outra vantagem dessas companhias: o custo de manutenção do serviço. “Na teoria, as empresas ficam cobrando uma taxa de transmissão da energia e a manutenção das linhas de transmissão tem um custo muito baixo”, afirma.

Mas quais são as companhias que se destacam nesse subsetor da energia elétrica? Na visão de Goulart, a Neo Energia (NEOE3) é uma das companhias promissoras. “Ela (a empresa) está fazendo algumas linhas de transmissão. Ainda estão na fase de desembolso, mas no momento que as linhas de transmissão estiverem prontas, a empresa irá trazer uma receita interessante”, avalia. 

Publicidade

No fechamento do pregão desta quarta-feira (17), as ações da companhia fecharam com uma queda de 1,78% chegando a R$ 16,54. No acumulado do ano, o desempenho dos papéis da NEOE3 foi negativo ao ter uma performance de -6,87%. No entanto, a queda é menor do que o do Ibovespa que amarga uma baixa de 13,38% durante o mesmo período.

Açúcar e álcool

O segmento Açúcar e Alcool foi o que apresentou o melhor desempenho entre os outros subsetores de energia elétrica. Segundo levantamento da Teva Indices, o retorno durante o acumulado do ano foi de 1,2%, enquanto o desempenho durante o último mês de outubro correspondeu a 0,5%.

Segundo João Daronco, analista da Suno Research, as razões para o boa performance estão relacionadas à valorização do açúcar (commodity) ao longo deste ano, o que impacta diretamente nos resultados das companhias. Além disso, os preços do etanol também sofreram altas devido ao aumento do preço da gasolina.

“O açúcar e álcool são derivados da cana-de-açúcar. O Brasil é o principal produtor e exportador de cana do mundo. A gente (Brasil) tem grandes vantagens produtivas por causa do clima e do sol”, ressalta.

Embora os resultados sejam positivos, o subsetor não é considerado defensivo. “É um setor ligado à questão de mercado, oferta, demanda, preço internacional da commodity, preço da gasolina e do dólar. Então, há muitas variáveis”, afirma Daronco.

Distribuidoras de energia elétrica

As empresas distribuidoras de energia elétrica foram as que tiveram o segundo melhor desempenho, de acordo com os dados da Teva Índices. No acumulado do ano, as companhias do subsetor tiveram uma baixa de 1,2% no acumulado do ano até o último pregão do mês de outubro.

Publicidade

Embora o resultado seja negativo, Victor Burke, analista de elétricas e saneamento da XP Investimentos, explica que as empresas são impactadas de imediato com o aumento do custo de energia e com a redução do consumo. No entanto, conseguem recuperar as perdas econômicas nos anos seguintes.

“No curto prazo, a redução do consumo de energia impacta na receita das distribuidoras. Mas as empresas conseguem recuperar o valor perdido nos anos posteriores com a revisão tarifária feita junto com a Aneel”, afirma Burke.

Geradoras de energia elétrica e energias integradas

As empresas geradoras de energia elétrica são as mais impactadas pela crise hidrológica. Ainda de acordo com o levantamento, o subsetor sofreu uma baixa de 2% no acumulado do ano. O fraco desempenho pode estar atrelado ao fator hidrológico. Isso acontece porque, quando os reservatórios estão insuficientes para gerar a energia demandada e definida em contrato, as companhias precisam comprar energia de outras empresas para poder garantir o fornecimento.

Segundo Burke, em períodos de baixo volume das chuvas, o GFS (Generation Scaling Factor ou Fator de escala de geração, em tradução livre), que mede o risco hidrológico, determina o quanto as empresas podem gerar de energia a partir do nível dos reservatórios de água. Isso quer dizer que: se o GFS determinar que a empresa pode gerar de energia elétrica apenas 80% da sua capacidade, a companhia precisa comprar o restante no mercado.

“Quando preciso comprar e o preço de energia está mais alto, isso impacta na geração das receitas”, ressalta o analista da XP Investimentos. No entanto, Victor Burke aponta que algumas companhias conseguem adotar estratégias para minimizar esses efeitos. “Algumas empresas já compram antecipadamente energia quando acreditam que irão precisar no futuro, conseguindo um preço melhor”, cita.

Publicidade

Embora seja o setor mais impactado, a XP investimentos recomenda compra para as geradoras da AES Brasil (AESB3), CESP (CESP6) e Ômega (OMGE3).

Já o subsetor de energia integrada também teve resultados baixos. No entanto, o desempenho é um reflexo do impacto da crise hídrica para as distribuidoras e geradoras. Isso porque o subsetor de energia integrada representa as empresas com subsidiárias de geração, transmissão e distribuição.

“Normalmente, as empresas que fazem parte do subsetor de energia integrada têm maior parte das suas receitas em distribuição e geração. Então, esses dois segmentos tiveram problemas”, afirma Luiz Fernando Araújo, da Finacap Investimentos.

Retorno por segmento do setor elétrico, segundo a Teva Indices

Segmento Retorno no mês Retorno no Ano
Energia Integrada -3,4% -1,3%
Geração de Energia -1,4% -2,0%
Geração e Transmissão de Energia -1,4% -0,6%
Distribuição de Energia -0,6% -1,2%
Transmissão de Energia 0,1% 0,5%
Açúcar e Álcool 0,2% 1,2%

*Retorno do acumulado do ano até o dia 29/10/21

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
  • Companhia Energética de São Paulo (CESP6)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investimentos
  • Neoenergia (NEOE3)
  • Ômega
Cotações
29/04/2026 3h00 (delay 15min)
Câmbio
29/04/2026 3h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom

  • 2

    Pedidos e entregas da Embraer (EMBJ3) no 1º trimestre agradam analistas, que enxergam “robustez” da companhia

  • 3

    Ibovespa hoje fecha abaixo de 190 mil pontos com tensão EUA-Irã, Focus e Super Quarta no radar; dólar cai

  • 4

    Ibovespa hoje recua com IPCA-15 e dólar tem leve alta na véspera da Superquarta

  • 5

    Dow Jones hoje fecha em queda em meio ao avanço do petróleo e expectativa pela decisão sobre juros

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Logo E-Investidor
O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: 2 meios acessíveis para alunos investirem o dinheiro do incentivo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: 2 meios acessíveis para alunos investirem o dinheiro do incentivo
Imagem principal sobre o Passaporte EUA: quanto custa a emissão do 1º documento para assistir à Copa do Mundo 2026?
Logo E-Investidor
Passaporte EUA: quanto custa a emissão do 1º documento para assistir à Copa do Mundo 2026?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem movimentar o dinheiro em lotéricas?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem movimentar o dinheiro em lotéricas?
Imagem principal sobre o Starlink mini para viagem: veja quanto tempo dura o período de teste do plano
Logo E-Investidor
Starlink mini para viagem: veja quanto tempo dura o período de teste do plano
Últimas: Investimentos
Balanços de bancos no 1T26 começam com crédito pressionado e foco em inadimplência
Investimentos
Balanços de bancos no 1T26 começam com crédito pressionado e foco em inadimplência

Com juros altos e desaceleração, temporada de resultados de Santander, Itaú, Bradesco, BB e BTG deve testar qualidade do crédito e diferenciar os bancos mais resilientes

28/04/2026 | 14h18 | Por Isabela Ortiz
IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom
Investimentos
IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom

Com inflação pressionada e petróleo no radar, expectativa é de redução de 0,25 ponto; juros devem seguir altos por mais tempo

28/04/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Nubank anuncia investimento recorde de R$ 45 bilhões no Brasil em 2026
Investimentos
Nubank anuncia investimento recorde de R$ 45 bilhões no Brasil em 2026

Com foco em inteligência artificial e novos produtos, fintech quase dobra aporte no País em dois anos para consolidar liderança entre instituições privadas

27/04/2026 | 16h16 | Por Altamiro Silva Junior
Robôs dominam mais da metade das negociações na B3; o que isso muda para quem investe?
Investimentos
Robôs dominam mais da metade das negociações na B3; o que isso muda para quem investe?

Algoritmos já respondem por mais de 35% do volume negociado na B3 e por mais da metade dos contratos futuros. Especialistas explicam o que esse domínio significa para os preços, para a volatilidade e para o investidor individual

25/04/2026 | 08h30 | Por Murilo Melo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador