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Investimentos

HGLG11: O que saber antes de investir nesse fundo imobiliário

O fundo imobiliário é um dos mais antigos da Bolsa de Valores, mas ainda é desconhecido por muito investidor

Por E-Investidor

30/09/2021 | 11:15 Atualização: 30/09/2021 | 11:20

(Fonte: Imobiliário)
(Fonte: Imobiliário)

(Por Aléxis Cerqueira Góis/especial para o e-investidor) O mercado brasileiro de Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs) vem crescendo de forma exponencial nos últimos anos. O número de investidores saltou de 121 mil em 2017, para 1,4 milhão em 2021. A soma do valor de mercado desses ativos ultrapassa R$ 130 bilhões. Entretanto, muitas pessoas que negociam na bolsa de valores ainda desconhecem essa aplicação.

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Entre os FIIs mais antigos e tradicionais, está o HGLG11, um fundo especializado em imóveis logísticos, que foi aberto em 2010. O investimento tem um valor de mercado de mais de R$ 3 bilhões e um patrimônio aproximado em R$ 2,7 bilhões. Conheça as principais informações antes de realizar uma aplicação no HGLG11.

Quais são as diferenças entre FIIs e propriedades imobiliárias?

Os FIIs estão atrelados ao investimento em imóveis, mas têm diferenças importantes com relação ao aluguel comum e a negociações comuns de propriedades. Entre as principais vantagens, os fundos imobiliários são compostos de diversos imóveis, o que dilui os riscos do investimento; contam com isenção de imposto de renda na distribuição de rendimentos a pessoas físicas; e apresentam maior liquidez do que a propriedade imobiliária. Considerados uma ótima opção para diversificar a carteira de investimentos além da renda fixa, os FIIs têm vários perfis, com estratégias, prazos, riscos e metas financeiras diferentes.

Conheça-os a seguir.

  • Fundos de Renda: os gestores compram imóveis para alugar, geralmente para médias e grandes empresas, e a receita é distribuída entre os cotistas.
  • Fundos de Compra e Venda: a estratégia desse fundo é comprar imóveis com preços baixos para vendê-los por valores maiores.
  • Fundo de Desenvolvimento: o fundo compra terrenos para construir empreendimentos, com objetivo de vender ou alugar.
  • Fundos de Recebíveis Imobiliários: mais parecido com fundos de renda fixa do que com os imobiliários, remunera os investidores a partir dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).
  • Fundos de Fundos: similar aos fundos de investimentos em ações, uma carteira é montada com diversos fundos para gerar renda e maximizar os lucros.
  • Fundos de Tijolo: os gestores compram imóveis prontos, considerando seu potencial de valorização, com o objetivo de alugar para distribuir rendimentos aos investidores.

O que é o HGLG11?

Edifício de propriedade do HGLG11 alugado para a Gerdau, no Rio de Janeiro. (Fonte: CSHG/Reprodução)

A sigla HGLG11 se refere ao fundo CSHG Logística na Bolsa de Valores. A aplicação é um FII do tipo tijolo, constituído sob a forma de condomínio fechado e com prazo indeterminado de liquidação. Seu principal objetivo é comprar ou construir imóveis para alugar, voltados para operações logísticas e industriais.

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Assim, o fundo garante uma renda constante com potencial de valorização e reajustes de aluguéis. A maior parte dos recursos do HGLG11 estão aplicados em imóveis físicos alugados para empresas sólidas, como Volkswagen e Lojas Americanas. Contudo, a política de investimento deste FII também admite aporte em recebíveis, como Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), além de outros fundos.

O fundo é administrado pela Credit Suisse Hedging Griffo Corretora de Valores S.A., uma das mais antigas gestoras do segmento imobiliário. A taxa de administração é de 0,6% ao ano sobre o valor de mercado das cotas e incluem gestão, custódia e escrituração. Com 7,8 milhões de cotas emitidas e mais de 36 mil negociações diárias, o HGLG11 tem alta liquidez na Bolsa de Valores, com média diária acima dos R$ 8 milhões. O fundo apresenta uma carteira de imóveis diversificada e costuma efetivar novas aquisições e contratos a longo prazo. Além disso, o setor logístico e os FIIs de forma geral apresentaram uma boa resiliência frente a crises, como a do coronavírus.

Quem pode investir no fundo?

Podem participar do HGLG11, na qualidade de cotistas, pessoas físicas e jurídicas, investidores institucionais, residentes e domiciliados no Brasil ou no exterior, bem como fundos de investimento. A aplicação mínima é de uma cota do FII, que teve um valor médio próximo de R$ 170 nos últimos meses. As compras de cotas podem ser realizadas por meio de uma corretora de valores e de forma semelhante ao mercado de ações.

Quais são os imóveis do HGLG11?

Galpão logístico do HGLG11 alugado para as Lojas Americanas em Uberlândia. (Fonte: CSHG/Reprodução)

O fundo CSHG Logística possui 17 propriedades, que estão distribuídas em quatro estados brasileiros, com área bruta locável de quase 700 mil m². A maioria dos imóveis está localizada no estado de São Paulo, mas existem propriedades em Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O HGLG11 tem mais de 60 contratos de locações de segmentos diversos, como saúde, embalagens, siderurgia, máquinas e equipamentos, químicos, tecnologia da informação e gases industriais.

Como funciona a distribuição de rendimentos do HGLG?

O HGLG11 distribui para seus cotistas, no mínimo, 95% dos resultados auferidos, apurados segundo o regime de caixa. É um dos fundos imobiliários com pagamentos mais regulares. Os dividendos são pagos mensalmente, até o 10º dia útil do mês subsequente ao do recebimento dos recursos, a título de antecipação dos resultados do semestre.

Direito à subscrição HGLG11

O HGLG11 dá a seus investidores o direito de subscrição, que é a opção de manter o seu percentual de participação no fundo mediante uma nova emissão. Geralmente, o FII emite novas cotas a um preço mais baixo. O cotista tem a preferência pela compra proporcional ao número atual de cotas que possui ou pode vender esse direito por meio de sua corretora.

Quais são os riscos do investimento?

O HGLG11, como todos os investimentos, oferece exposição a riscos. Os principais estão relacionados à chance de vacância dos imóveis e a inadimplência dos locatários e arrendatários, em especial porque, apesar da diversificação, um único locatário corresponde a um terço dos ativos. Caso um imóvel fique vago, o FII continua arcando com os custos do período, como IPTU, taxas de condomínio, entre outros. Na ocorrência de inadimplência, o fundo tem custos com medidas jurídicas e muita burocracia para resolver a situação.

Apesar desses pontos, o índice de vacância tem sido historicamente menor do que a meta estabelecida pela política do fundo e o risco de inadimplência é reduzido pelo perfil dos locatários. Diferente da poupança e de fundos de renda fixa, as aplicações no HGLG11 não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito. O Administrador do FII também não oferece um retorno mínimo sobre a aplicação, portanto não pode ser responsabilizado por eventual depreciação dos ativos. Assim, os investidores devem estar atentos ao prospecto e ao regulamento do fundo de investimento antes de aplicar seus recursos.

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