• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

XP: quem ganha com o movimento de queda dos juros

Desaceleração nos EUA abre espaço para cortes lá fora, mas Brasil ainda enfrenta neblina fiscal, inflação resistente e Selic elevada por mais tempo

Por Isabela Ortiz

22/12/2025 | 9:19 Atualização: 22/12/2025 | 20:41

Banco Central dos EUA e Banco Central do Brasil ilustram ritmos distintos da política monetária: enquanto o Fed se aproxima de cortes, a Selic deve cair apenas em 2026, segundo a XP. (Foto: Adobe Stock)
Banco Central dos EUA e Banco Central do Brasil ilustram ritmos distintos da política monetária: enquanto o Fed se aproxima de cortes, a Selic deve cair apenas em 2026, segundo a XP. (Foto: Adobe Stock)

Com a economia americana dando sinais claros de cansaço e os primeiros cortes de juros já em curso em algumas grandes economias, o debate sobre quando o dinheiro vai ficar mais barato, e quem se beneficia desse movimento, ganha força. Segundo a XP Investimentos, o ciclo global de flexibilização monetária está mais próximo, mas não será sincronizado: enquanto Estados Unidos e Inglaterra caminham para aliviar o freio, o Brasil segue em modo de cautela, com juros elevados por mais tempo. Entender esse descompasso é chave para o investidor identificar as oportunidades e se ainda predominam os riscos.

Leia mais:
  • Ibovespa oscila mais em anos eleitorais – e 2026 pode ser pior, dizem especialistas
  • Como economizar com a ceia de Natal; quais trocas valem a pena e como fazer a comemoração caber no orçamento?
  • PGBL vale a pena até na declaração simplificada e pode aumentar sua restituição no Imposto de Renda
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Dados recentes mostram que o mercado de trabalho americano perdeu tração de forma mais intensa do que o esperado. Em outubro, houve destruição líquida de 105 mil vagas, número bem pior que o consenso do mercado. Em novembro, a taxa de desemprego subiu para 4,6%, enquanto os salários avançaram apenas 0,1% no mês, abaixo das projeções. Para a XP, esse conjunto indica que o motor do consumo começa a falhar.

A atividade também perdeu fôlego. Os índices de gerentes de compras (PMIs) apontam desaceleração tanto na indústria quanto nos serviços.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O PMI industrial recuou para 51,8 em dezembro, o menor nível em cinco meses, enquanto o PMI de serviços caiu para 52,9, mínima em seis meses. Embora ainda estejam acima da linha que separa expansão de contração, os números reforçam a percepção de perda de dinamismo.

Como explica a XP, a economia americana “está saindo de uma corrida em alta velocidade para um ritmo mais cauteloso”.

A inflação nos EUA, Inglaterra, Japão e Europa

A inflação nos EUA, por sua vez, também trouxe alívio, mas com ressalvas importantes. O índice de preços ao consumidor desacelerou para 2,7% em novembro, abaixo dos 3,1% esperados, e o núcleo caiu para 2,6%. Ainda assim, os analistas chamam atenção para o impacto do shutdown do governo americano, que durou 43 dias. A paralisação atrasou a coleta de dados e pode ter introduzido um viés de baixa artificial nos indicadores.

“Esses números devem ser vistos com extrema cautela”, avalia a XP, já que a desaceleração pode refletir mais uma distorção estatística do que uma queda estrutural dos preços.

Mesmo assim, a combinação de mercado de trabalho mais fraco, atividade em desaceleração e inflação abaixo das projeções sustenta a expectativa de novos cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

A XP compara o momento a um atleta no fim da maratona: após um longo período de esforço, surgem sinais claros de cansaço, e o Fed se prepara para aliviar o ritmo antes que haja um colapso mais forte da economia.

Publicidade

Fora dos EUA, o quadro é mais fragmentado. Na Inglaterra, o Banco da Inglaterra já iniciou o ciclo de flexibilização, reduzindo a taxa básica de 4,00% para 3,75%, com sinalização de novos cortes ao longo de 2026.

Na zona do euro, o Banco Central Europeu optou por manter os juros inalterados, enquanto a presidente da autarquia, Christine Lagarde, alertou para uma “incerteza acima do usual”, indicando uma postura mais cautelosa.

O Japão, por outro lado, seguiu na contramão: o Banco do Japão elevou os juros para 0,75%, o maior nível em 30 anos, reagindo a pressões inflacionárias persistentes, desvalorização do iene e inflação acima da meta há quase quatro anos consecutivos.

Para a XP, foi como religar um termostato que ficou desligado por décadas.

Quando os juros vão cair no Brasil?

No Brasil, o debate sobre quando os juros caem é ainda mais delicado. A XP mantém a projeção de que o primeiro corte da Selic ocorra apenas em março de 2026. O cenário-base prevê seis reduções consecutivas de 0,50 ponto percentual, levando a taxa para 12,00% ao final do próximo ano.

Publicidade

Embora declarações recentes do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tenham levado parte do mercado a cogitar um corte já em janeiro, a casa avalia que o Comitê de Políticas Monetárias (Copom) seguirá uma postura vigilante.

A cautela se explica por vários fatores. As expectativas de inflação seguem desancoradas, o câmbio voltou a pressionar (com o dólar acima de R$ 5,50) e o ambiente fiscal ainda gera incertezas.

A XP compara o movimento da Selic a uma descida de montanha sob neblina: o Banco Central quer reduzir os juros, mas a visibilidade limitada o obriga a avançar lentamente, freando sempre que necessário.

O pano de fundo fiscal também pesa nessa equação. A aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 128/2025, com impacto estimado de R$ 20,3 bilhões em arrecadação, combina corte de despesas tributárias e aumento de impostos sobre apostas, instituições financeiras e Juros sobre Capital Próprio (JCP).

Para a XP, essas medidas são essenciais para cumprir a meta de resultado primário, mas afetam diretamente setores relevantes da Bolsa e a atratividade de estratégias focadas em dividendos.

Como isso afeta o investidor?

Para o investidor brasileiro, o resultado é um ambiente de “otimismo cauteloso”. Juros elevados por mais tempo mantêm a renda fixa atrativa, enquanto a renda variável enfrenta uma economia doméstica mais fraca, refletida na queda de 0,2% do IBC-Br.

A volatilidade cambial adiciona pressão inflacionária e aumenta a oscilação de ativos dolarizados. Ao mesmo tempo, o espaço limitado para cortes pelo Fed continua pressionando moedas de mercados emergentes, como o real.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Expert XP
  • Inflação EUA
  • juros altos
  • juros reais
Cotações
19/05/2026 10h00 (delay 15min)
Câmbio
19/05/2026 10h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos

  • 2

    46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI

  • 3

    Fundos multimercados de gestores “estrelas” perdem protagonismo nos últimos três anos

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com petróleo a US$ 112 e baixa da Vale (VALE3); dólar cai a R$ 4,99

  • 5

    Vale esperar o dólar cair? Conheça a estratégia que reduz riscos em tempos de guerra

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: o que é o Tesouro Selic e quais alunos podem investir o dinheiro ganho para render?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: o que é o Tesouro Selic e quais alunos podem investir o dinheiro ganho para render?
Imagem principal sobre o Quais idosos têm direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Quais idosos têm direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem investir em outro título do Tesouro Direto, além do Tesouro Selic? Entenda
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem investir em outro título do Tesouro Direto, além do Tesouro Selic? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: entenda como renegociar dívidas com conta de gás
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: entenda como renegociar dívidas com conta de gás
Imagem principal sobre o Idosos devem ter esta idade para receber desconto na conta de água
Logo E-Investidor
Idosos devem ter esta idade para receber desconto na conta de água
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: esta é a data do último lote do pagamento
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: esta é a data do último lote do pagamento
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como famílias sem internet podem consultar o vale? Veja dicas
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como famílias sem internet podem consultar o vale? Veja dicas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: herdeiros são obrigados a declarar? Entenda a influência do valor da herança
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: herdeiros são obrigados a declarar? Entenda a influência do valor da herança
Últimas: Investimentos
Guia definitivo do Tesouro Direto: compare Tesouro Reserva, Selic, IPCA+ e Prefixado para escolher o melhor título
Investimentos
Guia definitivo do Tesouro Direto: compare Tesouro Reserva, Selic, IPCA+ e Prefixado para escolher o melhor título

Novo título surge como opção para reserva de emergência e está disponível para aplicações a partir de R$ 1

19/05/2026 | 09h46 | Por Beatriz Rocha
46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI
Investimentos
46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI

Classe é heterogênea: inclui fundos passivos de commodities e long biased de ações

18/05/2026 | 09h33 | Por Marília Almeida
FIIs de papel ou tijolo? Veja como a estratégia do xadrez ajuda a montar uma carteira de fundos para tempos incertos
Investimentos
FIIs de papel ou tijolo? Veja como a estratégia do xadrez ajuda a montar uma carteira de fundos para tempos incertos

Especialistas da Genial usam conceitos do jogo milenar para atuar com diversificação e gestão de risco na hora de investir em fundos imobiliários

18/05/2026 | 09h22 | Por Isabela Ortiz
Fundos multimercados de gestores “estrelas” perdem protagonismo nos últimos três anos
Investimentos
Fundos multimercados de gestores “estrelas” perdem protagonismo nos últimos três anos

Entre as maiores gestoras da classe, apenas a Verde bateu o CDI. Procuradas, apenas a Bahia Asset comentou

18/05/2026 | 05h00 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador