Mesmo com esse pano de fundo, os futuros de Nova York operam em leve alta, sustentados sobretudo pelas ações de tecnologia, enquanto as bolsas europeias recuam e os mercados asiáticos encerraram o pregão sem direção única, com predominância de viés negativo. No câmbio, o dólar perde força frente a moedas fortes e os juros dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, mostram leve acomodação.
No mercado de commodities, o petróleo oscila pouco e se mantém na região dos US$ 100 o barril, enquanto o minério de ferro recuou levemente na Bolsa de Dalian, fechando com queda de 0,06%, a US$ 119,74 por tonelada.
Esse ambiente externo tende a se refletir em um início de sessão mais seletivo no mercado doméstico, com investidores calibrando posições diante da combinação entre commodities firmes e dados relevantes nos EUA.
Mais cedo, no pré-mercado americano, o EWZ, principal ETF do Brasil, avançava 0,6%, assim como as ADRs da Petrobras (+0,27%), sinalizando algum suporte externo para os ativos brasileiros.
Internamente, o foco permanece na temporada de balanços corporativos e na agenda macroeconômica do dia, além da atuação do Banco Central restrita à rolagem tradicional de swaps cambiais.