Os futuros de Nova York operam em alta, enquanto as bolsas europeias e asiáticas também avançam, refletindo maior apetite por risco. A sessão, no entanto, é marcada por liquidez reduzida: os mercados à vista de ações e os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, os Treasuries, permanecem fechados nos EUA por conta do feriado de Memorial Day, enquanto os contratos futuros operam com horário reduzido (até as 14h).
No câmbio, o dólar perde força, enquanto o petróleo recua mais de 5%, com o Brent abaixo de US$ 100 por barril. Já o minério de ferro em Dalian fechou em leve alta de 0,06%, a US$ 116,7 por tonelada.
No Brasil, o ambiente externo mais benigno tende a favorecer os ativos locais, ainda que a ausência de negociação nos mercados à vista americanos limite a intensidade dos fluxos.
O recuo do dólar e a melhora no sentimento global ajudam a sustentar o cenário, enquanto investidores voltam as atenções para a agenda doméstica.
O destaque do dia é a pesquisa Focus, em uma semana que ganha relevância com a divulgação do IPCA-15 e do PIB do primeiro trimestre, dados que devem ajudar a calibrar as expectativas para a trajetória da Selic e atividade econômica.