Apesar do contexto teoricamente favorável, os índices futuros em Nova York operam em queda, enquanto as Bolsas europeias avançam e os mercados asiáticos encerraram a sessão sem direção única.
No câmbio, o dólar apresenta leve fortalecimento, acompanhado pela alta dos rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries.
Já o petróleo recua em torno de 1% e orbita a faixa de US$ 110 o barril, enquanto o minério de ferro recuou 0,87% na Bolsa de Dalian, cotado a US$ 117,42 por tonelada, refletindo uma dinâmica mais fraca para as commodities metálicas.
No Brasil, a combinação de commodities em queda e viés negativo em Nova York tende a pressionar o Ibovespa. O fortalecimento do dólar frente a moedas de países exportadores também pode gerar pressão adicional sobre o real.
O mercado ainda acompanha falas de autoridades monetárias e mantém atenção à dinâmica fiscal e à trajetória dos juros, em meio a um ambiente externo mais volátil.