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Mercado

4 pontos que o investidor precisa ter no radar em agosto

Recessão nos EUA, novos lockdowns na China, temporada de balanços e eleições; agosto promete volatilidade

Por Luíza Lanza

30/07/2022 | 3:00 Atualização: 29/07/2022 | 17:30

Com promessa de volatilidade, os investidores precisam manter diferentes fatores no radar. (Foto: Envato)
Com promessa de volatilidade, os investidores precisam manter diferentes fatores no radar. (Foto: Envato)

Depois de uma temporada de notícias que encheram o mercado de aversão a risco, julho trouxe um respiro aos investidores brasileiros. O Ibovespa conseguiu arrancar uma alta de 4,69% no período, incentivado por uma melhora pontual na leitura do cenário que permitiu que ações bastante descontadas na bolsa brasileira recuperassem parte das quedas. Veja o balanço completo do que ajudou o desempenho do índice no mês. 

Leia mais:
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Mas engana-se quem pensa que julho tenha sido o início de tempos mais calmos. A possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos, novos lockdowns na China, preço das commodities em queda e, no Brasil, ruído político e incerteza fiscal com a aprovação da PEC Kamikaze. Os fatores que vinham jogando volatilidade na bolsa seguem em jogo e podem se agravar daqui para frente.

“A China reabrindo, os EUA controlando os juros e um cenário político de alto nível no Brasil, sem grandes ataques entre os presidenciáveis, seria um ambiente mais positivo para a bolsa em agosto”, diz Naor Coelho, trader de renda variável da Infinity Asset. Da mesma forma, uma piora na projeção poderia voltar a causar dano ao Ibovespa.

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O E-Investidor conversou com analistas do mercado para destacar os principais pontos que precisam estar no radar durante agosto. Confira a seguir:

Recessão nos EUA

Na última quarta-feira (27), o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) decidiu manter o plano de voo na trajetória de aperto monetário dos Estados Unidos e elevou a taxa de juros em 75 pontos-base. Os juros americanos se encontram no maior patamar desde 2018, elevados ao intervalo entre 2,25% e 2,5%.

O ajuste por lá tem deixado parte do mercado bastante receoso, frente à dificuldade da missão da instituição americana: elevar a taxa dos EUA de forma a combater a maior inflação dos últimos 40 anos, mas sem deixar que a economia entre em recessão. Vai ser possível? Veja o que dizem os analistas.

Tratando-se da maior economia e do maior mercado financeiro do mundo, as decisões de política monetária nos EUA precisam ser acompanhadas de perto pelos investidores.

“A dúvida daqui para frente é o quão profunda essa recessão econômica pode ser. Por enquanto, o mercado precifica uma desaceleração moderada, mas, se ela for mais forte do que o esperado, podemos ver quedas maiores nas bolsas”, afirma Jennie Li, estrategista de ações da XP.

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Li traça uma comparação com os dados históricos: nas últimas recessões, o S&P 500, bolsa que reúne as 500 ações mais relevantes do mercado financeiro americano, caiu em média 40%. “Atualmente, o índice acumula baixa perto de 20%, o que significa que ainda há espaço para quedas maiores no caso de uma recessão mais profunda”, diz a estrategista da XP.

Caso ocorram, as desvalorizações também poderiam afetar o Ibovespa, com investidores estrangeiros avessos ao risco e buscando ativos mais seguros, fora dos países emergentes. Esse cenário exigiria um endurecimento do discurso monetário pelo Fed, o que poderia inclusive influenciar a trajetória dos juros no Brasil.

Por aqui, o Banco Central antecipou o movimento na Selic e já vislumbra o momento em que poderá encerrar o ciclo de altas. Na próxima quarta-feira, 3 de agosto, o Comitê de Política Monetária (COPOM) se reunirá para decidir sobre a trajetória dos juros. A expectativa do mercado é uma alta de 50 bps, que levaria os juros para 13,75% ao ano.

Incertezas na China

A China continua enfrentando problemas para controlar a covid-19. Como consequência, voltou a fechar as grandes cidades dando sequência à sua política de covid zero, que causa grande preocupação no mercado.

“A China é tanto o maior comprador, quanto o maior ofertante de produtos do mundo. Sempre que ela para, impacta globalmente, seja pela falta de insumos ou pela interrupção da exportação”, afirma Naor Coelho, da Infinity Asset.

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Os lockdowns decretados em julho ajudaram a derrubar o preço das commodities, principalmente as metálicas. E o impacto foi sentido diretamente pelas grandes empresas brasileiras do setor. A Vale, por exemplo, chegou a amargar quedas de 20% entre abril e junho, com as incertezas do gigante asiático no radar; relembre.

A interrupção das atividades na China não causa problemas somente para a bolsa brasileira. O ritmo econômico por lá é relevante para a economia mundial e as paralisações contribuem para aumentar o receio de uma recessão global. Para agosto, é preciso continuar de olho no país.

“Existia uma expectativa de que haveria uma melhora por lá, mas julho cravou mais um banho de água fria. Sem sombra de dúvidas, em agosto, o mercado ainda vai monitorar a China”, diz Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos.

A temporada de balanços já começou

Começou no dia 20 de julho a temporada de balanços do segundo trimestre de 2022. Até o dia 15 de agosto, as empresas listadas na bolsa  precisam divulgar os resultados alcançados no período.

A temporada – nos EUA e aqui – é muito importante para entender de que forma as companhias estão navegando neste cenário conturbado. “Os analistas e investidores vão entender como cada empresa tem se comportado no curto prazo e a dinâmica de lucratividade. A avaliação desses resultados também é relevante para que o investidor consiga fazer uma boa alocação em bolsa”, diz Ricardo França, analista da Ágora Investimentos.

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Para o analista, o segundo tri pode trazer algumas mensagens importantes além dos números. Primeiro, o investidor precisa ficar atento às mensagens passadas pela administração das empresas sobre o cenário que estão enxergando para o terceiro trimestre.

“Como estamos em um cenário de inflação alta, outro ponto é avaliar se as companhias estão sendo capazes de repassar os preços para os consumidores de modo a preservar a margem. Vale observar também como estão em relação à alavancagem, visto que na alta de juros o crédito fica mais caro”, diz França.

Eleições chegam para ficar

As eleições presidenciais de outubro já estão sendo discutidas há tempos e já estavam fazendo preço na bolsa; entenda.

Pelo calendário oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha eleitoral começa oficialmente em agosto. Legendas, federações e coligações partidárias têm até o dia 15 para solicitar o registro de candidatura dos escolhidos; enquanto a propaganda eleitoral é permitida a partir do dia 12. Isso significa que, a partir de agora, o tema entra em pauta para ficar.

“Em agosto vamos ter ainda mais tensão, pois já estamos a dois meses das eleições e ainda nem começamos a falar de equipe econômica”, diz Coelho, da Infinity. O trader explica que a escolha do time pensando para a economia é um dos pontos que o mercado financeiro mais acompanha; e pode causar ainda mais incerteza uma vez que forem divulgados.

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Até o pleito no dia 2 de outubro, a promessa é de cada vez mais volatilidade. “Historicamente, o nível de volatilidade na bolsa tende a aumentar durante as eleições, mas ela se reduz logo depois que a disputa passa”, diz Jennie Li, da XP.

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