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Por que Itaú Unibanco (ITUB4), Cogna (COGN3) e CVC (CVCB3) tiveram os piores desempenhos do dia na Bolsa

Os três papéis registraram as maiores quedas no pregão da B3 desta terça-feira

Por E-Investidor

04/08/2020 | 19:03 Atualização: 06/08/2020 | 11:07

Foto: Pilar Olivares/Reuters
Foto: Pilar Olivares/Reuters

A Bolsa brasileira amargou um dia de perdas praticamente generalizadas. Os papéis do setor financeiro já vinham pressionados desde o início da sessão, após o Itaú Unibanco apresentar, na véspera, resultados do segundo trimestre considerados neutros por investidores. Depois, o setor acabou por derrubar o mercado como um todo, com a notícia que o Senado Federal colocou na pauta da próxima quinta-feira, 6 de agosto, um projeto para limitar os juros do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito até o fim do período de calamidade pública, em dezembro.

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Os senadores discutem fixar em 20% ao ano os juros pagos em operações durante o estado de calamidade pública, ou seja, de 20 de março a 31 de dezembro deste ano. Se aprovado na Casa, o projeto precisará passar por crivo da Câmara dos Deputados, sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governo federal ainda precisará regulamentar a lei. Como resultado, Itaú Unibanco PN caiu 5,83%, Bradesco teve queda de 3,00% (ON) e 2,07% (PN), Banco do Brasil ON caiu 3,06% e units de Santander Brasil recuaram 2,80%.

“Um projeto como esse tem influência muito grande no setor em um contexto que os bancos ainda estão se recuperando do baque do segundo trimestre, então só pela seu peso no Ibovespa é normal ter puxado o mercado como um todo”, destaca Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos.

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Na mínima, o Ibovespa bateu nos 100.209,45 pontos, com absolutamente nenhuma ação no campo positivo, e ameaçou ceder o importante suporte de 100 mil pontos – nível que, uma vez rompido, tenderia a acentuar as perdas da sessão, com o disparo de ordens de stop loss.

Depois, porém, o principal índice da B3 limitou as perdas em direção ao fechamento, em baixa de 1,57%, a 101.215,67 pontos. Ainda assim, fechou no menor nível desde 16 de julho (100.553,27).

No final da sessão, algumas ações conseguiram se destacar positivamente, ainda que de forma singela: Vale (+0,73%), MRV (+0,65%) e Hypera (+0,58%). No lado oposto do índice, Itaú Unibanco cedeu 5,83%, seguido por Cogna (-5,73%) e CVC (-5,40%).

O giro financeiro, a R$ 40,1 bilhões, foi reforçado pelo início da operação de venda de ações da Vale detidas pelo BNDES. A redução da participação do banco de fomento na mineradora, de 6,12%, foi iniciada nesta terça-feira com a venda de mais de 135,6 mil ações em circulação, o que representa 2,56% do capital social total da Vale.

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Confira o que afetou o desempenho de Itaú Unibanco (ITUB4), Cogna (COGN3) e CVC (CVCB3), que tiveram os piores resultados do dia.

Itaú Unibanco (ITUB4): -5,83%

Os papéis PN do Itaú Unibanco tiveram o maior tombo do Ibovespa, de 5,83%. As ações reagiram ao balanço do banco no segundo trimestre, que mostrou queda de 40,2% nos lucros em um ano, para R$ 4,205 bilhões, novamente impactado por provisões contra a inadimplência trazida pela pandemia da covid-19.

Mais do que o reforço do colchão contra os impactos da crise, porém, casas de mercado consideram que o maior banco da América Latina teve desempenho fraco em pontos como a receita de juros. O Morgan Stanley, por exemplo, viu essa baixa com cautela, e viu o lucro antes das provisões como “muito fraco”, com queda de 9% em um ano, que segundo o banco, mostra que o cenário para o setor é desafiador mesmo sem o impacto das reservas.

Após o balanço do Itaú Unibanco no segundo trimestre, os outros papéis de primeira linha do setor financeiro não tiveram desempenho tão negativo quanto ITUB4. Fernando Siqueira, gestor de ações da Infinity Asset, comenta que o Itaú tem desempenho pior que o dos pares porque, diante da crença que se sairia melhor na crise que os rivais, subiu mais e ficou com múltiplos mais elevados.

“A impressão do mercado era de que o Itaú teria resultados melhores porque acreditava-se que a base de clientes dele, de maior renda, seria menos impactada que a do Bradesco, por exemplo, mas em provisões, inadimplência e despesas, os resultados estão vindo muito semelhantes”, diz o profissional.

Cogna (COGN3): -5,73%

As ações ordinárias de Cogna tiveram o segundo recuo mais expressivo do pregão. Henrique Esteter, analista da Guide Investimentos, diz que continua o movimento de baixa visto nos últimos dias após a forte alta com a expectativa da oferta inicial da Vasta em Nova York.

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“É normal também, em um dia de aversão ao risco como hoje, o pessoal intensificar as vendas no setor de educação, que é barato e tem muito investidor pessoa física”, comenta Esteter.

CVC (CVCB3): -5,40%

A terceira maior queda do dia foi a da CVC, de 5,40%. A empresa não teve nenhum fato relevante hoje, mas ontem o mercado repercutiu negativamente dados do balanço de 2019. A operadora de turismo informou ter concluído a revisão contábil, porém segue sem apresentar suas demonstrações financeiras auditadas.

Com a revisão, o balanço inclui um ajuste de R$ 362,3 milhões, decorrentes de distorções identificadas pela companhia. O valor é superior ao divulgado em março quando a empresa revelou uma distorção contábil com impacto potencial de R$ 250 milhões.

Para Esteter, da Guide, os números não trouxeram surpresa, mas inspiraram cautela em um dia mais fraco, com ativos de risco sofrendo mais. A CVC espera anunciar os resultados auditados de 2019, assim como do primeiro trimestre de 2020, até o fim do mês.

*Com Estadão Conteúdo

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