• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Especialistas comentam por que a eleição de Lira e Pacheco agrada o mercado

Especialistas comentam a entrada de dois nomes apoiados pelo presidente Bolsonaro

Por Jenne Andrade

02/02/2021 | 11:44 Atualização: 02/02/2021 | 13:54

Deputado Arthur Lira comemora eleição para a presidência da Câmara. Foto: Adriano Machado/REUTERS
Deputado Arthur Lira comemora eleição para a presidência da Câmara. Foto: Adriano Machado/REUTERS

O esperado desfecho das eleições no Congresso saiu na noite de segunda-feira (1), com a vitória de Arthur Lira (PP) para o comando da Câmara dos Deputados e Rodrigo Pacheco (DEM) como presidente do Senado Federal – ambos apoiados pelo presidente Jair Bolsonaro, que comemorou o resultado.

Leia mais:
  • “O establishment não tem interesse na redução do tamanho do Estado”, diz Salim Mattar
  • ‘Onda progressista’ no Brasil? Veja o que o investidor precisa saber na era Biden
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A disputa pelos novos dirigentes esquentou nos últimos meses, já que os ocupantes têm o poder de atrasar ou acelerar a tramitação de propostas do Executivo. Lira e Pacheco serão responsáveis, por exemplo, por definir quais projetos e medidas deverão ser votados pelos parlamentares no dia a dia.

Ter dois nomes alinhados aos interesses do governo, portanto, representa uma vitória para Bolsonaro. O presidente pagou R$ 511,5 milhões em emendas parlamentares em janeiro para a Câmara e para o Senado – o valor representa a maior quantidade paga no mês inteiro em qualquer ano anterior, segundo informações do Estadão. O gesto foi apontado por políticos da oposição como ‘compra de votos’.

O otimismo com a pauta econômica toma conta do Planalto, como se o governo Bolsonaro fosse finalmente começar

“Uma prova mais contundente disso é uma debandada de apoiadores do deputado Baleia Rossi [um dos candidatos à presidência da Câmara] para apoiar Arthur Lira”, diz João Beck, economista e sócio da BRA. “Lembrando que as emendas não são exatamente uma preocupação de mercado, pois são gastos obrigatórios e estão dentro do orçamento.”

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Para o mercado financeiro, os novos nomes trazem certo alívio, uma vez que afastam a possibilidade de impeachment contra o presidente e engavetamento de medidas consideradas prioritárias para o crescimento do País e ajuste fiscal, como as reformas. “O Legislativo agindo de maneira harmônica com o Planalto tende a levar a resultados mais favoráveis”, afirma Étore Sanchez, economista-chefe Ativa Investimentos.

Ainda assim, o andamento das propostas dependerá do alinhamento do próprio Planalto, segundo especialistas consultados pelo E-Investidor. Até às 10h13 desta terça-feira (02), o Ibovespa subia 1,68%, aos 119.494,18 pontos.

Veja a opinião dos analistas:

João Beck, economista e sócio da BRA

“A vitória de ambos é bem vista pelo mercado. Como dois aliados do presidente, agora há uma chance maior de encaminhar as reformas, principalmente a administrativa e o tão importante pacto federativo. Ajuda também na governabilidade, em um momento em que o presidente, com baixa popularidade, é alvo de ameaças de pedidos de impeachment de opositores.

O próprio discurso do Pacheco (Senado) foi enfático ao falar em reforma, respeito ao teto de gastos e em favor das vacinas. Três itens fundamentais para o crescimento da economia. A vitória de ambos já era relativamente esperada e por isso teve impacto bem positivo nas bolsas já no primeiro dia do mês de fevereiro. No entanto, com a confirmação da notícia, devemos ver algum residual no pregão do dia 2 se nenhuma outra notícia esfriar a festa”

Étore Sanchez, economista-chefe Ativa Investimentos

“O mercado vai receber com relativo otimismo, uma vez que, apesar de não haver um processo de aprovação coletiva, há um destravamento. Pelo menos a apreciação dos temas deverá ocorrer de maneira mais célere.  O Governo vai colocar suas propostas à mesa, sabendo que Lira e Pacheco não deixarão de tramitá-las, o que é muito positivo. Claro que o caminho que o Executivo tem pela frente é árduo, mas pelo menos é claro. O Legislativo agindo de maneira independente, mas de forma harmônica com o Planalto, tende a levar a resultados mais favoráveis.

Publicidade

Vale destacar que maior do que a vitória de Lira foi a derrota de Maia. O candidato do ex-presidente, Baleia Rossi, angariou apenas 145 votos, imensamente aquém dos 230 esperados pela bancada. O resultado dessa votação sugere de fato que Rodrigo Maia de fato sentava nas pautas.

O candidato apoiado pelo governo assume o poder com um discurso altamente alinhado com o departamento econômico, prometendo equilíbrio fiscal e harmonia entre os poderes. O otimismo com relação a pauta econômica toma conta do Planalto, quase como se o governo Bolsonaro fosse finalmente começar.

Projetos “fáceis” devem ser encaminhados de cara, como autonomia do BC, concomitantemente com duras batalhas, como é o caso das PECs conjunturais (emergencial) e estruturais (administrativa e tributária). Vale lembrar que Lira disse durante a campanha que entregaria a Administrativa para o Senado ainda no primeiro semestre.

Em relação a Pacheco, logo após ser eleito ele moderou o discurso com relação ao auxílio emergencial. Disse que sujeito à restrição orçamentária imposta pelo ministério da economia, o Brasil deve pensar em uma assistência à população. Mesmo que não seja um auxilio nos moldes do observado em 2020, podendo tentar viabilizar um novo programa ou uma expansão do Bolsa Família, mas tudo isso sujeito à um rearranjo orçamentário. Lira também adotou o tom de Pacheco ao falar sobre um novo programa social.

Conrado Magalhães, analista político da Guide Investimentos

“Mesmo com as declarações favoráveis dos dois aliados do presidente da República em relação a pauta de reformas, dar andamento a estas medidas ainda representa um grande desafio. A estagnação dessa pauta em 2020 ocorreu muito mais em função da eclosão da pandemia do coronavírus e da trepidez do próprio governo do que de uma postura antagônica dos antigos presidentes do Legislativo. Para que as reformas avancem em 2021, a mudança terá de vir do próprio Planalto.

Publicidade

O progresso terá de ser feito no curto prazo – até setembro ou outubro no máximo, segundo fontes dentro do Ministério da Economia. A partir do final de 2021, o foco em Brasília começará a migrar para as eleições de 2022 e a possibilidade de aprovar medidas de austeridade como a PEC emergencial ou a reforma administrativa serão reduzidas consideravelmente.”

Régis Chinchila, analista da Terra Investimentos

“Paulo Guedes aposta nos dois nomes para destravar sua agenda de reformas no Congresso. Com Lira no poder, é provável que seja descartado qualquer processo de impeachment contra Bolsonaro. Além disso, Arthur Lira disse em entrevista que o foco neste momento é voltar com programas de auxílio, além de diversas medidas para aquecer a economia, como antecipação do 13º salário para aposentados, do abono salarial e medidas de facilitação de crédito.

Em resumo, a eleição de Lira e Pacheco é vista com otimismo pelos investidores, porque abre caminho para andamento da agenda econômica do governo e fechar portas para um processo de impeachment de Bolsonaro. Paulo Guedes deve sinalizar aos novos presidentes da Câmara e do Senado o que é prioritário em 2021, sendo que a votação do Orçamento de 2021 de aparecer no topo da lista de prioridades. Foco nas reformas tributárias e administrativas.”

Juan Espinhel, especialista em investimento da IVEST Consultoria

“No Senado, o discurso do Rodrigo Pacheco foi muito mais na linha da isenção, de ser um presidente mais independente, apesar do apoio do Bolsonaro. Tanto é que ele teve suporte até do PT, que é um partido claramente de oposição. Para o presidente dar o apoio e o candidato ganhar, afasta obviamente riscos de impeachment ou de tramitar algum tipo de processo.

Em relação ao Arthur Lira, a vitória dele facilita muito a vida das reformas. O governo precisa encaminhar isso neste ano, ponto. Já houve um atraso enorme para começar, já que só em fevereiro que as coisas realmente são iniciadas, então os parlamentares têm pouquíssimos meses para tramitar as propostas e isso necessita de uma boa articulação na Câmara dos Deputados. O presidente ter ‘eleito’ um candidato seu para a Câmara potencializa a probabilidade das reformas andarem. Vemos o mercado precificando isso e reagindo muito bem desde ontem.”

Celson Placido, diretor de investimentos da Warren

“Focando no Senado, o próprio Rodrigo Pacheco já afirmou que pretende retomar os trabalhos do plenário e avançar com a PEC Emergencial, que é fundamental para o Brasil. Eu diria que o mais importante é ter alguém alinhado com o Planalto e que dê andamento a esses projetos, como reforma tributária, administrativa, privatizações para a redução do tamanho do Estado e etc. Avançar com essas propostas pode e deve ajudar o lado fiscal, as contas públicas, onde o governo gerou um dispêndio de mais de R$ 700 bilhões por problemas da pandemia e pelo auxílio emergencial.

Em relação ao auxílio, todos os candidatos têm ressaltado a importância de um novo benefício, mesmo que em porte menor, para pessoas menos assistidas. Essa preocupação segue sendo fiscal, com o teto de gastos. Se tiver uma contrapartida, uma reforma administrativa, acredito que o mercado já coloque no preço. Ou seja, se o senador Rodrigo Pacheco destravar a pauta de reformas será positivo para os mercados.”

Publicidade

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Jair Bolsonaro
  • Mercado financeiro
  • Paulo Guedes
  • Reforma administrativa
  • Senado
Cotações
05/05/2026 4h39 (delay 15min)
Câmbio
05/05/2026 4h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    “Não guarde dinheiro”: por que Elon Musk diz que poupar para a aposentadoria será inútil

  • 2

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 3

    Viu RMC no extrato do INSS? Entenda o risco do consignado que pode prender aposentados a uma dívida infinita

  • 4

    “Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em queda com aumento da tensão em Ormuz e disparada do petróleo a US$ 114; dólar sobe

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Logo E-Investidor
Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Imagem principal sobre o FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Logo E-Investidor
FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Imagem principal sobre o Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje monitora ata do Copom, tensão no Oriente Médio e cotação do petróleo
Mercado
Ibovespa hoje monitora ata do Copom, tensão no Oriente Médio e cotação do petróleo

Mercado acompanha resultados corporativos como o da Ambev, sinalizações do Banco Central e dados dos EUA, enquanto cenário geopolítico segue pressionando as Bolsas

05/05/2026 | 04h30 | Por Ana Ayub
Brasdsaúde: lucro líquido da Odontoprev soma R$ 150,6 mi no 1T26, queda anual de 9,6%
Mercado
Brasdsaúde: lucro líquido da Odontoprev soma R$ 150,6 mi no 1T26, queda anual de 9,6%

A Bradsaúde é empresa resultante da consolidação dos negócios de saúde do Bradesco na Odontoprev

04/05/2026 | 20h50 | Por Wilian Miron
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) lidera ganhos com alta do petróleo; Hapvida (HAPV3) cai 7%
Mercado
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) lidera ganhos com alta do petróleo; Hapvida (HAPV3) cai 7%

Pregão foi marcado por salto do petróleo, queda das bolsas de Nova York e alta do dólar em relação a diferentes moedas

04/05/2026 | 19h12 | Por Beatriz Rocha
Mudanças no consignado acendem alerta no mercado e podem afetar ações de bancos
Mercado
Mudanças no consignado acendem alerta no mercado e podem afetar ações de bancos

Analistas veem pressão sobre bancos mais expostos ao consignado, enquanto impacto nas grandes instituições deve ser limitado

04/05/2026 | 18h37 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador