Debêntures, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) foram respectivamente os ativos que mais fizeram emissões no ano. Em 2020, os ativos de renda fixa eram 56%, enquanto este ano o número já representa 62%
Já as emissões dos ativos de renda variável somam R$ 103,3 bilhões neste ano. As ações follow-ons lideraram as emissões, seguidas pelas ações de Oferta Pública Inicial (IPO). Os Fundos Imobiliários (FII), considerados como híbridos, somam R$ 31,4 bilhões.
Em 2020, o total de ofertas no mercado de capitais chegou a R$ 372 bilhões.
Na renda variável, as ofertas de IPO em 2021 já superaram o valor de todo o ano de 2020, R$ 45,3 bilhões. Apenas nos oito meses já finalizados este ano, o número chega a R$ 50 bilhões.
Confira o total acumulado por classe em 2021
| Emissões no mercado de capitais (R$ milhões) |
| Debêntures |
R$ 140.091,00 |
| Notas promissórias |
R$ 13.984,00 |
| Letras Financeiras |
R$ 0,00 |
| CRA |
R$ 10.664,00 |
| CRI |
R$ 17.625,00 |
| FIDC |
R$ 38.406,00 |
| Ações IPOs |
R$ 50.001,00 |
| Ações follow-on |
R$ 53.332,00 |
| FII |
R$ 31.425,00 |
| Total |
R$ 355.528,00 |
| Renda Fixa |
R$ 220.770,00 |
| Renda Variável |
R$ 103.333,00 |
| Fonte: Anbima. Acumulado de janeiro a agosto |