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Que empresas do setor elétrico e saneamento vão brilhar no 2º tri?

Duas empresas que atuam em serviços básicos devem ter os melhores números. Outras duas devem ser ofuscadas

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

23/07/2024 | 19:18 Atualização: 23/07/2024 | 19:18

Veja o que esperar dos balanços das empresas do setor elétrico e de saneamento (Foto: TV Brasil)
Veja o que esperar dos balanços das empresas do setor elétrico e de saneamento (Foto: TV Brasil)

A Copasa (CSMG3) e a Sanepar (SAPR11) devem ser os dois grandes destaques positivos dos balanços das empresas do setor elétrico e de saneamento no 2º trimestre, dizem analistas do BTG Pactual em relatório enviado aos clientes nesta terça-feira (23). Por outro lado, os especialistas classificam a AES Brasil (AESB3) e a CPFL (CPFE3) como destaques negativos entre os dois segmentos.

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Os analistas relatam esperar mais um trimestre em que as altas temperaturas impulsionaram os volumes de distribuição e saneamento, embora em menor grau do que nos trimestres anteriores. No setor elétrico de geração, os reservatórios permanecem em níveis confortáveis nas hidroelétricas, o que deverá gerar resultados sólidos para essas empresas.

“Apesar das chuvas abaixo da média, os reservatórios continuam em níveis confortáveis, levando a baixos custos de compra de energia”, dizem João Pimentel, Gisele Gushiken, Maria Resende e Luis Mollo, que assinam o relatório do BTG. Além disso, os especialistas do banco comentam que o clima quente levou ao acionamento das usinas termelétricas nos horários de pico para suprir a demanda, e as exportações de energia para a Argentina foram retomadas no final de junho.

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Entretanto, os analistas reforçam a ideia de que o destaque deste trimestre deverão ser os resultados mistos do segmento eólico, uma vez que a velocidade do vento melhorou na maioria das centrais, mas alguns players foram impactados por restrições.

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Já no setor de saneamento, as temperaturas acima da média tendem a entregar um resultado sólido, embora em menor grau que no primeiro trimestre de 2024 e no quarto trimestre de 2023. “Adicionalmente, as empresas de saneamento deverão apresentar mais um trimestre de números operacionais sólidos devido aos reajustes tarifários e ao forte controle de custos”, apontam os analistas.

Copasa e Sanepar são destaques positivos entre as empresas de saneamento e elétricas

Para a Copasa, a equipe do BTG espera que a receita líquida seja impulsionada por um aumento anual de 2% nos volumes de água e esgoto, devido ao clima ligeiramente mais quente e ao efeito total do aumento tarifário de 4,21%, que entrou em vigor em meados de janeiro. “Os custos com funcionários deverão refletir integralmente o plano de demissão voluntária anunciado em 2023, enquanto outros custos deverão crescer em linha com a inflação”, explicam Pimentel, Gushiken, Resende e Mollo.

A empresa de saneamento deve divulgar seu resultado no próximo dia 30 de julho. A estimativa do BTG é de que a empresa apresente um lucro líquido de R$ 440 milhões no segundo trimestre de 2024, uma alta de 77% em comparação com o mesmo período do ano passado. O BTG também projeta um Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 732 milhões, um aumento de 13% em relação ao segundo trimestre de 2023.

Já para a Sanepar, os analistas estimam uma queda de 11% no lucro, que deve cair de R$ 422 milhões no segundo trimestre de 2023 para R$ 374 milhões no segundo trimestre de 2024. O Ebitda deve encerrar o trimestre em R$ 728 milhões no segundo trimestre de 2024, um avanço de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

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O BTG também aponta as altas temperaturas como um dos principais motivos para esse desempenho da Sanepar. Além disso, os analistas estimam que as Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) da empresa de saneamento devem voltar aos patamares pré-pandemia, equivalentes a 0,5% do faturamento bruto da empresa. “Os custos com pessoal e materiais deverão permanecer sob controle, tendendo a auxiliar a empresa a ter esse bom resultado”, apontam Pimentel, Gushiken, Resende e Mollo.

AES Brasil e CPFL devem apresentar os piores resultados do setor elétrico e de saneamento

A equipe do BTG espera resultados fracos da AES Brasil. A estimativa é de que a empresa do setor elétrico reporte um prejuízo líquido de R$ 74 milhões no segundo trimestre de 2024, uma redução de 27,4% em comparação com o prejuízo de R$ 102 milhões do segundo trimestre de 2023. Os analistas comentam que, apesar da melhora no resultado anual, há uma base de comparação fraca, visto que a evolução nos resultados hídricos impulsionada pela redução nas compras de energia será provavelmente compensada por números fracos na energia renovável.

“Embora a velocidade do vento tenha sido superior ao primeiro trimestre de 2024 (que foi excepcionalmente baixo) e a disponibilidade dos parques eólicos de Cajuína e Tucano tenha melhorado, são esperadas reduções consideráveis neste trimestre devido a restrições de transmissão e excesso de geração nos finais de semana, quando a demanda de energia é baixa”, argumentam Pimentel, Gushiken, Resende e Mollo.

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Em meio a essas estimativas, o BTG calcula também que a AES Brasil terá uma queda de 12% na sua receita líquida, que deve cair de R$ 763 milhões no segundo trimestre de 2023 para R$ 629 milhões no segundo trimestre de 2024. A companhia, no entanto, não será a única a desapontar. Os analistas calculam que a CPFL também deve apresentar resultados fracos referentes ao período de abril a junho.

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Pimentel, Gushiken, Resende e Mollo apontam que, na parte de distribuição, a companhia terá fortes volumes provenientes de Paulista e Piratininga. Entretanto, os bons números devem ser compensados pelo impacto da deflação do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) no reajuste tarifário da concessão em 2024.

O quarteto também reforça que os fracos resultados da RGE (empresa da CPFL no Rio Grande do Sul), principalmente devido às elevadas perdas de energia, também devem pesar no balanço da elétrica. A equipe comenta que esses resultados não têm relação com as enchentes no Rio Grande do Sul, que tiveram apenas um impacto levemente negativo nos resultados da RGE. “Do lado da geração, esperamos outro trimestre de resultados fracos devido à baixa geração eólica”, diz o BTG.

Com base nessas estimativas, o BTG calcula que o lucro da CPFL deve ser de R$ 948 milhões no segundo trimestre de 2024, uma queda de 20% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O Ebitda, que mede o resultado operacional, deve ficar em R$ 2,59 bilhões no segundo trimestre de 2024, um recuo de 3% em comparação com o segundo trimestre de 2023.

Embora o banco de André Esteves faça projeções sobre os resultados financeiros das empresas do setor elétrico e de saneamento, o relatório não aponta qual empresa o investidor deve ter na carteira. A decisão final deve ser feita com base na análise e no pensamento crítico de quem for investir nesses dois segmentos.

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