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Mercado

Como a guerra em Israel faz a Taurus (TASA4) vender mais armas nos EUA

Exportações ao mercado israelense cresceu mais de 700% no 1º semestre, mas altas ocorrem por outro motivo. Veja

Por Jenne Andrade

11/10/2023 | 3:00 Atualização: 11/10/2023 | 7:25

Homem manuseia arma da Taurus (Foto: Lucas Jackson/Reuters)
Homem manuseia arma da Taurus (Foto: Lucas Jackson/Reuters)

Israel foi atacada no último sábado (7) com milhares de mísseis pelo grupo islâmico Hamas. A organização extremista surgiu nos anos 80, governa desde 2007 a região chamada de “Faixa de Gaza” e tem a destruição do Estado israelense como um dos seus pilares.

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Por trás do cenário atual, existe um longo histórico de conflitos, intensificados a partir da divisão da Palestina pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1947. A reação dos mercados foi de apreensão, com a cotação do barril de petróleo disparando junto com as ações de petroleiras, como a Petrobras (PETR4). Entenda mais nesta reportagem.

Contudo, outra ação também acabou sendo impulsionada. Somente na segunda-feira (9), os papéis da Taurus Armas (TASA4) fecharam em alta de 2,22%. Já na última terça-feira (10), o salto foi de 5,3%, aos R$ 16,50. No acumulado da semana, a valorização chega a 8%.

Taurus e Israel

Apesar de a Taurus ter visto as receitas vindas de exportações de armamentos ao mercado israelense crescer mais de 700% no primeiro semestre de 2023 em comparação ao mesmo período do ano passado, de R$ 560 mil para R$ 4,9 milhões, essa exposição ainda é considerada ínfima. O capital representa menos de 1% da receita registrada entre janeiro e junho, de mais de R$ 800 milhões.

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Pelo menos na primeira metade do ano, a fabricante teve 82,53% das suas receitas consolidadas do segmento armas vindas do mercado civil dos Estados Unidos. Outros 12% da receita estão relacionadas à comercialização no mercado doméstico.

Isto é, mesmo que haja um aumento de demanda por armas em Israel, o impacto sobre as receitas deve ser pequeno. “Não deveria fazer preço”, diz Pedro Canto, analista da CM Capital. Além disso, ainda não se sabe qual será a extensão da guerra, portanto, se haverá realmente uma demanda mais alta. “Já estão sendo noticiadas tentativas de trégua entre Israel e o Hamas”, diz.

  • Leia também: Guerra em Israel coloca 3 ativos de proteção no radar do investidor

Essa também é a visão de Leonardo Piovesan, CNPI e analista fundamentalista da Quantzed, casa de análise e empresa de tecnologia e educação para investidores. “ A Taurus exporta para alguns países, mas a receita com o mercado de Israel é praticamente irrelevante. Então, por aí não tem nenhum impacto no valor da empresa”, diz.

Marco Saravalle, analista CNPI-P e sócio-fundador da BM&C e da Sara Invest, aponta ainda que as exportações para Israel e outros países do Oriente Médio são feitas por meio de licitações de forças de segurança. Esses negócios são de longo prazo e envolvem uma série de processos para serem fechados, além do desenvolvimento de produtos específicos. Esta característica impediria um aumento repentino de exportações para o Estado de Israel.

“Só se Israel queira fazer alguma licitação momentânea, emergencial, mas não acho que seja o caso”, diz Saravalle. Questionada pelo E-Investidor, a Taurus respondeu que todas as exportações são pré-autorizadas pelo Ministério das Relações Exteriores e pelo Ministério da Defesa. “Portanto não terá nenhum impacto desfavorável a curto prazo”, afirmou a fabricante.

Então por que as ações subiram?

Segundo Saravalle, os papéis da Taurus costumam se valorizar sempre que algum evento desperta um sentimento de insegurança na população americana, principal mercado da empresa. E esses eventos não precisam necessariamente ocorrer dentro dos EUA para elevar as intenções de compras de armas, medidas pelo indicador NICS (Sistema Nacional de Verificação Instantânea de Antecedentes Criminais), entre os americanos.

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“Eventos climáticos ou sociais, como guerras (dentro do país ou em países aliados), podem elevar a percepção de insegurança no cidadão norte-americano. Logo, fazer com que esses cidadãos comprem mais armas”, diz Saravalle. “Mas por enquanto não temos dados atualizados para atestar esse aumento de demanda. É importante ficar de olho nos indicadores.”

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Piovesan, analista fundamentalista da Quantzed, também vê esse movimento. “Esse efeito de alta das ações da Taurus não é específico. Várias empresas que estão expostas a segmentos de defesa estão subindo no mundo inteiro”, diz. Contudo, ele vê a possibilidade de um desdobramento positivo para a companhia, que pretende ampliar a exposição ao Oriente Médio.

No release de resultados do segundo trimestre de 2023, a Taurus mencionou estudos para a criação de uma joint venture com uma empresa da Arábia Saudita. “Essa maior preocupação com o conflito no Oriente Médio pode, de certa forma, gerar uma demanda maior por armamentos pelo governo desses países na região. Mas, nada concreto, não podemos afirmar nada ainda”, diz Piovesan.

Perspectivas

As visões para a Taurus Armas são divergentes. Os analistas ouvidos pelo E-Investidor reconhecem que a empresa está fazendo a “lição de casa”, melhorado bastante a eficiência, com dívida controlada e pagamentos de dividendos.

Por outro lado, o cenário macroeconômico é desafiador e está afetando os resultados da companhia. Desde a virada do ano, com as restrições a armamentos feitas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as vendas no mercado interno apresentam baixas. Em comparação ao primeiro semestre do ano passado, a comercialização despencou 61,7%.

  • Leia ainda: O brasileiro parou de comprar armas? CEO da Taurus responde

O mercado dos EUA também não está tão aquecido quanto nos últimos dois anos. “Ou seja, não tem sido um momento positivo para o mercado de armas. A gente está vendo um esfriamento ainda do mercado americano e o resultado da Taurus está correspondendo a isso”, diz Piovesan. O lucro líquido na primeira metade de 2023 foi de R$ 84,3 milhões, 71,5% do que no mesmo período do ano passado.

Mesmo com os resultados piores, as ações sobem 33% no acumulado do ano, o que, para Piovesan, reforça a visão de que os ativos estão caros. “Eu não tenho recomendação de compra, não vejo que a empresa esteja atrativa”, diz o analista.

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Malek Zein, analista do TC, também não enxerga o papel como atrativo e emitiu uma recomendação de venda em abril. “O mercado civil brasileiro colapsou com as medidas de restrição ao segmento tomadas pela nova administração federal. Dito isso a empresa passa por um momento de ajuste e precisou demitir mais de 300 funcionários até julho deste ano”, afirma.

Já Saravalle mantém a recomendação de compra, mas com um otimismo “moderado” frente as dificuldades macro. “Acreditamos que o mercado hoje está mais estável, está crescendo num ritmo bem menor”, afirma.

Pedro Canto, analista da CM Capital, por sua vez, tem indicação de compra baseada nas sinalizações técnicas do comportamento do papel. “Graficamente, no longo prazo, a perspectiva está interessante. Mostra uma movimentação positiva dos papéis, tentando sair de uma grande região de consolidação em que estava no ano inteiro”, diz.

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