O Itaú BBA fez duas mudanças na carteira Top 5 de maio, com entrada de BTG Pactual (BPAC11) e Eneva (ENEV3) no lugar de B3 (B3SA3) e Equatorial (EQTL3).
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O Itaú BBA fez duas mudanças na carteira Top 5 de maio, com entrada de BTG Pactual (BPAC11) e Eneva (ENEV3) no lugar de B3 (B3SA3) e Equatorial (EQTL3).
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O portfólio conta ainda com Aura Minerals, Axia Energia e Petrobras.
O banco optou pela entrada do BTG Pactual no lugar de B3 por entender que a instituição apresenta, neste momento, um vetor de crescimento mais diversificado e com melhor relação risco-retorno.
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“A B3 se beneficia estruturalmente do aumento de volumes no mercado de capitais, mas avaliamos que esse efeito já está em grande parte refletido nos preços, enquanto o BTG Pactual deve continuar apresentando crescimento consistente de receitas, sustentado pela combinação de forte franquia em Investment Banking, expansão das plataformas de Wealth Management e Asset Management, beneficiando-se da elevada resiliência do seu modelo de negócios, que captura oportunidades tanto em mercados aquecidos quanto em ambientes desafiadores”, diz o banco.
Sobre as empresas de energia, o banco destaca que, passados os leilões de reserva de capacidade – dos quais a Eneva se sagrou a grande vitoriosa -, a tese não tem mais gatilhos claros de curto prazo.
“Considerando isso e a nossa preferência por um perfil mais defensivo e previsível de geração de caixa, preferimos realizar a troca por Equatorial, ação que ficou para trás frente ao rali recente apresentado pelo setor de energia e saneamento”, diz.
Para o BBA, a Equatorial deve seguir se beneficiando da qualidade dos seus contratos de distribuição, da disciplina na alocação de capital e do contínuo ganho de eficiência nas concessões adquiridas ao longo dos últimos anos.
Além disso, o grupo possui histórico consistente de execução, redução de perdas e captura de sinergias, fatores que sustentam retornos elevados e previsíveis, especialmente relevantes em um cenário macroeconômico ainda volátil.
Em abril, a carteira Top 5 registrou valorização de 3,1%, 3,2 pontos porcentuais acima da queda de 0,1% do índice Ibovespa no período.
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Do lado positivo, destacam as ações da Eneva, que tiveram alta de 10% diante de boas perspectivas de crescimento após sucesso na contratação de nova capacidade instalada a preços de energia mais favoráveis.
O retorno mais fraco da carteira veio da ação de B3, provavelmente reagindo a uma inflexão negativa na perspectiva de entrada de fluxo estrangeiro a partir da segunda quinzena do mês.
Desde a sua criação, em janeiro de 2016, a performance acumulada da Top 5 é de 1.406%, ante um desempenho do Ibovespa de 367%.
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