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Mercado

Jean Paul Prates: como o mercado vê o escolhido para dirigir a Petrobras

Apesar da experiência na área, nome reforça a expectativa de mudanças na política de preços da Petrobras

Por Luiza Lanza

30/12/2022 | 15:14 Atualização: 25/01/2023 | 16:32

Jean Paul Prates está cotado para a presidência da Petrobras. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Jean Paul Prates está cotado para a presidência da Petrobras. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) foi escolhido para ser o novo presidente da Petrobras a partir de 2023. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (30) pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de seu perfil oficial na rede social Twitter.

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O nome já vinha sendo especulado para o comando da companhia desde o final de outubro, conforme apurou o Broadcast/Estadão. Advogado e economista, Prates tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de petróleo e gás natural e coordenou o subgrupo do assunto na equipe do governo de transição.

À frente da maior estatal do País, o indicado será responsável por uma virada de chave na Petrobras (PETR4  e PETR3), que inclui possíveis mudanças na atual política de preços de paridade internacional (PPI) e a volta dos investimentos em refino e biocombustíveis. Tais propostas estão em um documento apresentado pelo subgrupo de óleo e gás da transição, ao qual o Estadão teve acesso, mas que não agradam o mercado financeiro.

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Desde que Lula foi eleito no final de outubro, o receio com uma maior intervenção do Estado na Petrobras fez as ações da companhia caírem cerca de 20%. O sentimento do mercado com a nomeação de Prates, portanto, é misto. Apesar do currículo com experiência na área, reforça a expectativa de que a atual política de preços que fez a companhia gerar lucros – e dividendos – recordes pode estar perto do fim.

“Por um lado, o currículo técnico gabarita Prates a assumir tal cargo. No entanto, Jean Paul Prates já disse que vai alterar a atual política de preços do combustíveis da Petrobras, sinalização que enxergamos como negativa”, diz Alysson Gregorio, especialista de renda variável da SVN Investimentos.

Mateus Haag, analista da Guide Investimentos concorda que, apesar de ser alguém com “boa capacidade” para gerir a companhia, o atual senador é uma indicação política para colocar em prática os planos de Lula na Petrobras — e que desagradam o mercado com a perspectiva de que a empresa pode começar a gerar menos lucro. “São medidas que vão contra a geração de valor para o acionista devido à má utilização de recursos e à venda de combustíveis possivelmente no prejuízo”, pontua.

Para Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, o nome de Prates já estava precificado, por isso não deve causar grandes impactos no papel nos próximos dias –  os mercados domésticos estão fechados nesta sexta-feira. O foco agora serão as mudanças a serem conduzidas na companhia. “A reação nas ações não vai vir exatamente pelo anúncio, porque o nome já foi bem precificado. Agora, quanto às mudanças nos planos, aí sim tem muito para entrar no preço do papel”, afirma.

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Veja a opinião de alguns especialistas do mercado financeiro sobre a nomeação de Jean Paul Prates para o comando da Petrobras:

Alysson Gregorio, especialista de Renda Variável da SVN Investimentos

“Se por um lado o currículo técnico gabarita Prates a assumir tal cargo, por outro lado o fato de ter disputado a prefeitura da cidade de Natal em 2020 poderia o desqualificar, segundo a atual lei das estatais.

O mercado recebeu com certa simpatia o nome, já que tecnicamente ele tem gabarito para assumir o cargo. No entanto, Jean Paul Prates já disse que vai alterar a atual política de preços do combustíveis da Petrobras, sinalização que enxergamos como negativa, tendo em vista que o petróleo segue uma paridade de preços internacionais e, caso haja uma discrepância, a receita da empresa vai ser fortemente impactada.

Essas declarações já geraram reações negativas pelo mercado, impactando na cotação das ações. Caso venha a se concretizar uma nova política de preços, as ações tendem a ter bastante volatilidade no ano de 2023. Na nossa visão, não é hora de ter Petrobras na carteira, preferimos outras empresas que têm correlação com petróleo”.

Bruno Monsanto, sócio e assessor de investimentos na RJ Investimentos

“JPP é relator do Projeto de Lei 1.472/2021, que pretende criar um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis, financiado por participação do governo e dividendos que seriam distribuídos. Prates vem questionando a atual política de preços e estratégia de alocação de capital da Petrobras. Ele defende a implantação de uma política que minimize o impacto da volatilidade internacional dos preços do petróleo no mercado doméstico; ajustes no plano de investimentos e na política de dividendos. Então, podemos esperar: mudança na política de preços de combustíveis, mais investimentos em projetos de refino e transição energética, e menos dividendos.

O mercado não vê com bons olhos a intervenção do Estado em qualquer preço, como tem ocorrido, por exemplo, na Argentina. Além disso, a história entre PT e Petrobras não traz boas recordações. O nome de Prates agora não chega a ser uma surpresa, mas desde o dia seguinte ao resultado do segundo turno, o papel já caiu quase 20%”.

Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos

“O nome dele já estava sendo ventilado há algum tempo, então não vai ser uma grande surpresa. O que o mercado vai olhar é quais serão as mudanças no plano da Petrobras para os próximos anos, o que vai ser feito em torno da política de preços, se vai ser criado fundo de estabilização, se o PPI será totalmente abandonado.

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O fundo de estabilização ele era considerado pelo mercado financeiro como algo bom, a ideia do Adriano Pires, de alguém extremamente liberal que estava sendo cotado para presidir a Petrobras este ano no governo Bolsonaro. Isso vai ser bem recebido se for bem feito. A reação nas ações não vai vir exatamente pelo anúncio, porque esse já foi bem precificado. Agora, sobre as mudanças nos planos, aí sim tem muito para entrar no preço do papel”.

Mateus Haag, analista da Guide Investimentos

“Jean Paul Prates é advogado e economista, especializado no setor de óleo e gás. Antes de ser senador pelo Rio Grande do Norte (atual cargo) foi secretário de energia do Estado e, antes disso, foi consultor com 30 anos de experiência no setor de óleo e gás. Portanto, ele possui boa capacidade para gerir a Petrobras.

Prates foi escolhido por indicação política, ou seja, é alguém de confiança de Lula. Dessa forma, acredito que as visões do novo presidente devem ser postas em prática. Entre elas, as que eu julgo mais relevantes são:

  1. Interromper o programa de venda de refinarias pouco eficientes;
  2. Construção de novas refinarias e investimento em plantas de biocombustíveis;
  3. Mudanças na política de preços de venda de combustíveis, acabando com a paridade internacional de preços atual.

Essas medidas vão contra a geração de valor para o acionista, devido à má utilização de recursos e à venda de combustíveis possivelmente no prejuízo.”

Ricardo Carneiro, operador de renda variável na WIT Invest

“A nomeação do senador Jean Paul Prates é péssima para a empresa. Ele prega ideias arcaicas e que não deram certo em um passado recente. Expansão da capacidade de refino da Petrobras e uma política de formação de preços (a qual ainda não foi detalhada) diferente da PPI (Programa de Parceria de Investimentos), por exemplo. Como pertencente ao Partido dos Trabalhadores, ele deve levar grande parte do viés expansionista e de excesso de criação de empregos, os ‘cabides’ de emprego, que perduraram na companhia durante a década passada. Caso essa indicação venha a se confirmar, a Petrobras terá um futuro extremamente difícil pela frente”.

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