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Mercado

Petróleo hoje recua após disparar no começo da semana; tensão no Oriente Médio deixa barril sob pressão

Correção técnica limita perdas enquanto conflito e saída dos Emirados da Opep sustentam incerteza

Por Igor Markevich

05/05/2026 | 9:42 Atualização: 05/05/2026 | 9:48

Petróleo hoje recua após forte alta, com Brent a US$ 112 e WTI a US$ 104, em correção técnica. Tensões entre EUA e Irã e saída dos Emirados da Opep mantêm risco elevado. (Imagem: Adobe Stock)
Petróleo hoje recua após forte alta, com Brent a US$ 112 e WTI a US$ 104, em correção técnica. Tensões entre EUA e Irã e saída dos Emirados da Opep mantêm risco elevado. (Imagem: Adobe Stock)

O petróleo hoje devolve parte dos ganhos recentes. Nesta terça-feira (5), em um movimento de correção após a escalada da véspera, a commodity cede, mas sem aliviar de fato o nível de tensão que sustenta os preços em patamares elevados.

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Por volta das 9h30 (de Brasília), o Brent para julho recuava 2,15%, a US$ 111,92, depois de ter saltado 5,8% no dia anterior. O WTI para junho caía 3,13%, a US$ 103,10, após avanço de 4,29% na última segunda-feira. A leitura dominante é de ajuste técnico, não de mudança de tendência, em um mercado ainda ancorado no risco geopolítico.

Correção técnica com risco intacto

A trégua entre Estados Unidos e Irã segue frágil e mal definida. O próprio presidente Donald Trump evitou confirmar se o cessar-fogo continua em vigor, enquanto episódios recentes mantêm o ambiente carregado. Analistas citam relatos de ataques com mísseis e drones contra embarcações e o primeiro ataque iraniano aos Emirados Árabes Unidos desde o início da pausa nas hostilidades. Há também a atuação direta dos EUA na escolta de navios comerciais no Estreito de Ormuz, o que adiciona um componente militar concreto à dinâmica de preços.

Ainda que o mercado ensaie um respiro, a queda encontra limites claros. A combinação entre risco de disrupção logística e incerteza diplomática mantém um prêmio embutido nas cotações. O petróleo oscila, mas não perde o piso.

Copom incorpora choque e Opep perde coesão

A política monetária brasileira já começa a incorporar esse cenário. Na ata mais recente, o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou que suas projeções consideram queda dos preços do petróleo ao longo do segundo semestre, mas partindo de níveis elevados no curto prazo. O Banco Central projeta Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,6% em 2026, com combustíveis ainda pressionando os preços administrados.

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No plano estrutural, a saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), formalizada em 1º de maio, expõe fissuras dentro do cartel e reduz a previsibilidade sobre a coordenação de oferta. O país responde por cerca de 15% da capacidade do grupo e sinaliza que pode ampliar sua produção de 3,4 milhões para até 5 milhões de barris por dia até 2027.

O movimento enfraquece a capacidade da Arábia Saudita de liderar cortes e estabilizar preços, ao mesmo tempo em que abre espaço para uma dinâmica mais fragmentada, com produtores agindo de forma menos coordenada.

O mercado opera com duas camadas de incerteza. A primeira é ligada ao conflito e ao risco de interrupção física da oferta. A segunda é estrutural, relacionada à perda de coesão entre grandes produtores.

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