• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Como a mudança de presidente do BC afeta a vida mesmo de quem não investe?

Autarquia terá novo líder a partir de janeiro de 2025; veja como a mudança influencia o dia a dia da população

Por Jenne Andrade

08/10/2024 | 16:14 Atualização: 08/10/2024 | 18:10

Gabriel Galípolo, indicado à presidência do Banco Central. Juros de Brasil e EUA podem impactar no dólar em setembro. (Imagem: Pedro França/Agência Senado)
Gabriel Galípolo, indicado à presidência do Banco Central. Juros de Brasil e EUA podem impactar no dólar em setembro. (Imagem: Pedro França/Agência Senado)

O Banco Central terá um novo presidente em 2025. O economista Gabriel Galípolo, atual diretor de política monetária da instituição, foi indicado pelo Governo no final de agosto para substituir Roberto Campos Neto na principal cadeira da autarquia. Nesta terça-feira (8), ele passou por uma sabatina no Senado, uma das etapas para a aprovação da indicação, e foi admitido pelos senadores por unanimidade.

Leia mais:
  • Quanto renderia o salário do prefeito de SP em investimentos?
  • COE de crédito: “A grande aposta” levanta preocupações
  • Fundos de ações não captaram a alta da Bolsa, diz CEO da Sparta
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No mercado, esse processo de “sucessão” é acompanhado de perto. Galípolo era visto como um economista de perfil mais “heterodoxo” e alinhado ao Governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ou seja, uma vez no comando do BC, o temor era de que houvesse maior abertura para interferências do Executivo na política monetária. Ou de que, ainda, o novo presidente tolerasse uma inflação maior e subisse menos os juros.

Contudo, nos últimos meses, o economista tem conquistado boa parte do mercado com declarações contundentes em relação ao comprometimento com o controle da inflação. Na sabatina desta terça, a impressão foi de que o diretor manteve uma postura congruente.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Apesar do temor de que Gabriel Galípolo de alguma forma ‘escute’ o governo, até então ele se mostrou bem técnico, e fiel à linha de pensamento do Roberto Campos Neto na presidência do BC, o que poderia indicar uma continuidade na forma de tomada de decisão”, afirma Idean Alves, planejador financeiro e especialista em mercado de capitais.

Segundo Alves, se o novo presidente do Banco Central realmente der continuidade à postura adotada por Campos Neto, o ruído no mercado será bem menor. “Agora, se houver ‘dúvidas’ sobre a independência na tomada de decisão, o investidor estrangeiro pode não ver com bons olhos – o que afetaria a credibilidade, e poderia diminuir o apetite pelo mercado brasileiro”, diz Alves.

Já para especialistas como Jefferson Laatus, estrategista-chefe do grupo Laatus, só será possível conhecer, de fato, o posicionamento de Galípolo a partir da primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 2025. “Ainda o coloco em zona neutra pelo histórico de confusões, causadas recentemente com declarações fora de alinhamento institucional”, diz ele.

O que o novo presidente do BC muda na sua vida?

Toda essa preocupação com a mudança na presidência do Banco Central tem fundamento. O BC é a autoridade monetária do país, ou seja, é essa instituição que fiscaliza o sistema financeiro nacional, assegura a estabilidade da moeda, cuida das reservas nacionais e define o nível da taxa básica de juros Selic – o conhecido “remédio amargo” para a inflação.

Em termos gerais, para conter a inflação — avanço dos preços de produtos e serviços no País –, o Banco Central precisa subir os juros e desaquecer a economia. Quando a inflação está sob controle, é possível baixar os juros para reaquecer a economia. Ter um presidente mais “leniente” com a inflação significa que o País corre risco de conviver com inflação mais alta por mais tempo, o que afeta o poder de compra da população. Por outro lado, os juros ficam mais baixos, ou seja, o crédito fica mais barato.

Publicidade

Já um presidente com postura mais rígida em relação à inflação implica em uma chance maior de os juros permaneceram mais altos por mais tempo para fazer com que os indicadores inflacionários convirjam para a meta estipulada.

“A visão de que o presidente do Banco Central vai impor na política monetária afeta diretamente boa parte da decisão sobre juros: juros altos significam ‘dinheiro mais caro’, menor atividade e menos emprego; juros baixos indicam dinheiro mais barato, só que com risco de inflação, e maior geração de emprego”, afirma Alves, planejador financeiro e especialista em mercado de capitais. “Então a forma como os juros são ajustados pode trazer mais emprego, renda e poder de compra para a população, ou não, e é isso que vai estar em jogo.”

Vale ressaltar que uma inflação mais alta costuma ser mais “sentida” pela população, que vê os preços do mercado ficarem cada vez mais elevados, do que juros altos. O assunto, inclusive, foi discutido por Galípolo na sabatina desta terça.

“Ele reforçou que o consumidor, pessoa física, sente muito mais a inflação elevada do que a Selic mais alta. O juro do Brasil sempre foi muito alto. A crítica às taxas de juros altas, no final, é sempre uma crítica à inflação”, diz Enrico Cozzolino, sócio e head de análise da Levante Investimentos. “Achei uma fala interessante dele.”

Publicidade

É preciso destacar ainda que, embora o perfil do líder do BC seja um fator importante para influenciar a política monetária, o presidente da autarquia não decide sozinho. Existe uma equipe de diretores que participam das deliberações, o que mitiga o risco de que a visão de um único integrante conduza os juros do País.

“O Copom é um colegiado. É importante lembrar que são 9 votos, e a decisão sobre o juros não é monocrática. Ainda assim, as preocupações sobre ‘politização’ do BC antecedem a indicação de Galipolo à presidência, como foi o caso em maio desse ano quanto tivemos o dissenso na decisão”, afirma José Alfaix, economista-chefe da Rio Bravo Investimentos. “O indicado tem feito grandes esforços para se apresentar como duro e comprometido em retomar à convergência da inflação em direção a meta, mas o mercado segue desconfiado.”

  • Leia também: Para que serve o Copom?

Galípolo na sabatina

As indicações dadas por Galípolo durante a sabatina no Senado foram lidas como positivas pelos analistas consultados pelo E-Investidor. Felipe Vasconcellos, Sócio da Equss Capital, reforçou que o economista abordou questões essenciais, como a política monetária, inflação e a independência do Banco Central, “demonstrando seu compromisso com uma gestão que prioriza os interesses econômicos do povo brasileiro”.

“Sua postura técnica e independente, ao apoiar aumentos na taxa Selic para controlar a inflação, mesmo diante de pressões políticas, fortalece a confiança do mercado em sua liderança. Acredito que, apesar dos desafios que ele enfrentará para manter a independência do BC e tomar decisões exclusivamente técnicas, acredito que não interferirá nas decisões do Copom”, afirma Vasconcellos.

Alex Andrade, CEO da Swiss Capital Invest, analisou que o futuro presidente do BC apresentou visões claras sobre política monetária, combate à inflação e independência do Banco Central.

Publicidade

“Ele destacou a necessidade de um diálogo constante entre a autarquia e outras esferas do Governo para assegurar a estabilidade econômica do país. Com a expectativa de que sua aprovação na CAE se concretize e que ele seja confirmado pelo plenário, Galípolo terá a oportunidade de promover inovações no sistema financeiro equilibrando as demandas do governo, mesmo diante dos desafios que encontrará”, diz Andrade.

  • Leia mais em: Sabatina de Gabriel Galípolo – as respostas agradaram o mercado?

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central (BC)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Gabriel Galípolo
  • Política monetária
Cotações
01/05/2026 18h30 (delay 15min)
Câmbio
01/05/2026 18h30 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dólar cai ao menor nível desde 2024, mas cenário é frágil; veja o que esperar para maio

  • 2

    Copom confirma Selic a 14,5%: onde investir com segurança agora

  • 3

    Ibovespa hoje tem 6ª queda seguida após Federal Reserve manter juros nos EUA; dólar sobe

  • 4

    Superquarta: mercado vê risco no recado dos bancos centrais; veja o pior cenário para o investidor

  • 5

    Custos pressionam a Vale, mas metais básicos surpreendem; veja análises dos resultados no 1T26

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Imagem principal sobre o Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Logo E-Investidor
Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Imagem principal sobre o Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Logo E-Investidor
Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: os alunos conseguem solicitar o cartão do programa pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: os alunos conseguem solicitar o cartão do programa pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o IR 2026: este grupo de pessoas tem grandes chances de receber a restituição no 1º lote
Logo E-Investidor
IR 2026: este grupo de pessoas tem grandes chances de receber a restituição no 1º lote
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: é possível consultar se o dinheiro está rendendo pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: é possível consultar se o dinheiro está rendendo pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: é possível retornar ao programa depois de cancelar o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: é possível retornar ao programa depois de cancelar o benefício?
Últimas: Mercado
Petróleo cai e bolsas de NY renovam recordes com proposta do Irã para a guerra em dia sem Ibovespa
Mercado
Petróleo cai e bolsas de NY renovam recordes com proposta do Irã para a guerra em dia sem Ibovespa

Presidente dos EUA, Donald Trump, aumentou ainda mais a tensão no pregão desta sexta-feira (1º) com ameaças de elevar tarifas sobre carros e caminhões da União Europeia

01/05/2026 | 17h50 | Por Thais Porsch
Ibovespa hoje: Hapvida (HAPV3) dispara e Suzano (SUZB3) tem maior queda após balanço
Mercado
Ibovespa hoje: Hapvida (HAPV3) dispara e Suzano (SUZB3) tem maior queda após balanço

Mercado monitorou decisão do Copom, alta das ações da Vale (VALE3) e queda dos contratos de petróleo

30/04/2026 | 19h11 | Por Beatriz Rocha
Ibovespa fecha abril estável após oscilações e entra em maio mais seletivo; veja o que esperar
Mercado
Ibovespa fecha abril estável após oscilações e entra em maio mais seletivo; veja o que esperar

Fluxo estrangeiro sustentou o rali, mas petróleo, inflação e Fed esfriaram o mercado no fim de abril; veja as ações que mais subiram e caíram

30/04/2026 | 17h41 | Por Murilo Melo
Itaú BBA: por que os gestores de investimentos estão otimistas com a Bolsa
Mercado
Itaú BBA: por que os gestores de investimentos estão otimistas com a Bolsa

Em relatório, a classificação de sentimento do Ibovespa ficou a 7,09, abaixo da pesquisa anterior

30/04/2026 | 15h10 | Por Beth Moreira

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador