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Mercado

CEO da Pfizer vendeu US$ 5,6 mi em ações no dia em que revelou sucesso em testes com vacina

Operação de Albert Bourla foi questionada, mas ocorreu de acordo com as leis de combate a inside trading

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Albert Bourla, CEO da Pfizer: operação prevista desde agosto. (Erin Schaff/The New York Times)
  • Albert Bourla aderiu em agosto a um plano que previa venda de suas ações da Pfizer quando os papéis atingissem determinado valor
  • Este patamar foi atingido na segunda-feira (9), graças ao anúncio de sucesso nos testes da vacina da farmacêutica contra covid-19
  • Bourla vendeu 64% das suas ações em um pregão que a Pfizer atingiu quase 15% de valorização

O CEO da Pfizer, Albert Bourla, vendeu US$ 5,6 milhões em ações da companhia no dia em que a farmacêutica anunciou o resultado de testes que comprovaram 90% de eficácia da vacina contra covid-19 desenvolvida pela empresa em parceria com a alemã BioNTech.

Venda de ações não foi ilegal

A negociação foi feita de acordo com as leis de combate a inside trading da Bolsa americana, dentro de um plano elaborado pela Pfizer em agosto. As operações foram registradas pela Securities and Exchange Comission (SEC), correspondente norte-americana da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Na segunda-feira (9), dia em que a Pfizer divulgou o resultado dos testes, Bourla vendeu 132.508 ações da empresa, ao preço unitário de US$ 41,99. Com a venda, Bourla se desfez de 64% das ações que detinha da companhia. O executivo ainda ficou com 81.812 ações.

Graças ao otimismo gerado pelos resultados dos testes, as ações da Pfizer se valorizaram quase 15% somente na segunda-feira. Pelo mesmo motivo, bolsas do mundo todo tiveram um dia de alta.

Ao site Business Insider, a Pfizer informou por meio de um porta-voz que as condições da venda foram autorizadas por um plano de administração formalizada em 19 de agosto deste ano. Conforme este plano, as ações poderiam ser vendidas quando atingissem determinado valor, o que aconteceu na segunda-feira.

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