• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

10 perguntas e respostas sobre o Pix, novo serviço de transferências

Modalidade criada pelo Banco Central passa a funcionar no dia 16 de novembro

Por Jenne Andrade

09/09/2020 | 14:11 Atualização: 29/04/2021 | 13:54

Aprenda a planejar seu orçamento com a ajuda de alguns apps para finanças pessoais
Aprenda a planejar seu orçamento com a ajuda de alguns apps para finanças pessoais

Leia mais:
  • BC aprova regulamento do Pix, novo serviço de transferências
  • É seguro deixar o dinheiro em contas digitais?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Pix tem tudo para dominar o mercado bancário. O cadastro do novo serviço de transferências criado pelo Banco Central (BC) começou na segunda-feira (5 de outubro) em bancos, fintechs e instituições de pagamentos. O sistema deve concorrer diretamente com o TED (Transferência Eletrônica Disponível) e o DOC (Documento de Ordem de Crédito), além de se tornar uma ameaça potencial para os cartões de débito e crédito. O serviço propriamente dito passará a funcionar no dia 16 de novembro.

O motivo é que o Pix, diferentemente dos demais produtos, é gratuito para pessoas físicas e funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, além dos valores transferidos caírem na conta do destinatário em questão de segundos. Também será possível realizar pagamentos em estabelecimentos comerciais por meio de QR Codes, que devem ser escaneados pelo celular.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Outro diferencial está relacionado nas ‘chaves de endereçamento’, ou seja, o usuário não precisará mais informar nome, CPF, agência, banco e conta para transferir dinheiro para outra pessoa. Por meio do Pix, todas essas informações serão resumidas a um único dado, ou chave, que estará ligado a todos os outros – o que vai encurtar o processo de envio e recebimento de recursos.

  • Baixe aqui o infográfico completo sobre o Pix

Mas se você ainda está perdido em relação a essa nova tecnologia, leia abaixo as 10 perguntas e respostas sobre o Pix, elaboradas pelo E-Investidor.

1 – O que fazer para começar a utilizar

A opção de fazer um Pix será oferecida por instituições financeiras e de pagamentos – como bancos, fintechs e demais startups de pagamento – por meio dos respectivos aplicativos ou internet banking, da mesma forma que o TED e DOC. O usuário precisa ter uma conta corrente, poupança ou de pagamento pré-pago nessas empresas. Também é recomendável realizar o cadastramento da chave Pix.

O processo de cadastramento e escolha das chaves começa no dia 05 de outubro e as próprias instituições entrarão em contato com os clientes para realizar o procedimento, que não é obrigatório. Uma vez escolhida a ‘chave’, a informação é passada para o Banco Central, que registra os dados no sistema.

2 – O que são as chaves de endereçamento?

A chave Pix é um dado que será utilizado para identificar a conta dos usuários e estará vinculado às demais informações sobre o cliente. Esse dado pode ser o número de RG, CPF/CNPJ, e-mail, telefone ou um código gerado pelo sistema aleatoriamente. Dessa forma, o usuário só precisará passar um desses elementos ao pagador para que este transfira os recursos pelo novo serviço de pagamentos.

As pessoas físicas poderão ter até cinco chaves para cada conta do qual forem titulares. Já as empresas poderão ter até vinte chaves para cada conta da qual forem titulares. “A Chave Pix é o que vai te identificar, vai resumir os seus dados em uma informação só”, diz Fernanda Garibaldi, da área de Fintech e Meios de Pagamento do Felsberg Advogados.

3 – É obrigatório ter uma chave Pix para utilizar o serviço?

Apesar da recomendação de cadastrar uma chave, o usuário pode optar por manter todos os dados da conta para enviar ou receber dinheiro via Pix. A não obrigatoriedade é aplicável tanto para as pessoas físicas, quanto para pessoas jurídicas que realizarem transferências.

Existem, porém, outras formas de realizar as transferências. O usuário poderá gerar um QR Code, que pode ser escaneado pelo celular, ou através de tecnologias que permitam o pagamento por aproximação.

4 – Todas as instituições financeiras irão disponibilizar o Pix?

Apenas as instituições financeiras e de pagamentos com mais de 500 mil contas de clientes ativas são obrigadas a ofertarem o Pix. As organizações que não atingirem esse critério não têm obrigatoriedade de aderirem ao programa. A tendência, no entanto, é que todos os bancos e fintechs passem a utilizar, mesmo de maneira facultativa, já que é a tecnologia é mais rápida, barata e promete ter fôlego para conquistar parte do mercado.

Publicidade

Essa também é a visão passada pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na abertura da 9ª reunião plenária do Fórum Pagamentos Instantâneos. “Confio que as instituições participantes desenvolverão modelos de negócio e estratégias interessantes e economicamente atrativas, ofertando o Pix às empresas de modo a refletir o baixo custo e agregar serviços que gerem valor para os clientes”, disse. Até o momento, quase mil instituições financeiras já demonstraram interesse em aderir ao Pix.

5 – O Pix será gratuito para todos os clientes?

O Pix será gratuito apenas para as pessoas físicas. No caso das pessoas jurídicas, existirá uma pequena taxa (os valores ainda não foram definidos). “O objetivo é que as instituições financeiras desenvolvam soluções baratas para o Pix”, afirma Garibaldi. “Há uma tarifação para pessoa jurídica, mas deve ser muito menor do que o cobrado nas soluções que temos hoje.”

Atualmente, o custo de um TED ou DOC pode ultrapassar os R$ 20 reais por transferência – que só pode ser feitas em horário comercial e, no caso do DOC, pode demorar alguns dias para cair na conta.

6 – Quanto custa o Pix para as instituições financeiras?

No caso das pessoas físicas, com utilização gratuita, quem custeia as transferências é a instituição financeira para a qual o dinheiro será enviado. O custo para os bancos e fintechs é mínimo, de 0,01 centavo a cada 10 transações. A ideia é que a taxa reflita apenas o ressarcimento dos valores necessários para manter a operação do Pix.

7 – Em quais situações o cliente poderá usar o Pix?

Em todas. Será possível, inclusive, fazer pagamentos em estabelecimentos comerciais por meio do escaneamento dos QR Codes presentes nas lojas participantes. “As pessoas também poderão sacar dinheiro em lojas, mas isso não vai ser exatamente gratuito”, explica Garibaldi.

Os saques também serão feitos por meio de QR Codes: primeiro, o usuário informa ao lojista que precisa sacar uma quantia por meio do Pix. Depois, com o celular, faz a leitura do QR Code gerado pelo lojista na maquininha e envia os recursos instantaneamente. O responsável pelo estabelecimento, por sua vez, separa o dinheiro equivalente em espécie e entrega ao cliente.

8 – O pagamento é realmente instantâneo?

Sim, o dinheiro cai na conta em até 10 segundos após a transação. Entretanto, uma vez enviado, não é possível cancelar a transferência. Caso o cliente tenha enviado um valor incorreto, deve solicitar o estorno dos recursos.

9 – Haverá limite por transação?

Em tese, não há limite estabelecido pelo Banco Central para realizar uma transferência via Pix. Contudo, as instituições terão a opção de fixar um valor máximo para as transações.

10 – Será possível agendar um Pix?

Sim, existe a opção de agendar um Pix para uma data futura. No entanto, se no dia em que a transferência deveria ser efetuada o pagador não tiver dinheiro na conta, a transação não será aprovada. O recurso de ‘Pix agendado’ também é facultativo para as instituições ofertantes, o que significa que mesmo os bancos, fintechs e plataformas de pagamento que tiverem mais de 500 mil contas de clientes ativas podem não disponibilizar essa opção.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Bancos
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fintech
  • Pagamentos
  • PIX
Cotações
04/03/2026 11h52 (delay 15min)
Câmbio
04/03/2026 11h52 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje sobe, petróleo dispara e juros avançam com guerra no Oriente Médio; Petrobras ganha mais de 4%

  • 2

    Ibovespa hoje derrete 3,2% e dólar sobe quase 2% em meio à guerra no Oriente Médio

  • 3

    Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

  • 4

    "O mercado não é mais de oportunidade geral, é de seleção de papéis”, diz Dalton Gardimam, da Ágora

  • 5

    Carteiras recomendadas de março: bancos e corretoras apostam em seletividade após rali de 17% do Ibovespa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como consultar o comprovante de rendimentos do INSS presencialmente
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como consultar o comprovante de rendimentos do INSS presencialmente
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quando será o pagamento referente ao mês de janeiro deste ano
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quando será o pagamento referente ao mês de janeiro deste ano
Imagem principal sobre o IPVA SP 2026: vencimento não caiu em dia útil, o que fazer?
Logo E-Investidor
IPVA SP 2026: vencimento não caiu em dia útil, o que fazer?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo Portal Cidadão CAIXA
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo Portal Cidadão CAIXA
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (03)?
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (03)?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: nascidos em janeiro têm até este dia para retirar valores em 2026
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: nascidos em janeiro têm até este dia para retirar valores em 2026
Imagem principal sobre o IPVA SP 2026: quais são as consequências do atraso no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA SP 2026: quais são as consequências do atraso no pagamento?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as despesas médicas não confirmadas?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as despesas médicas não confirmadas?
Últimas: Educação Financeira
Elas vivem mais e ganham menos: por que o planejamento financeiro tradicional não funciona para as mulheres
Educação Financeira
Elas vivem mais e ganham menos: por que o planejamento financeiro tradicional não funciona para as mulheres

Especialistas explicam como adaptar as finanças para uma realidade de desigualdade salarial, longevidade maior e pausas na carreira

03/03/2026 | 09h30 | Por Luíza Lanza
Plataforma aposta na infância para mudar a relação das pessoas com o dinheiro
Educação Financeira
Plataforma aposta na infância para mudar a relação das pessoas com o dinheiro

Plataforma Dinx chega em 2026 com metodologia comportamental, jogos e conteúdos lúdicos para formar hábitos financeiros desde os 3 anos, em meio ao alto endividamento das famílias

01/03/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro
Educação Financeira
Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro

Com quase 90% de adesão entre adultos, sistema do Banco Central amplia presença no varejo, avança em cobranças recorrentes e endurece o cerco contra fraudes

28/02/2026 | 05h30 | Por Igor Markevich
IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?
Educação Financeira
IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

Em encontro virtual e gratuito, a advogada Maria Carolina Gontijo esclarece o que mudou e quais cuidados devem ser tomados ao preencher a declaração deste ano

27/02/2026 | 14h00 | Por Isabel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador