De acordo com o Banco Central do Brasil (BC), por volta de R$ 8,1 bilhões foram esquecidos por pessoas físicas. Esse valor pode contemplar cerca de 47 milhões de beneficiários que tenham qualquer quantia a ser recuperada. A checagem do possível dinheiro parado e o saque podem ser realizados pelo próprio sistema do BC.
Conheça o Sistema de Valores a Receber
O Sistema de Valores a Receber (SVR) é o serviço oficial do Banco Central que funciona como uma ferramenta de consulta para identificar valores financeiros esquecidos. A busca pode ser realizada para pessoas físicas, empresas ou pessoas falecidas. A plataforma permite que o beneficiário, ou o herdeiro legal, possa solicitar o reembolso caso exista uma quantia parada.
Saiba como utilizar o SVR
Conforme o Governo Federal, o interessado pode acessar o serviço por meio da plataforma do BC, informando o CPF e a data de aniversário ou o CNPJ e a data de abertura da empresa.
Porém, essa forma serve apenas para verificar se existe algum valor disponível. Caso o cidadão tenha alguma quantia a ser recuperada, o acesso deve ser feito pela plataforma oficial Gov.br.
Acesso em duas etapas
Por questões de segurança, o resgate no SVR é restrito a contas com verificação em duas etapas ativa, de acordo com o Governo Federal.
Para acessar o serviço, o interessado deve possuir nível prata ou ouro no sistema Gov.br. Esses estágios podem ser atingidos ao vincular a conta a um banco credenciado, realizar o reconhecimento facial pelo aplicativo ou ter a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), conforme a nota do governo.
Veja como solicitar a recuperação do dinheiro
Com base nas informações do Serviços e Informações do Brasil, o pedido de devolução exige a indicação de uma chave Pix, com prazo de recebimento de 12 dias úteis. Um número de protocolo deve ser gerado e guardado caso a instituição financeira realize contatos para segurança. Caso o beneficiário não possua chave Pix, o reembolso deve ser negociado diretamente com o banco, sem prazo para pagamento.
É importante destacar que as instituições financeiras ou o Banco Central não pedem senha, nem enviam links por e-mail, SMS ou redes sociais de mensagens.
Colaborou: Kawan Novais.