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Analistas veem trimestre forte para frigoríficos e indicam ação preferida do setor

Mesmo com spreads mais fracos, temporada de resultados do terceiro trimestre de 2024 deve ser positiva

Por Beatriz Rocha

07/10/2024 | 21:13 Atualização: 07/10/2024 | 21:20

Ponto de trabalho em frigorífico. Foto: Clayton de Souza/Estadão
Ponto de trabalho em frigorífico. Foto: Clayton de Souza/Estadão

Com uma nova temporada de balanços no radar, a Ágora Investimentos e o Bradesco BBI projetam um terceiro trimestre forte para os frigoríficos. As casas mantêm a JBS (JBSS3) como ação preferida do setor, pois continuam vendo valuation atraente e assimetria positiva de ganhos com base em tendências favoráveis para suas unidades de negócios.

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Em relatório conjunto, os analistas José Ricardo Rosalen, da Ágora, e Henrique Brustolin, do BBI, indicam que os spreads de aves no Brasil se estabilizaram e nos Estados Unidos começaram a desacelerar no último mês, sugerindo que as margens podem ter atingido o pico no 3º trimestre. Esses spreads nada mais são do que a diferença entre o preço pago pelo animal e o preço de venda da carne in natura ou da carne processada.

Dessa forma, quanto menor o preço do animal e maior o preço da carne vendida, maior será o spread e, consequentemente, crescerão os efeitos positivos para o lucro da companhia. Por isso, os spreads são tão importantes na avaliação dos resultados de frigoríficos.

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Embora a Ágora e o BBI notem essa desaceleração dos spreads de aves, as casas enxergam que as restrições de oferta devem evitar um recuo mais acentuado no futuro próximo, com as taxas permanecendo fortes em relação aos níveis históricos.

“Spreads muito fortes nos últimos meses continuam apontando para uma temporada de resultados positiva no terceiro trimestre de 2024 para os players de aves. A oferta que ainda parece estar limitada por restrições genéticas também pode significar que as margens permanecerão sólidas nos próximos trimestres”, afirmam Rosalen e Brustolin.

Enquanto isso, em setembro, os spreads de exportação e de carne bovina doméstica caíram 7% e 1%, respectivamente, em relação ao mês anterior no Brasil, devido aos preços mais altos do boi gordo, que saltaram 9% na comparação com agosto (aumento de 20% em relação ao ano anterior). Os resultados compensaram a maior parte da melhora nos spreads decorrente da depreciação do real frente ao dólar neste ano.

Embora esses tipos de spread tenham sofrido queda recente, os números fortes apresentados durante todo o terceiro trimestre devem levar a resultados sólidos, na visão dos analistas.

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Já nos Estados Unidos, o spread de carne bovina ficou estável em relação ao mês anterior e 4% abaixo do histórico em setembro. O volume de abates ainda não desacelerou, o que significa que a oferta de gado deve apertar ainda mais à frente.

Em relação à JBS, ação preferida do setor, os analistas esperam que as margens ainda altas de aves e suínos devem impulsionar os lucros da empresa no terceiro trimestre de 2024, mesmo que o segmento de carne bovina dos Estados Unidos siga em momento operacional desfavorável. As casas têm recomendação de compra para o frigorífico, com preço-alvo de R$ 46.

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