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Pressão sobre IA nos EUA derruba ações de Google, Microsoft, Nvidia e outras big techs

Após meses de euforia com inteligência artificial, balanços mistos, custos crescentes e competição da China reacendem dúvidas sobre o valuation das gigantes de tecnologia

Por Isabela Ortiz

21/11/2025 | 12:16 Atualização: 21/11/2025 | 20:15

Queda das big techs reacende discussões sobre possível “bolha do silício” após correção das ações de IA em Wall Street. (Foto: Adobe Stock)
Queda das big techs reacende discussões sobre possível “bolha do silício” após correção das ações de IA em Wall Street. (Foto: Adobe Stock)

O mercado americano de tecnologia viveu um dia de tensão. Após meses de euforia com inteligência artificial, investidores começam a questionar se parte do rali das big techs não estaria precificado demais, especialmente depois de balanços mistos, custos crescentes e a competição acirrada com modelos mais baratos vindos da China. O movimento ganhou força com a disparada e posterior correção das ações ligadas à IA e reacendeu o debate sobre uma possível “bolha do silício”.

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Nesse ambiente mais cauteloso, cada gigante do setor passa por um escrutínio renovado: seja pela força dos resultados, pelos riscos regulatórios, pela dependência de nuvem e chips ou pela capacidade de continuar investindo sem pressionar margens.

A seguir, veja como estão posicionadas as principais empresas da corrida global de inteligência artificial (Alphabet, Microsoft, Nvidia, Amazon, Meta, e Apple) e o que explica o movimento de seus papéis em meio ao receio de excessos no setor.

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Nesta sexta, as ações fecharam mistas: a Microsoft recuou 1,29%, a US$ 472,24; a Nvidia perdeu 0,96%, a US$ 178,91; a Amazon avançou 1,63%, a US$ 220,67; a Meta ganhou 0,90%, a US$ 594,47; a Apple teve alta de 1,97%, a US$ 271,50; e a dona do Google, a Alphabet, terminou no campo positivo, subindo 3,56%, cotada a US$ 299,74.

Google (Alphabet)

A Alphabet foi criada em outubro de 2015 como a holding que passa a controlar o Google e diversas empresas-filhas (como Waymo, DeepMind, Verily, entre outras) para dar mais autonomia às unidade de negócio. Nos últimos relatórios, a empresa ultrapassou a marca de US$ 100 bilhões em faturamento em um trimestre, com crescimento impulsionado pela abordagem de inteligência artificial (IA) incorporada em seus produtos principais. Recentemente, a gigante americana ganhou atenção no mercado porque a Berkshire Hathaway de Warren Buffett comprou aproximadamente US$ 4,3 bilhões em ações da Alphabet no terceiro trimestre.

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Além disso, a empresa enfrenta e gerencia implicações regulatórias – como no caso antitruste que poderia ter exigido desmembramento – mas que, por ora, preservou suas principais unidades (Chrome, Android, buscas).

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Ou seja, trata-se de uma das “Big Techs” que mais se beneficiam da corrida pela IA, com forte presença em anúncios, nuvem, mobilidade autônoma, saúde digital, e que atrai atenção tanto por ganhos como por riscos (regulatórios, de competição, de escala).

Microsoft

Fundada em 1975 por Bill Gates e Paul Allen, a Microsoft deixou de ser apenas a empresa do Windows para se tornar uma das forças centrais da nova corrida global da inteligência artificial. A companhia hoje opera em praticamente todos os segmentos de tecnologia: sistemas operacionais, computação em nuvem, aplicações corporativas, games, hardware e, mais recentemente, infraestrutura massiva de IA. Seu braço de nuvem, o Azure, é o coração dessa estratégia: cresce de forma acelerada, absorve parcerias bilionárias de Unidade de Processamento Gráfico (GPUs) e leva a empresa a uma posição de protagonismo na disputa por capacidade computacional, modelo de IA e escala.

  • Lucro e receita da Microsoft superam estimativas, com alta do serviço de nuvem

No 1º trimestre do ano fiscal de 2026, encerrado em setembro, a empresa voltou a surpreender Wall Street. O lucro líquido atingiu US$ 27,75 bilhões, alta de 12% na comparação anual. O lucro ajustado por ação subiu para US$ 4,13, bem acima dos US$ 3,67 projetados por analistas. A receita avançou 18%, para US$ 77,7 bilhões, puxada pela Intelligent Cloud – que sozinha saltou 28%, para US$ 30,9 bilhões.

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O destaque absoluto foi o Azure e outros serviços de nuvem, com crescimento explosivo de 40% no período. Segundo Amy Hood, CFO da empresa, a performance reflete a “crescente demanda por uma plataforma diferenciada”, reforçando o papel da Microsoft como provedora global de infraestrutura para IA.

  • Big Techs prometem mais de R$ 40 bilhões de investimentos em IA no Reino Unido

Essa força financeira também alimenta a estratégia de expansão internacional. Em setembro, a Microsoft anunciou um aporte de US$ 30 bilhões no Reino Unido até 2028 para pesquisa, data centers e energia voltada a IA, o maior compromisso financeiro da companhia no país. No mesmo período, fechou um megacontrato de US$ 17,4 bilhões com a Nebius, assegurando acesso a GPUs para acelerar operações de nuvem e IA pelos próximos cinco anos, com possibilidade de expansão para US$ 19,4 bilhões. O ritmo agressivo de investimento fez as ações da Nebius dispararem mais de 40% no after hours, enquanto a Microsoft seguia em alta.

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A empresa também mantém uma política consistente de retorno ao acionista. O Conselho aprovou dividendo trimestral de US$ 0,91 por ação, um aumento de 10% ante o trimestre anterior. O pagamento será efetuado em 11 dezembro de 2025.

Nvidia

Fundada em 1993 por Jensen Huang, Chris Malachowsky e Curtis Priem, a Nvidia passou de uma fabricante de placas gráficas voltada ao mercado gamer para se tornar a empresa mais estratégica da nova economia da inteligência artificial. Suas GPUs (inicialmente criadas para processar gráficos) provaram ser eficientes para o treinamento e a inferência de modelos avançados de IA. Hoje, a companhia é o principal fornecedor de poder computacional do planeta, domina o mercado de chips de alto desempenho e exerce influência que extrapola o ambiente corporativo, alcançando a geopolítica e a diplomacia tecnológicas.

  • Lucro da Nvidia sobe 65% e chega a US$ 31,91 bi no 3º tri, acima do esperado; ações avançam no after hours

O desempenho financeiro recente mostra por que a Nvidia se tornou o símbolo máximo dessa revolução. No 3º trimestre fiscal de 2026, a empresa registrou lucro líquido de US$ 31,91 bilhões, salto de 65% em relação ao ano anterior. O lucro por ação ajustado ficou em US$ 1,30, acima da expectativa de analistas. A receita total atingiu US$ 57,01 bilhões, alta de 62% na comparação anual, novamente acima das projeções. Só o segmento de data centers, que concentra a demanda por chips de IA, faturou US$ 51,2 bilhões, crescimento de 66% em um ano.

Todo esse fôlego fez a Nvidia cravar, em outubro de 2025, um marco histórico: tornou-se a primeira empresa do mundo a alcançar US$ 5 trilhões em valor de mercado. O feito foi impulsionado por parcerias estratégicas com OpenAI, Oracle, Nokia e Eli Lilly, e por sua presença crescente em nuvem, saúde, telecomunicações e farmacêuticas. No Brasil, os BDRs NVDC34 acompanharam o movimento e fecharam o dia com alta de quase 3%.

  • Silício é o novo petróleo: por que a Nvidia virou instrumento de influência dos EUA

A corrida pelo silício é tão intensa que Jensen Huang, CEO da Nvidia, resumiu o momento em frase que virou manchete: “As vendas do Blackwall estão fora dos gráficos e as GPUs em nuvem estão esgotadas.” Segundo ele, a empresa vive um “ciclo virtuoso da IA”, impulsionada pelo aumento exponencial no treinamento e inferência de modelos.

Mas o mercado desembarcou desse otimismo, a Nvidia hoje (21) lidera as perdas no setor já que investidores ainda têm receio do valuation. Esse movimento ganhou ainda mais força com a leitura do payroll de outubro, que mostrou a criação de 119 mil vagas, ante estimativa de 51 mil, reforçando as incertezas sobre cortes adicionais de juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

  • Nvidia faz história e alcança US$ 5 trilhões em valor de mercado

Amazon

A Amazon chega ao fim de 2025 em uma posição paradoxal: ao mesmo tempo em que reforça sua dominância global em nuvem, logística e varejo digital – e entrega resultados sólidos -, enfrenta um ambiente regulatório cada vez mais hostil na Europa e uma conjuntura geopolítica que tem pressionado todas as big techs. Para o investidor, entender essa dualidade é essencial: trata-se de uma empresa que combina crescimento de longo prazo com ruídos no curto prazo.

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No 3º trimestre de 2025, a companhia superou as expectativas de Wall Street. O lucro líquido avançou 24%, para US$ 14,9 bilhões, enquanto a receita atingiu US$ 165,3 bilhões, alta anual de 12%. O destaque voltou a ser a AWS, que cresceu 16%, mostrando recuperação após um período de desaceleração e reafirmando sua importância como motor de margem e inovação, especialmente no fornecimento de infraestrutura de IA generativa.

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O Prime Day também ajudou a impulsionar o varejo digital, assegurando um trimestre robusto. Mesmo assim, as ações chegaram a cair no after market depois do balanço, refletindo a leitura mais conservadora para o fim do ano: a Amazon projeta receita entre US$ 170 bilhões e US$ 176 bilhões no 4T25, abaixo do teto estimado por analistas.

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Meta

A Meta atravessa um dos trimestres mais desafiadores de sua história recente, depois de reportar uma queda abrupta de 83% no lucro líquido do 3T25, para US$ 2,71 bilhões – muito abaixo dos US$ 15,7 bilhões do ano anterior. O resultado foi distorcido por uma provisão não recorrente para imposto de renda, que saltou 788% e atingiu US$ 18,9 bilhões, pressionando também o lucro por ação, que ficou em apenas US$ 1,05, distante dos US$ 6,72 projetados por analistas.

  • Lucro da Meta despenca 83% no 3T25 e derruba ações no after hours em NY

Apesar disso, a Meta registrou um salto de 26% na receita, para o recorde de US$ 51,2 bilhões, sustentado pela resiliência do seu ecossistema de aplicativos (Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads) e pelo avanço em publicidade digital. Mas o mercado reagiu mal ao aumento dos custos operacionais, que cresceram 32% e chegaram a US$ 30,71 bilhões, além da sinalização de despesas totais entre US$ 116 bilhões e US$ 118 bilhões para 2025. As ações caíram mais de 7% no after hours, refletindo a preocupação com o ritmo de gastos e com uma possível compressão de margens no curto prazo.

  • Empresas americanas já perderam US$ 4,33 trilhões desde a posse de Trump

O trimestre tenso reacende discussões sobre a estratégia de Mark Zuckerberg e sobre a capacidade da Meta de equilibrar inovação agressiva e disciplina financeira. Nos últimos anos, o CEO tomou decisões que redefiniram o rumo da empresa – algumas extremamente lucrativas, outras marcadas por controvérsia.

Entre elas, o avanço da inteligência artificial como motor de automação publicitária, capaz de substituir parte do trabalho de agências; o fim dos contratos com verificadores independentes e a adoção das Notas da Comunidade; a aposta multibilionária no metaverso como novo ambiente de mídia; a reformulação da segmentação de anúncios após o impacto do caso Cambridge Analytica; e a redução do alcance orgânico de marcas, que transformou a lógica de distribuição nas redes sociais e impulsionou o mercado de publicidade paga.

  • “7 Magníficas”: big techs perdem US$ 643 bilhões em valor de mercado com efeito DeepSeek

Essas decisões ajudaram a sustentar um império que faturou mais de US$ 160 bilhões em publicidade em 2024, mas abriram debates sobre moderação, privacidade e poder das plataformas no ecossistema digital.

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Mesmo sob pressão, a Meta conseguiu escapar das fortes perdas que atingiram o grupo das “7 Magníficas” após o choque causado pelo lançamento da IA chinesa DeepSeek, que derrubou US$ 643 bilhões em valor de mercado das principais big techs americanas. Enquanto Nvidia, Alphabet e Microsoft sofreram quedas bilionárias, Meta, Apple e Amazon registraram ganhos modestos no pregão – um alívio momentâneo em meio ao clima de aversão a risco.

  • 5 decisões de Mark Zuckerberg que mantiveram seu império bilionário

Ainda assim, o episódio expôs o tamanho da competição no setor de IA e levantou questionamentos sobre os investimentos trilionários das gigantes para sustentar sua infraestrutura tecnológica. Com um cenário global mais volátil, tensões geopolíticas elevadas e investidores cada vez mais sensíveis a custos, o desempenho da Meta nos próximos trimestres será decisivo para mostrar se a atual estratégia de Zuckerberg entrega retorno compatível com o nível de risco assumido, ou se ajustes profundos serão necessários.

Apple

A Apple enfrenta pressões externas que têm pesado sobre o desempenho das ações e sobre a confiança de parte dos grandes investidores. O caso mais emblemático é o da Berkshire Hathaway, que voltou a reduzir sua posição na companhia no terceiro trimestre, uma decisão simbólica por ser o último relatório de Warren Buffett à frente do conglomerado após 60 anos de gestão.

A fatia da Berkshire na Apple caiu de 280 milhões para 238,2 milhões de ações, movimento que consolida a venda de quase três quartos dos papéis que Buffett chegou a acumular no auge da aposta na gigante de Cupertino.

  • Berkshire reduz participação na Apple (AAPL34) e aposta em outra big tech no último relatório sob comando de Buffett

Ainda assim, a Apple segue como o ativo mais relevante da carteira, com 22,7% de participação, enquanto a Berkshire abriu uma nova posição bilionária de US$ 4,3 bilhões na Alphabet, que agora representa 1,6% do portfólio. A decisão reforça a rotação parcial de Buffett entre big techs e reacende debates sobre o estágio de maturidade da Apple frente a rivais mais agressivas em IA.

A saída gradual da Berkshire não foi o único movimento de desinvestimento recente envolvendo a companhia. O presidente do Conselho da Apple, Arthur Levinson, vendeu mais de US$ 20 milhões em ações no fim de agosto, reduzindo parte da exposição que mantém desde 2001 – quando comprou papéis a meros US$ 0,29.

Após a operação, Levinson ainda detém mais de 4 milhões de ações avaliadas em cerca de US$ 976 milhões, além de posições indiretas em nome da esposa. As vendas chamaram atenção porque ocorrem em um ano em que o papel ficou atrás do S&P 500, acumulando queda de 4,3% enquanto o índice subiu 11%. Analistas atribuem o desempenho mais fraco da ação à combinação de incertezas tarifárias, atrasos na implementação de novos recursos de IA e um clima mais cauteloso entre investidores institucionais.

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Apesar das pressões externas, a Apple entregou resultados trimestrais sólidos que mostram resiliência da operação. No terceiro trimestre fiscal, a companhia registrou receita de US$ 94,04 bilhões, superando com folga os US$ 89,30 bilhões esperados. O lucro líquido chegou a US$ 23,43 bilhões, e o lucro ajustado por ação, de US$ 1,57, também bateu as estimativas.

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A receita com iPhones avançou 13% e alcançou US$ 44,5 bilhões, movimento que foi parcialmente impulsionado por consumidores norte-americanos que anteciparam compras antes da aplicação de novas tarifas. Na China, um mercado historicamente sensível para a Apple, as vendas somaram US$ 15,37 bilhões no período, indicando recuperação após meses de volatilidade.

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Mas os ventos contrários seguem no radar. A Apple já projeta custos de tarifas de US$ 1,1 bilhão entre julho e setembro, contra US$ 800 milhões no trimestre anterior – uma pressão que, segundo Tim Cook, CEO da Apple, deve desacelerar o ritmo de crescimento das vendas. O CFO Kevan Parekh afirmou que cerca de um sexto do aumento recente na demanda do iPhone veio de compras antecipadas por medo de preços mais altos. A empresa, portanto, prevê crescimento anual de receita de apenas um dígito.

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No front regulatório, a maçã obteve um alívio parcial no processo antitruste da Google: o juiz Amit Metha determinou medidas para mitigar o monopólio da Alphabet na busca, mas não proibiu os pagamentos bilionários feitos à Apple para manter o Google como buscador padrão, uma decisão que preserva um dos acordos mais lucrativos da indústria de tecnologia.

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