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Tempo Real

Mudança nas regras de pagamento no México pode beneficiar Nubank (ROXO34)

A afirmação é de analistas do Bradesco BBI e consta no relatório enviado a clientes

Por Matheus Piovesana

04/04/2024 | 14:31 Atualização: 04/04/2024 | 14:33

Aplicativo do Nubank (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)
Aplicativo do Nubank (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)

Uma mudança nas regras para pagamentos no México pode beneficiar os bancos locais, em especial o Nubank (ROXO34), afirma o Bradesco BBI. Na última quarta-feira (3), a Câmara dos Deputados mexicana aprovou uma lei que acaba com a chamada diferenciação de preços para quem paga com cartões. Segundo a casa, a mudança pode ajudar a fomentar a emissão e o uso de cartões em solo mexicano.

Leia mais:
  • Como conseguir o informe de rendimentos do Nubank?
  • Goldman Sachs eleva preço-alvo das ações do Nubank (ROXO34); saiba mais
  • A escalada do Nubank (ROXO34) para se tornar mais valioso que Vale (VALE3)
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“Nossa visão inicial é que a mudança deve ser positiva para os consumidores e os bancos, e que pode estimular o uso de cartões de crédito e débito no México, levando a uma maior bancarização no país”, afirma o analista Gustavo Schroden, em relatório enviado a clientes.

Ontem, a Câmara mexicana aprovou uma mudança na lei federal de proteção ao consumidor que proíbe aos estabelecimentos a cobrança de taxas no pagamento de compras com cartões de crédito e débito. Um órgão federal do país detectou que alguns comerciantes cobravam taxas entre 3% e 5% do valor total das compras.

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Segundo ele, o México ainda tem um mercado relativamente pouco bancarizado se comparado a outros países. Cerca de 49% da população tem uma conta bancária, enquanto no Brasil, país que vive um processo de crescimento de bancos digitais nos últimos dez anos, esse porcentual é de 84%.

O BBI afirma que a notícia pode beneficiar ao Nubank, que tem investido forte no mercado mexicano através do cartão de crédito e das contas digitais. A fintech considera que o México é o “próximo Brasil” de sua operação justamente pela menor inclusão financeira vista por lá. “Esperamos uma reação positiva do mercado“, diz o banco.

Na visão da casa, o maior impacto deve ser entre os pequenos comerciantes do México, que provavelmente repassavam aos preços cobrados dos clientes as taxas de desconto cobradas pelas credenciadoras.

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