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Petrobras (PETR3; PETR4): Goldman corta preço-alvo e revisa projeção de dividendos

O banco também revisou o valor do ativo da estatal, considerando novos patamares do preço do petróleo

Por Isabela Mendes

12/09/2024 | 13:30 Atualização: 12/09/2024 | 15:29

Petrobras (Foto: Adobe Stock)
Petrobras (Foto: Adobe Stock)

O Goldman Sachs cortou o preço-alvo das ações da Petrobras (PETR3; PETR4) em 10% e revisou as estimativa do potencial de dividendo extraordinário que a companhia poderá distribuir até ao final de 2025. O banco também revisou o valuation (valor do ativo) da empresa num contexto mais amplo e global, considerando novos patamares do preço do petróleo.

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O novo preço-alvo para a ação ordinária da estatal é de R$ 43,40 e para a ação preferencial é de R$ 39,40, o que representa um potencial de valorização de 5,9% e 5,7% sobre o fechamento dos papéis no pregão de quarta-feira (12), respectivamente. A recomendação de compra foi mantida.

Em relatório, os analistas Bruno Amorim, Guilherme Costa Martins e Guilherme Bosso afirmam que veem espaço para a distribuição potencial de até US$ 6 bilhões em dividendos extraordináris, sendo US$ 4 bilhões até ao final do ano e US$ 2 bilhões no primeiro semestre de 2025.

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“Isto deve ser visto como um limite máximo do potencial remuneração adicional que a Petrobras poderia anunciar, já que assume que a estatal reduziria a sua posição de tesouraria para o nível mínimo de US$ 8 bilhões exigido”, dizem.

Eles destacam ainda que a empresa poderia exceder o limite de dívida bruta de US$ 65 bilhões até o quatro trimestre de 2025, principalmente devido à entrada de novos passivos de arrendamento decorrentes da entrada em operação de novos FPSOs (unidades de processamento e produção de gás e petróleo).

“Caso a administração decida pagar a dívida para cumprir este limite máximo (em vez de ajustar para cima o limiar à luz do novo plano estratégico da empresa, previsto para novembro), isso poderia reduzir a disponibilidade de caixa e também representar riscos negativos para as nossas estimativas de dividendos extras”, observam.

“Mantemos a recomendação de compra para os papéis da Petrobras, pois ainda vemos um spread (diferença entre o preço de compra e o preço de venda) de 3% para o fluxo de caixa livre no ano comparado a grandes empresas globais combinado com potenciais dividendos extraordinários a serem distribuídos ao longo dos próximos meses”, escrevem os profissionais.

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No entanto, o Goldman afirma prever um potencial de valorização menor em comparação ao anterior. “Estimamos apenas 11% de fluxo de caixa livre em 2025 sob a hipótese de um preço do petróleo de US$ 70 por barril, mesmo assumindo uma redução significativa no investimento no próximo ano”, destaca o banco. O banco também ressalta a recente robustez do preço das ações da petroleira face à fraqueza dos preços do petróleo.

O banco destaca que os preços do Brent caíram cerca de 20% desde junho e que a equipe global de matéria-prima reduziu recentemente o seu intervalo estimado para os preços do petróleo para US$ 70-85 o barril, dada a fraca procura contínua na China, a produção mais forte do que o esperado nos EUA e as surpresas positivas nos estoques da OCDE, que podem movimentar os papéis da Petrobras (PETR3; PETR4).

* Com informações do Broadcast

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